{"id":118629,"date":"2026-05-08T02:05:00","date_gmt":"2026-05-08T05:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=118629"},"modified":"2026-05-07T14:04:37","modified_gmt":"2026-05-07T17:04:37","slug":"o-vilarejo-dos-imortais-com-3-mil-habitantes-onde-15-passaram-dos-100-anos-e-171-ja-passaram-dos-90","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/08\/o-vilarejo-dos-imortais-com-3-mil-habitantes-onde-15-passaram-dos-100-anos-e-171-ja-passaram-dos-90\/","title":{"rendered":"O vilarejo dos imortais com 3 mil habitantes onde 15 passaram dos 100 anos e 171 j\u00e1 passaram dos 90"},"content":{"rendered":"\n<p>Na ponta norte da ilha principal de <strong>Okinawa<\/strong>, no <strong>Jap\u00e3o<\/strong>, um monumento de pedra logo na entrada de um pequeno vilarejo carrega uma frase curiosa: aos 80 anos voc\u00ea ainda \u00e9 jovem, e aos 90, se os ancestrais convidarem para o c\u00e9u, pe\u00e7a que esperem at\u00e9 os 100. <strong>Ogimi<\/strong> tem cerca de 3 mil habitantes e abriga uma das maiores concentra\u00e7\u00f5es de centen\u00e1rios do planeta, com 15 moradores acima de 100 anos e 171 acima de 90, segundo dados publicados pela <a href=\"https:\/\/www.nationalgeographic.com\/premium\/article\/uncover-the-secrets-of-longevity-in-this-japanese-village\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>National Geographic<\/strong><\/a>.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A declara\u00e7\u00e3o de 1993 que transformou a longevidade em orgulho coletivo<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 23 de abril de 1993, a Federa\u00e7\u00e3o dos Clubes de Idosos de Ogimi ergueu um monumento de pedra e fez uma declara\u00e7\u00e3o p\u00fablica oficializando a vila como o lugar mais longevo do <strong>Jap\u00e3o<\/strong>. O texto, fixado em uma placa que hoje recebe os visitantes, \u00e9 uma combina\u00e7\u00e3o de humor e orgulho t\u00edpica da cultura local. Naquele ano, segundo o portal oficial de turismo do governo local, <a href=\"http:\/\/kanko.vill.ogimi.okinawa.jp\/village\/index_en.html\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ogimi Tourist Information<\/a>, o vilarejo j\u00e1 tinha a maior propor\u00e7\u00e3o de idosos do pa\u00eds.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o fica em <strong>Yanbaru<\/strong>, \u00e1rea montanhosa coberta por floresta subtropical no norte da ilha principal de Okinawa. A economia local sempre foi simples, com agricultura familiar de pequena escala, pesca e artesanato. Cerca de 80% do territ\u00f3rio da vila \u00e9 coberto por florestas, e os moradores costumam trabalhar nas hortas e participar de eventos comunit\u00e1rios at\u00e9 idades muito avan\u00e7adas.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Elderly_residents_dining_with_woman_202605071212-1-1024x576.jpg\" alt=\"O vilarejo dos imortais com 3 mil habitantes onde 15 passaram dos 100 anos e 171 j\u00e1 passaram dos 90\" class=\"wp-image-119462\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Elderly_residents_dining_with_woman_202605071212-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Elderly_residents_dining_with_woman_202605071212-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Elderly_residents_dining_with_woman_202605071212-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Elderly_residents_dining_with_woman_202605071212-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Elderly_residents_dining_with_woman_202605071212-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Elderly_residents_dining_with_woman_202605071212-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">O vilarejo dos imortais com 3 mil habitantes onde 15 passaram dos 100 anos e 171 j\u00e1 passaram dos 90 \/\/ IMAGEM ILUSTRATIVA<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Cinco d\u00e9cadas de pesquisa cient\u00edfica sobre os centen\u00e1rios da ilha<\/h2>\n\n\n\n<p>O <a href=\"https:\/\/www.orcls.org\/ocs\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Okinawa Centenarian Study (OCS)<\/a> acompanha os idosos da prov\u00edncia desde 1975 e \u00e9 uma das pesquisas mais longas j\u00e1 realizadas com pessoas que ultrapassaram os 100 anos. At\u00e9 2015, mais de mil centen\u00e1rios haviam sido examinados pelos pesquisadores, com idades confirmadas pelos registros familiares oficiais (koseki) das prefeituras.