{"id":111250,"date":"2026-04-19T21:15:00","date_gmt":"2026-04-20T00:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=111250"},"modified":"2026-04-19T03:56:56","modified_gmt":"2026-04-19T06:56:56","slug":"escaladores-italianos-encontraram-por-acaso-os-rastros-de-uma-fuga-desesperada-de-tartarugas-marinhas-que-aconteceu-ha-80-milhoes-de-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/19\/escaladores-italianos-encontraram-por-acaso-os-rastros-de-uma-fuga-desesperada-de-tartarugas-marinhas-que-aconteceu-ha-80-milhoes-de-anos\/","title":{"rendered":"Escaladores italianos encontraram por acaso os rastros de uma fuga desesperada de tartarugas marinhas que aconteceu h\u00e1 80 milh\u00f5es de anos"},"content":{"rendered":"\n<p>Voc\u00ea consegue imaginar escalar uma montanha \u00e0 beira-mar e descobrir que a rocha guarda o p\u00e2nico de animais de <strong>80 milh\u00f5es de anos<\/strong> atr\u00e1s? Foi o que aconteceu no <strong>Monte C\u00f2nero<\/strong>, na It\u00e1lia, onde escaladores acharam mais de <strong>mil rastros de tartarugas marinhas<\/strong>. As marcas n\u00e3o s\u00e3o de ossos, mas de uma fuga em massa que s\u00f3 um terremoto submarino explica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como escaladores identificaram os rastros de tartarugas marinhas no Monte C\u00f2nero?<\/h2>\n\n\n\n<p>A descoberta n\u00e3o partiu de uma expedi\u00e7\u00e3o cient\u00edfica planejada. Os escaladores perceberam que os sulcos na rocha calc\u00e1ria se assemelhavam a registros f\u00f3sseis de r\u00e9pteis marinhos que haviam ganhado aten\u00e7\u00e3o na mesma regi\u00e3o meses antes. A semelhan\u00e7a era suficiente para levantar suspeitas, mas n\u00e3o para confirmar nada sem ajuda especializada.<\/p>\n\n\n\n<p>O grupo consultou o escalador e ge\u00f3logo <strong>Paolo Sandroni<\/strong>, que levou o caso ao diretor do <strong>Observat\u00f3rio Geol\u00f3gico de Coldigioco (OGC)<\/strong>, <strong>Alessandro Montanari<\/strong>. A equipe subiu ao local, coletou amostras de rocha e fotografou toda a \u00e1rea com <strong>drones<\/strong>. O resultado foi impressionante: mais de <strong>1.000 rastros<\/strong> identificados em dois pontos distintos, um deles a mais de <strong>100 metros acima do n\u00edvel do mar<\/strong> e outro numa se\u00e7\u00e3o que desabou sobre a <strong>Praia de La Vela<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Praia-de-La-Vela_1775860504777-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-107368\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Praia-de-La-Vela_1775860504777-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Praia-de-La-Vela_1775860504777-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Praia-de-La-Vela_1775860504777-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Praia-de-La-Vela_1775860504777-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Praia-de-La-Vela_1775860504777-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Praia-de-La-Vela_1775860504777.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O resultado foi impressionante: mais de 1.000 rastros identificados em dois pontos distintos, um deles a mais de 100 metros acima do n\u00edvel do mar e outro numa se\u00e7\u00e3o que desabou sobre a Praia de La Vela &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ anamejia18<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/17\/a-joia-pre-historica-de-15-000-anos-guardada-errada-por-160-anos-em-um-museu-ingles-que-mudou-o-que-sabemos-sobre-a-idade-do-gelo\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A joia pr\u00e9-hist\u00f3rica de 15.000 anos guardada errada por 160 anos em um museu ingl\u00eas que mudou o que sabemos sobre a Idade do Gelo<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que est\u00e1 gravado no calc\u00e1rio n\u00e3o s\u00e3o ossos, mas marcas de nadadeiras?<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.livescience.com\/animals\/extinct-species\/rock-climbers-in-italy-accidentally-discovered-evidence-of-an-80-million-year-old-sea-turtle-stampede\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo a cobertura da Live Science sobre o achado<\/strong><\/a>, o que o calc\u00e1rio preservou n\u00e3o foram esqueletos nem fragmentos de carapa\u00e7a, mas sim as marcas das <strong>nadadeiras das tartarugas marinhas<\/strong> pressionadas contra o fundo oce\u00e2nico. Esse tipo de registro \u00e9 chamado de <strong>icnof\u00f3ssil<\/strong>, ou seja, uma evid\u00eancia do comportamento do animal, n\u00e3o do corpo em si.