{"id":116794,"date":"2026-05-01T09:57:00","date_gmt":"2026-05-01T12:57:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=116794"},"modified":"2026-05-01T09:16:41","modified_gmt":"2026-05-01T12:16:41","slug":"arqueologos-apos-1-600-anos-resgatam-blocos-de-80-toneladas-de-uma-das-sete-maravilhas-do-mundo-antigo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/01\/arqueologos-apos-1-600-anos-resgatam-blocos-de-80-toneladas-de-uma-das-sete-maravilhas-do-mundo-antigo\/","title":{"rendered":"Arque\u00f3logos, ap\u00f3s 1.600 anos, resgatam blocos de 80 toneladas de uma das Sete Maravilhas do mundo antigo"},"content":{"rendered":"\n<p>No fundo do porto oriental de <strong>Alexandria<\/strong>, no Egito, arque\u00f3logos subaqu\u00e1ticos resgataram <strong>22 blocos monumentais<\/strong> que pertenceram ao lend\u00e1rio <strong>Farol de Alexandria<\/strong>, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. As pe\u00e7as, com peso de at\u00e9 <strong>80 toneladas<\/strong> cada, estavam submersas h\u00e1 cerca de <strong>1.600 anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que exatamente foi encontrado no fundo do mar?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os<a href=\"https:\/\/archaeologymag.com\/2025\/07\/lighthouse-of-alexandria-rises-again\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> blocos resgatados <\/a>n\u00e3o s\u00e3o simples peda\u00e7os de rocha. Entre os materiais identificados est\u00e3o <strong>dint\u00e9is<\/strong>, <strong>jambas<\/strong>, <strong>umbrais estruturais<\/strong> e <strong>lajes de pavimento<\/strong> que compunham a entrada monumental do farol. Cada pe\u00e7a \u00e9 feita de <strong>granito maci\u00e7o<\/strong> ou <strong>pedra calc\u00e1ria bruta<\/strong>, materiais escolhidos pela resist\u00eancia \u00e0 salinidade e ao peso da pr\u00f3pria estrutura.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta afastou de vez os rumores que circulavam sobre supostos navios inteiros ou ba\u00fas com moedas. O que est\u00e1 no fundo do porto s\u00e3o elementos arquitet\u00f4nicos reais de uma das constru\u00e7\u00f5es mais ambiciosas da Antiguidade, preservados pela mesma \u00e1gua que os engoliu h\u00e1 dezesseis s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637545421-1024x576.jpg\" alt=\"Resgate de blocos do Farol de Alexandria\" class=\"wp-image-116796\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637545421-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637545421-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637545421-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637545421-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637545421-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637545421.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Resgate de blocos do Farol de Alexandria<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que os blocos do Farol de Alexandria foram parar no fundo do mar?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>Farol de Alexandria<\/strong> foi erguido na ilha de <strong>Faros<\/strong> no s\u00e9culo III a.C., durante o reinado de <strong>Ptolomeu II<\/strong>. A estrutura atingia entre <strong>100 e 130 metros de altura<\/strong> e funcionava como refer\u00eancia mar\u00edtima para embarca\u00e7\u00f5es que se aproximavam da costa eg\u00edpcia, combinando utilidade pr\u00e1tica com exibi\u00e7\u00e3o de poder pol\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<p>A destrui\u00e7\u00e3o veio em etapas. Uma sequ\u00eancia de terremotos entre os s\u00e9culos XIII e XIV fragmentou gradualmente a constru\u00e7\u00e3o. Parte das pedras menores foi reaproveitada no s\u00e9culo XV na constru\u00e7\u00e3o da <strong>Cidadela de Qaitbay<\/strong>, fortaleza que permanece na entrada do porto at\u00e9 hoje. Os blocos mais densos e volumosos cederam \u00e0 gravidade e rolaram para as \u00e1guas, onde permaneceram ocultos por mais de um mil\u00eanio e meio.<\/p>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/27\/poucos-motoristas-sabem-a-diferenca-entre-essas-duas-placas-de-transito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Poucos motoristas sabem a diferen\u00e7a entre essas duas placas de tr\u00e2nsito<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como \u00e9 feito o resgate de blocos com esse peso?<\/h2>\n\n\n\n<p>Mover estruturas de at\u00e9 <strong>80 toneladas<\/strong> no fundo do mar exige um planejamento que vai muito al\u00e9m da for\u00e7a bruta. A opera\u00e7\u00e3o combina engenharia naval de alta capacidade com protocolos rigorosos de preserva\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, seguindo os padr\u00f5es do <a href=\"https:\/\/www.icomos.org\/en\/what-we-do\/focus\/underwater-cultural-heritage\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">ICOMOS<\/a>, organismo internacional de refer\u00eancia em patrim\u00f4nio cultural.