{"id":113575,"date":"2026-04-24T13:45:00","date_gmt":"2026-04-24T16:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=113575"},"modified":"2026-04-24T02:43:53","modified_gmt":"2026-04-24T05:43:53","slug":"as-jarras-de-pedra-de-duas-toneladas-espalhadas-no-laos-ha-dois-milenios-e-que-ninguem-ainda-conseguiu-explicar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/24\/as-jarras-de-pedra-de-duas-toneladas-espalhadas-no-laos-ha-dois-milenios-e-que-ninguem-ainda-conseguiu-explicar\/","title":{"rendered":"As jarras de pedra de duas toneladas espalhadas no Laos h\u00e1 dois mil\u00eanios e que ningu\u00e9m ainda conseguiu explicar"},"content":{"rendered":"\n<p>H\u00e1 pelo menos dois mil\u00eanios, algu\u00e9m esculpiu milhares de <strong>jarras<\/strong> de pedra, transportou estruturas de v\u00e1rias toneladas por terreno acidentado e as espalhou por um planalto no norte do <strong>Laos<\/strong>. Quem foi, como fez e para qu\u00ea: nenhuma dessas perguntas tem resposta. A <strong>Plan\u00edcie de Xieng Khouang<\/strong>, inscrita como <strong>Patrim\u00f4nio Mundial da UNESCO<\/strong> em <strong>2019<\/strong>, segue sendo um dos maiores mist\u00e9rios arqueol\u00f3gicos do Sudeste Asi\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que ningu\u00e9m consegue explicar a origem das jarras de pedra?<\/h2>\n\n\n\n<p>As <strong>jarras<\/strong> foram esculpidas em rocha s\u00f3lida e transportadas de pedreiras a at\u00e9 <strong>10 quil\u00f4metros<\/strong> de dist\u00e2ncia. As maiores chegam a <strong>3 metros de altura<\/strong> e pesam v\u00e1rias toneladas. Nenhuma via de transporte conhecida da \u00e9poca explica como foram movidas pelo terreno irregular do planalto.<\/p>\n\n\n\n<p>Uma parceria entre a <strong>Universidade de Melbourne<\/strong>, a <strong>Universidade Nacional da Austr\u00e1lia<\/strong> e o <strong>Departamento de Patrim\u00f4nio do Laos<\/strong> investiga o s\u00edtio desde <strong>2016<\/strong>. <a href=\"https:\/\/cass.anu.edu.au\/news\/anu-helps-secure-world-heritage-status-jars-laos\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo a Universidade Nacional da Austr\u00e1lia<\/strong><\/a>, uma d\u00e9cada de pesquisas com drones, data\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e an\u00e1lise de ossos humanos avan\u00e7ou muito, mas o mist\u00e9rio central permanece intacto.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/2._IMAGEM_202604170622-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-110517\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/2._IMAGEM_202604170622-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/2._IMAGEM_202604170622-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/2._IMAGEM_202604170622-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/2._IMAGEM_202604170622-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/2._IMAGEM_202604170622-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/2._IMAGEM_202604170622.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">As maiores chegam a 3 metros de altura e pesam v\u00e1rias toneladas<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m:\u00a0<a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/tag\/arqueologos-descobrem-rede-de-antigos-mercados-maias-escondida-na-selva\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Arque\u00f3logos descobrem rede de antigos mercados maias escondida na selva<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que os pesquisadores encontraram enterrado ao redor das jarras?<\/h2>\n\n\n\n<p>As escava\u00e7\u00f5es tornaram cada vez mais claro que a plan\u00edcie funcionou como uma vasta paisagem mortu\u00e1ria. Os pesquisadores identificaram tr\u00eas formas distintas de sepultamento nas proximidades das <strong>jarras<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Enterramentos prim\u00e1rios<\/strong>, com o corpo depositado diretamente na terra<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Enterramentos secund\u00e1rios<\/strong>, com ossos reunidos e reposicionados ap\u00f3s a decomposi\u00e7\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sepultamentos em vasos cer\u00e2micos<\/strong>, provavelmente de crian\u00e7as ou rec\u00e9m-nascidos<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Essa variedade sugere uma sociedade hierarquicamente organizada que retornou ao local por gera\u00e7\u00f5es para realizar seus rituais funer\u00e1rios.