{"id":115463,"date":"2026-04-29T10:45:00","date_gmt":"2026-04-29T13:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=115463"},"modified":"2026-04-28T15:04:47","modified_gmt":"2026-04-28T18:04:47","slug":"vibora-de-fosseta-cobra-voadora-e-lagartixas-entre-as-novas-especies-descobertas-em-cavernas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/29\/vibora-de-fosseta-cobra-voadora-e-lagartixas-entre-as-novas-especies-descobertas-em-cavernas\/","title":{"rendered":"V\u00edbora-de-fosseta, cobra-voadora e lagartixas entre as novas esp\u00e9cies descobertas em cavernas"},"content":{"rendered":"\n<p>As <strong>cavernas calc\u00e1rias do Camboja<\/strong> tornaram-se um dos cen\u00e1rios mais importantes para o<strong> estudo da biodiversidade em 2026.<\/strong> Em meio a forma\u00e7\u00f5es rochosas pouco exploradas, equipas de bi\u00f3logos e especialistas locais v\u00eam identificando esp\u00e9cies in\u00e9ditas para a ci\u00eancia, desde<strong> cobras raras at\u00e9 pequenos invertebrados microsc\u00f3picos<\/strong>, revelando como esses ambientes isolados funcionam como ref\u00fagios naturais para formas de vida extremamente especializadas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 a biodiversidade nas cavernas calc\u00e1rias do Camboja?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>biodiversidade das cavernas calc\u00e1rias do Camboja<\/strong> \u00e9 marcada por alto grau de endemismo, com muitas esp\u00e9cies que n\u00e3o ocorrem em nenhum outro lugar do planeta. Entre os registros mais recentes est\u00e3o uma v\u00edbora-de-fosseta turquesa, uma cobra-voadora, novas esp\u00e9cies de lagartixas, microcarac\u00f3is e mil\u00edpedes ainda em processo de descri\u00e7\u00e3o formal.<\/p>\n\n\n\n<p>As paisagens c\u00e1rsticas funcionam como um arquip\u00e9lago em terra firme, em que cada colina e cada caverna atuam como \u201claborat\u00f3rios isolados\u201d. Popula\u00e7\u00f5es de lagartixas de dedos curvos, por exemplo, j\u00e1 exibem varia\u00e7\u00f5es gen\u00e9ticas e morfol\u00f3gicas que indicam especia\u00e7\u00e3o em curso, tornando a regi\u00e3o ideal para estudos de evolu\u00e7\u00e3o e adapta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-rich is-provider-pinterest wp-block-embed-pinterest\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"PETAR, Iporanga, Brasil\" src=\"https:\/\/assets.pinterest.com\/ext\/embed.html?id=12244230229060659&#038;src=oembed\" height=\"699\" width=\"450\" frameborder=\"0\" scrolling=\"no\" ><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a prov\u00edncia de Battambang se tornou foco das pesquisas?<\/h2>\n\n\n\n<p>A prov\u00edncia de Battambang, no noroeste do pa\u00eds, desponta como um dos principais focos de investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. Colinas c\u00e1rsticas e redes de cavernas se estendem por milhares de quil\u00f4metros, formando um mosaico de habitats \u00fanicos que abrigam tanto esp\u00e9cies rec\u00e9m-descobertas quanto animais globalmente amea\u00e7ados.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre 2023 e 2025, um levantamento intensivo percorreu dezenas de cavernas, resultando na descri\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies e na confirma\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de pangolins, pav\u00f5es-verdes e diferentes esp\u00e9cies de macacos. Os dados tamb\u00e9m revelaram o estado de conserva\u00e7\u00e3o dessas \u00e1reas e os riscos crescentes que elas enfrentam.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 feito o levantamento de esp\u00e9cies nas cavernas?<\/h2>\n\n\n\n<p>O trabalho cient\u00edfico nas <strong>cavernas calc\u00e1rias do Camboja<\/strong> segue uma rotina planejada, combinando mapeamento diurno e buscas noturnas por fauna ativa ap\u00f3s o p\u00f4r do sol. Durante o dia, as equipas registram acessos, caracter\u00edsticas geol\u00f3gicas e dialogam com comunidades locais para localizar cavidades ainda n\u00e3o catalogadas.