<\/p>\n\n\n\n<p>As principais etapas do processo incluem procedimentos espec\u00edficos para garantir que as pe\u00e7as cheguem \u00e0 superf\u00edcie sem fissuras:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>I\u00e7amento milim\u00e9trico:<\/strong> guindastes flutuantes de alt\u00edssima capacidade elevam os blocos em velocidade extremamente reduzida para evitar oscila\u00e7\u00f5es<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Banho qu\u00edmico:<\/strong> jatos de \u00e1gua doce removem progressivamente o sal acumulado nas superf\u00edcies das pedras ap\u00f3s s\u00e9culos de imers\u00e3o<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Prote\u00e7\u00e3o t\u00e9rmica:<\/strong> lonas especiais impedem a exposi\u00e7\u00e3o direta ao sol logo ap\u00f3s a retirada, evitando dilata\u00e7\u00e3o e rachaduras<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Escaneamento 3D imediato:<\/strong> cada bloco ainda molhado \u00e9 digitalizado com precis\u00e3o milim\u00e9trica antes de qualquer manuseio adicional<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual projeto est\u00e1 por tr\u00e1s dessa opera\u00e7\u00e3o arqueol\u00f3gica?<\/h2>\n\n\n\n<p>O resgate faz parte do <strong>Projeto PHAROS<\/strong>, uma coopera\u00e7\u00e3o internacional que re\u00fane o <strong>CNRS<\/strong> (Centro Nacional de Pesquisa Cient\u00edfica da Fran\u00e7a), o <strong>Minist\u00e9rio do Turismo e Antiguidades do Egito<\/strong> e a <strong>Funda\u00e7\u00e3o Dassault Syst\u00e8mes<\/strong>. O objetivo vai al\u00e9m de tirar pedras da \u00e1gua: a iniciativa pretende reconstruir digitalmente o Farol de Alexandria com base nos fragmentos resgatados e em registros hist\u00f3ricos.<\/p>\n\n\n\n<p>Mais de <strong>100 fragmentos arquitet\u00f4nicos<\/strong> j\u00e1 foram escaneados no fundo do mar ao longo da \u00faltima d\u00e9cada, gerando modelos tridimensionais que preservam fissuras, relevos e marcas de desgaste. Os novos 22 blocos ser\u00e3o incorporados a esse banco de dados, ampliando a precis\u00e3o da reconstru\u00e7\u00e3o virtual. A meta \u00e9 que qualquer pessoa possa, futuramente, percorrer digitalmente o interior de uma estrutura que n\u00e3o existe mais h\u00e1 s\u00e9culos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637542107-1024x576.jpg\" alt=\"Resgate de blocos do Farol de Alexandria\" class=\"wp-image-116797\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637542107-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637542107-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637542107-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637542107-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637542107-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMAGEM_720p_1777637542107.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Resgate de blocos do Farol de Alexandria<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que esses blocos revelam sobre a engenharia da Antiguidade?<\/h2>\n\n\n\n<p>A posi\u00e7\u00e3o exata de cada umbral e lintel resgatado revela como os engenheiros da \u00e9poca solucionavam problemas de <strong>carga vertical<\/strong> e <strong>resist\u00eancia ao vento litor\u00e2neo<\/strong>. A mistura de t\u00e9cnicas <strong>eg\u00edpcias e gregas<\/strong> em um mesmo projeto indica um n\u00edvel de colabora\u00e7\u00e3o e sofistica\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica que ainda surpreende especialistas contempor\u00e2neos.<\/p>\n\n\n\n<p>O fato de que blocos dessa dimens\u00e3o foram transportados, posicionados e encaixados sem equipamentos modernos \u00e9, por si s\u00f3, um enigma de engenharia. Cada marca deixada na pedra \u00e9 um dado. E cada dado aproxima os pesquisadores de uma resposta sobre como uma civiliza\u00e7\u00e3o de mais de dois mil anos atr\u00e1s foi capaz de construir algo que resistiu a s\u00e9culos de ventos, mar\u00e9s e uso intensivo antes de ser derrubado pela for\u00e7a dos terremotos.<\/p>\n\n\n\n<p>No v\u00eddeo a seguir, o <strong>Canal History Brasil<\/strong>, com mais de 5 milh\u00f5es de inscritos, mostra um pouco desse acontecido:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"492\" height=\"875\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Zf690DgyBZg\" title=\"Restos do Farol de Alexandria s\u00e3o recuperados\u200b\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h3 class=\"wp-block-heading\">O que acontece agora com os blocos resgatados<\/h3>\n\n\n\n<p>As pe\u00e7as n\u00e3o ser\u00e3o expostas imediatamente. O processo de dessaliniza\u00e7\u00e3o e estabiliza\u00e7\u00e3o das rochas leva meses, e qualquer erro nessa fase pode comprometer a integridade dos materiais. Ap\u00f3s o tratamento, os blocos passar\u00e3o por an\u00e1lise arqueol\u00f3gica detalhada antes de serem incorporados ao acervo digital do projeto. N\u00e3o h\u00e1 previs\u00e3o de reconstru\u00e7\u00e3o f\u00edsica do monumento. O foco, por ora, \u00e9 preservar o que foi resgatado e garantir que essas pe\u00e7as sobrevivam por mais alguns mil\u00eanios, desta vez fora da \u00e1gua.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No fundo do porto oriental de Alexandria, no Egito, arque\u00f3logos subaqu\u00e1ticos resgataram 22 blocos monumentais que pertenceram ao lend\u00e1rio Farol de Alexandria, uma das Sete Maravilhas do Mundo Antigo. As pe\u00e7as, com peso de at\u00e9 80 toneladas cada, estavam submersas h\u00e1 cerca de 1.600 anos. O que exatamente foi encontrado no fundo do mar? 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