<\/p>\n\n\n\n<p>Os trilhos identificados s\u00e3o <strong>quase paralelos<\/strong> e seguem todos no <strong>mesmo sentido<\/strong>, indicando que os animais se moveram em massa de forma simult\u00e2nea. Esse padr\u00e3o \u00e9 exatamente o que os pesquisadores esperam observar em uma fuga coletiva. As amostras coletadas acima dos rastros cont\u00eam <strong>microf\u00f3sseis de organismos bent\u00f4nicos<\/strong>, confirmando que o local era um <strong>fundo oce\u00e2nico profundo<\/strong> durante o Cret\u00e1ceo, e n\u00e3o uma zona costeira rasa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as evid\u00eancias de que as tartarugas marinhas fugiram de um terremoto?<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/pii\/S0195667125001910\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>O estudo publicado na revista Cretaceous Research em 2025<\/strong><\/a> apresenta a prova decisiva para a hip\u00f3tese s\u00edsmica: ao lado das pegadas, os pesquisadores identificaram <strong>estruturas de liquefa\u00e7\u00e3o do solo<\/strong>. Essas deforma\u00e7\u00f5es s\u00f3 ocorrem quando sedimentos \u00famidos e saturados s\u00e3o sacudidos por <strong>ondas s\u00edsmicas<\/strong>, e a presen\u00e7a delas junto aos rastros conecta diretamente o evento de fuga a um terremoto submarino.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo <strong>Montanari<\/strong>, o abalo s\u00edsmico desencadeou uma <strong>avalanche submarina de lama<\/strong> em quest\u00e3o de minutos ap\u00f3s as marcas serem feitas. Entre os elementos que sustentam a hip\u00f3tese est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Mais de <strong>1.000 rastros<\/strong> em dire\u00e7\u00e3o \u00fanica, incompat\u00edveis com movimenta\u00e7\u00e3o aleat\u00f3ria<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estruturas de liquefa\u00e7\u00e3o<\/strong> no sedimento ao lado das pegadas, associadas exclusivamente a tremores<\/li>\n\n\n\n<li>Camada de lama sobreposta que <strong>selou os rastros rapidamente<\/strong>, impedindo a destrui\u00e7\u00e3o por correntes ou organismos<\/li>\n\n\n\n<li>Microf\u00f3sseis bent\u00f4nicos confirmando ambiente de <strong>fundo oce\u00e2nico profundo<\/strong><\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sea_turtles_fleeing_202604101935-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-107371\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sea_turtles_fleeing_202604101935-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sea_turtles_fleeing_202604101935-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sea_turtles_fleeing_202604101935-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sea_turtles_fleeing_202604101935-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sea_turtles_fleeing_202604101935-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Sea_turtles_fleeing_202604101935.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Essas deforma\u00e7\u00f5es s\u00f3 ocorrem quando sedimentos \u00famidos e saturados s\u00e3o sacudidos por ondas s\u00edsmicas, e a presen\u00e7a delas junto aos rastros conecta diretamente o evento de fuga a um terremoto submarino<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o soterramento r\u00e1pido foi essencial para preservar os rastros?<\/h2>\n\n\n\n<p>H\u00e1 uma ironia geol\u00f3gica no centro dessa descoberta: o mesmo evento que provavelmente aterrorizou as <strong>tartarugas marinhas<\/strong> foi o respons\u00e1vel por preservar os rastros delas por <strong>80 milh\u00f5es de anos<\/strong>. A avalanche de lama desencadeada pelo terremoto recobriu a camada de sedimento em quest\u00e3o de minutos, antes que correntes submarinas ou organismos do fundo pudessem apagar qualquer marca.