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c0 noite, grupos percorrem terrenos rochosos e irregulares, iluminando fendas com lanternas para documentar r\u00e9pteis, anf\u00edbios, invertebrados e outros organismos que usam as cavernas como abrigo. Algumas cavidades com grandes col\u00f3nias de morcegos s\u00e3o evitadas por quest\u00f5es de sa\u00fade e seguran\u00e7a, preservando tamb\u00e9m sua import\u00e2ncia ecol\u00f3gica.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira as informa\u00e7\u00f5es do canal &#8220;<strong>Wild World TV<\/strong>&#8220;<strong> no YouTub<\/strong>e, mostrando as esp\u00e9cies encontradas na caverna do Camboja:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"560\" height=\"315\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/AwS55sgDj6s?si=wBJcocKef7QDYLvd\" title=\"YouTube video player\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as etapas do trabalho cient\u00edfico nas cavernas?<\/h2>\n\n\n\n<p>O processo de estudo da fauna cavern\u00edcola envolve uma sequ\u00eancia estruturada de etapas, da coleta criteriosa em campo at\u00e9 a aplica\u00e7\u00e3o dos resultados em a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o. Essa abordagem sistem\u00e1tica garante que cada registro contribua para o conhecimento cient\u00edfico e para a gest\u00e3o das \u00e1reas c\u00e1rsticas.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Etapa de campo:<\/strong> observa\u00e7\u00e3o direta, registro fotogr\u00e1fico e coleta criteriosa de amostras.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>An\u00e1lises em laborat\u00f3rio:<\/strong> estudo de ADN, morfologia e compara\u00e7\u00e3o com esp\u00e9cies j\u00e1 descritas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Registro oficial:<\/strong> publica\u00e7\u00e3o de relat\u00f3rios e artigos cient\u00edficos que formalizam novas esp\u00e9cies.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Planejamento de conserva\u00e7\u00e3o:<\/strong> uso dos dados para propor prote\u00e7\u00e3o de \u00e1reas-chave.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 a dimens\u00e3o do esfor\u00e7o recente de explora\u00e7\u00e3o de cavernas?<\/h2>\n\n\n\n<p>Entre 2023 e 2025, essa abordagem sistem\u00e1tica permitiu a explora\u00e7\u00e3o de 64 cavernas em 10 colinas c\u00e1rsticas, incluindo 14 cavidades ainda n\u00e3o mapeadas. Esse esfor\u00e7o ampliou significativamente o invent\u00e1rio de esp\u00e9cies conhecidas, inclusive para grupos pouco estudados, como microcarac\u00f3is e mil\u00edpedes trogl\u00f3bios.<\/p>\n\n\n\n<p>Para os especialistas, contudo, essa amostragem representa apenas uma fra\u00e7\u00e3o do potencial da regi\u00e3o, j\u00e1 que grande parte das paisagens c\u00e1rsticas do pa\u00eds permanece sem estudos detalhados. Novas expedi\u00e7\u00f5es s\u00e3o planejadas para \u00e1reas remotas, onde se espera encontrar linhagens evolutivas ainda desconhecidas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/exploracao-de-caverna-1024x576.jpg\" alt=\"cavernas \" class=\"wp-image-115468\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/exploracao-de-caverna-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/exploracao-de-caverna-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/exploracao-de-caverna-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/exploracao-de-caverna-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/exploracao-de-caverna-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/exploracao-de-caverna.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Entre 2023 e 2025, essa abordagem sistem\u00e1tica permitiu a explora\u00e7\u00e3o de 64 cavernas em 10 colinas c\u00e1rsticas, incluindo 14 cavidades ainda n\u00e3o mapeadas. <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/28\/essa-pequena-cobra-obtem-seu-veneno-dos-sapos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Essa pequena cobra obt\u00e9m seu veneno dos sapos.<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais amea\u00e7as colocam em risco as cavernas calc\u00e1rias do Camboja?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar de sua riqueza biol\u00f3gica, as <strong>cavernas calc\u00e1rias do Camboja<\/strong> enfrentam press\u00e3o crescente de atividades humanas. A extra\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio para produ\u00e7\u00e3o de cimento \u00e9 uma das principais amea\u00e7as, pois pode destruir colinas inteiras e eliminar habitats de esp\u00e9cies restritas a poucas cavidades.