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os objetos que revelam uma civiliza\u00e7\u00e3o simb\u00f3lica ao redor das jarras<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre os objetos recuperados nas escava\u00e7\u00f5es do <strong>S\u00edtio 1<\/strong>, destacam-se vasos cer\u00e2micos, ferramentas de ferro, contas de vidro e pedra, braceletes de liga de cobre e, de forma especialmente intrigante, <strong>sinos miniaturizados de bronze<\/strong>. <a href=\"https:\/\/phys.org\/news\/2026-04-giant-jars-ancient-bells-bones.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo o Phys.org<\/strong><\/a>, esses sinos s\u00e3o frequentemente associados a rituais ou a status elevado em culturas antigas do Sudeste Asi\u00e1tico.<\/p>\n\n\n\n<p>As pe\u00e7as foram enviadas para restaura\u00e7\u00e3o na <strong>Universidade de Melbourne<\/strong>, onde chegaram encrostadas de terra. An\u00e1lises n\u00e3o destrutivas descartaram corros\u00e3o grave e permitiram a recupera\u00e7\u00e3o cuidadosa dos artefatos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Que tecnologia permite estudar sem danificar os artefatos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Um dos achados mais fascinantes foi uma ferramenta de ferro com restos de cabo de madeira preservado em seu interior. Para n\u00e3o danificar a pe\u00e7a, a equipe usou <strong>tomografias computadorizadas de alta precis\u00e3o<\/strong> que revelaram part\u00edculas mineralizadas de madeira na estrutura met\u00e1lica.<\/p>\n\n\n\n<p>Paralelamente, a an\u00e1lise de dentes humanos escavados nos s\u00edtios permite reconstruir aspectos da vida das pessoas ali sepultadas, incluindo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Alimenta\u00e7\u00e3o e dieta ao longo da vida<\/li>\n\n\n\n<li>Origem geogr\u00e1fica e poss\u00edveis <strong>deslocamentos entre regi\u00f5es<\/strong><\/li>\n\n\n\n<li>\u00c9poca aproximada em que viveram, por meio de <strong>data\u00e7\u00e3o cient\u00edfica<\/strong> das amostras<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para entender a dimens\u00e3o do mist\u00e9rio que ainda persiste no planalto, o canal <strong>Diego Costalonga<\/strong>, com mais de <strong>473 mil inscritos<\/strong>, produziu um document\u00e1rio completo sobre a Plan\u00edcie das Jarras com imagens exclusivas do local:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1124\" height=\"633\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/g9DCQ_qmyw4\" title=\"UM MIST\u00c9RIO DA HUMANIDADE Ainda Sem Resposta: Plan\u00edcie de Jarros (Document\u00e1rio + Cena Extra ) Laos\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O museu que devolve ao Laos a hist\u00f3ria desses artefatos preciosos<\/h2>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s os tratamentos em <strong>Melbourne<\/strong>, os artefatos foram devolvidos ao <strong>Laos<\/strong> e integrados a uma nova exposi\u00e7\u00e3o permanente no <strong>Museu Provincial de Xieng Khouang<\/strong>, com apoio da <strong>Embaixada Australiana<\/strong>. A mostra, dispon\u00edvel em ingl\u00eas e laosiano, re\u00fane os vasos restaurados, os objetos met\u00e1licos conservados, as contas de vidro e uma reconstitui\u00e7\u00e3o de um sepultamento pr\u00e9-hist\u00f3rico exibido tal como foi encontrado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mesmo com drones, data\u00e7\u00f5es cient\u00edficas e an\u00e1lise de ossos humanos, as quest\u00f5es centrais seguem sem resposta. As <strong>jarras<\/strong> aguardam pacientemente no planalto enquanto o trabalho de decifrar a civiliza\u00e7\u00e3o que as criou avan\u00e7a, artefato por artefato, osso por osso.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 pelo menos dois mil\u00eanios, algu\u00e9m esculpiu milhares de jarras de pedra, transportou estruturas de v\u00e1rias toneladas por terreno acidentado e as espalhou por um planalto no norte do Laos. Quem foi, como fez e para qu\u00ea: nenhuma dessas perguntas tem resposta. 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