<\/p>\n\n\n\n<p>Sem esse soterramento abrupto, os icnof\u00f3sseis simplesmente n\u00e3o existiriam. A preserva\u00e7\u00e3o de rastros comportamentais exige uma sequ\u00eancia muito espec\u00edfica de condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Sedimento fino o suficiente para <strong>registrar a press\u00e3o das nadadeiras<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Consist\u00eancia que mantivesse a forma <strong>sem deformar imediatamente<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>Cobertura r\u00e1pida por uma <strong>camada protetora<\/strong> antes de qualquer perturba\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li>Aus\u00eancia de bioturba\u00e7\u00e3o intensa no per\u00edodo imediatamente posterior ao registro<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Geologist_touching_fossilized_202604101936-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-107372\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Geologist_touching_fossilized_202604101936-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Geologist_touching_fossilized_202604101936-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Geologist_touching_fossilized_202604101936-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Geologist_touching_fossilized_202604101936-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Geologist_touching_fossilized_202604101936-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Geologist_touching_fossilized_202604101936.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A avalanche de lama desencadeada pelo terremoto recobriu a camada de sedimento em quest\u00e3o de minutos, antes que correntes submarinas ou organismos do fundo pudessem apagar qualquer marca<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como um fundo oce\u00e2nico do Cret\u00e1ceo virou uma montanha no Adri\u00e1tico?<\/h2>\n\n\n\n<p>O fato de os rastros estarem hoje a mais de <strong>100 metros acima do n\u00edvel do mar<\/strong> exige uma explica\u00e7\u00e3o tect\u00f4nica de longa escala. O que hoje \u00e9 o <strong>Monte C\u00f2nero<\/strong> foi, durante o <strong>Per\u00edodo Cret\u00e1ceo<\/strong>, um trecho de fundo oce\u00e2nico profundo. Ao longo de dezenas de milh\u00f5es de anos, a <strong>compress\u00e3o tect\u00f4nica<\/strong> entre as placas africana e euroasi\u00e1tica dobrou, soergueu e exp\u00f4s esses sedimentos, transformando o leito do mar em uma fal\u00e9sia calc\u00e1ria \u00e0 beira do <strong>Adri\u00e1tico<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse processo \u00e9 o mesmo respons\u00e1vel pela forma\u00e7\u00e3o dos <strong>Apeninos<\/strong> e de outras cadeias montanhosas mediterr\u00e2neas. A rocha que os escaladores pisam hoje carrega, portanto, uma hist\u00f3ria dupla: a de uma orog\u00eanese que durou milh\u00f5es de anos e a de um terremoto que durou segundos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A ci\u00eancia que emerge de uma descoberta acidental<\/h2>\n\n\n\n<p>O achado do <strong>Monte C\u00f2nero<\/strong> refor\u00e7a um princ\u00edpio cada vez mais reconhecido na paleontologia: muitos dos registros f\u00f3sseis mais significativos n\u00e3o v\u00eam de escava\u00e7\u00f5es programadas, mas de olhares atentos em contextos inesperados. O fato de escaladores sem forma\u00e7\u00e3o paleontol\u00f3gica terem reconhecido a relev\u00e2ncia dos sulcos e acionado especialistas foi determinante para a descoberta chegar \u00e0 ci\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p>Para as <strong>tartarugas marinhas<\/strong>, o epis\u00f3dio registrado no calc\u00e1rio italiano representa um momento de p\u00e2nico coletivo congelado no tempo. Para a geologia, \u00e9 uma janela rara para a din\u00e2mica s\u00edsmica do <strong>Cret\u00e1ceo<\/strong> no <strong>Mediterr\u00e2neo<\/strong>, num per\u00edodo em que o oceano <strong>T\u00e9tis<\/strong> ainda separava os continentes e os r\u00e9pteis marinhos dominavam os mares do planeta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea consegue imaginar escalar uma montanha \u00e0 beira-mar e descobrir que a rocha guarda o p\u00e2nico de animais de 80 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s? Foi o que aconteceu no Monte C\u00f2nero, na It\u00e1lia, onde escaladores acharam mais de mil rastros de tartarugas marinhas. 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