<\/p>\n\n\n\n<p>Outros fatores de risco incluem turismo desordenado, ca\u00e7a de animais silvestres, desmatamento no entorno das colinas e inc\u00eandios florestais. Em cavernas usadas como santu\u00e1rios e locais de medita\u00e7\u00e3o, o pisoteio, o lixo e a ilumina\u00e7\u00e3o artificial alteram a din\u00e2mica ambiental e afetam esp\u00e9cies adaptadas a baixa luz e estabilidade clim\u00e1tica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais s\u00e3o as principais fontes de impacto sobre os ambientes c\u00e1rsticos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para compreender melhor os desafios \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, pesquisadores e autoridades ambientais identificam as principais fontes de impacto sobre as paisagens c\u00e1rsticas. Esses fatores afetam n\u00e3o apenas a fauna subterr\u00e2nea, mas tamb\u00e9m os fluxos h\u00eddricos e a vegeta\u00e7\u00e3o que sustenta as cadeias alimentares locais.<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Minera\u00e7\u00e3o de calc\u00e1rio:<\/strong> remo\u00e7\u00e3o direta de habitats c\u00e1rsticos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Turismo excessivo:<\/strong> degrada\u00e7\u00e3o de forma\u00e7\u00f5es e perturba\u00e7\u00e3o da fauna.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ca\u00e7a e captura:<\/strong> redu\u00e7\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es de mam\u00edferos, aves e r\u00e9pteis.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Desmatamento e fogo:<\/strong> altera\u00e7\u00e3o do entorno das cavidades e dos fluxos h\u00eddricos.<\/li>\n<\/ol>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/impactos-no-ambiente-carsticos-1024x576.jpg\" alt=\"cavernas\" class=\"wp-image-115467\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/impactos-no-ambiente-carsticos-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/impactos-no-ambiente-carsticos-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/impactos-no-ambiente-carsticos-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/impactos-no-ambiente-carsticos-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/impactos-no-ambiente-carsticos-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/impactos-no-ambiente-carsticos.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Para compreender melhor os desafios \u00e0 conserva\u00e7\u00e3o, pesquisadores e autoridades ambientais identificam as principais fontes de impacto sobre as paisagens c\u00e1rsticas. <\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a prote\u00e7\u00e3o das paisagens c\u00e1rsticas pode ser ampliada?<\/h2>\n\n\n\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, organiza\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o e autoridades ambientais discutem formas de fortalecer a prote\u00e7\u00e3o das paisagens c\u00e1rsticas. Entre as medidas em an\u00e1lise est\u00e3o estatutos espec\u00edficos de prote\u00e7\u00e3o, ordenamento do turismo em cavernas muito visitadas e di\u00e1logo com a ind\u00fastria de cimento para evitar a explora\u00e7\u00e3o de \u00e1reas cr\u00edticas \u00e0 biodiversidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Espera-se que o conhecimento cient\u00edfico gerado at\u00e9 agora sirva de base para decis\u00f5es de longo prazo, integrando gest\u00e3o p\u00fablica, ci\u00eancia e pr\u00e1ticas locais. Em 2026, a percep\u00e7\u00e3o de que ainda se conhece apenas uma fra\u00e7\u00e3o da <strong>biodiversidade das cavernas do Camboja<\/strong> impulsiona novos projetos e refor\u00e7a a ideia de que cada colina c\u00e1rstica representa um cap\u00edtulo \u00fanico da hist\u00f3ria natural e cultural do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As cavernas calc\u00e1rias do Camboja tornaram-se um dos cen\u00e1rios mais importantes para o estudo da biodiversidade em 2026. 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