<\/p>\n\n\n\n<p>Os achados mostram um perfil incomum: os centen\u00e1rios de Okinawa s\u00e3o geralmente mais magros, mais baixos e apresentam menor incid\u00eancia de doen\u00e7as cardiovasculares, dem\u00eancia e alguns tipos de c\u00e2ncer em compara\u00e7\u00e3o com outras popula\u00e7\u00f5es estudadas. Segundo o professor <strong>Craig Willcox<\/strong>, da <strong>Okinawa International University<\/strong> e co-investigador principal do estudo, cerca de dois ter\u00e7os da longevidade da regi\u00e3o est\u00e3o ligados \u00e0 dieta e ao estilo de vida, enquanto o restante depende de fatores gen\u00e9ticos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Hara hachi bu, batata-doce roxa e shikuwasa: a dieta que sustenta a vila<\/h2>\n\n\n\n<p>Antes da Segunda Guerra Mundial, a alimenta\u00e7\u00e3o tradicional de Okinawa era uma fus\u00e3o de influ\u00eancias chinesas, japonesas e do sudeste asi\u00e1tico que os locais chamam de champuru, palavra que significa mistura. O alimento b\u00e1sico n\u00e3o era o arroz branco do Jap\u00e3o continental, mas variedades coloridas de batata-doce, especialmente a roxa, acompanhada de vegetais cozidos no vapor, tofu, sopa de miss\u00f4 e pequenas por\u00e7\u00f5es de peixe. Entre os ingredientes que marcam a mesa local est\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Batata-doce roxa<\/strong>: alimento b\u00e1sico tradicional, rica em antocianinas e antioxidantes, consumida cozida ou em sopas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Tofu<\/strong>: presen\u00e7a di\u00e1ria na dieta, com vers\u00e3o local mais firme e rica em prote\u00edna vegetal.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Shikuwasa<\/strong>: pequena fruta c\u00edtrica verde semelhante a um lim\u00e3o, cultivada principalmente em Ogimi, que responde por cerca de 60% da produ\u00e7\u00e3o total japonesa.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Algas marinhas<\/strong>: kombu e outras variedades servidas como acompanhamento e em caldos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Vegetais verdes e amarelos<\/strong>: consumo tr\u00eas vezes maior que a m\u00e9dia japonesa, segundo dados oficiais do portal de turismo de Ogimi.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Segundo dados do Okinawa Centenarian Study, antes da d\u00e9cada de 1960 os habitantes consumiam de 10% a 15% menos calorias do que o recomendado pelas diretrizes oficiais. A regra ainda aparece em uma frase repetida pelos mais velhos \u00e0 mesa: hara hachi bu, parar de comer quando se est\u00e1 80% satisfeito. Essa restri\u00e7\u00e3o cal\u00f3rica natural, sem desnutri\u00e7\u00e3o, \u00e9 o \u00fanico m\u00e9todo consistente de aumentar a expectativa de vida em estudos com mam\u00edferos.<\/p>\n\n\n\n<p>Quem busca um guia completo sobre <strong>Okinawa<\/strong>, vai curtir esse v\u00eddeo especialmente selecionado do canal <strong>Easy Travel Dude<\/strong>, que conta com mais de <strong>115 mil<\/strong> visualiza\u00e7\u00f5es, onde o apresentador mostra as belezas tropicais, a cultura do <strong>Reino Ryukyu<\/strong> e os segredos da longevidade no <strong>Jap\u00e3o<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"A Beginner\u2019s Guide To Okinawa, Japan\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/IIm6-9kFRoc?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Moai, ikigai e o tecido bashofu: as redes invis\u00edveis que prendem a vida<\/h2>\n\n\n\n<p>A longevidade em Ogimi n\u00e3o se explica s\u00f3 pela mesa. Os moradores mant\u00eam dois conceitos sociais centrais. O moai \u00e9 um grupo de apoio m\u00fatuo formado por amigos com interesses em comum, que se re\u00fane regularmente para conversar e dividir despesas e afetos. <strong>Takashi Inafuku<\/strong>, l\u00edder de um dos distritos da vila, contou \u00e0 National Geographic que participa de dois moais distintos, um com colegas de escola e outro com ex-colegas de trabalho.<\/p>\n\n\n\n<p>O segundo conceito \u00e9 o ikigai, traduzido como raz\u00e3o para se levantar de manh\u00e3. Pesquisadores associam esse senso de prop\u00f3sito a um poss\u00edvel fator protetor no envelhecimento, ao lado da resili\u00eancia e da coes\u00e3o comunit\u00e1ria. A vila tamb\u00e9m guarda o bashofu, tecido feito com fibras da bananeira no bairro de Kijoka. O artesanato Kijoka-bashofu foi designado <a href=\"https:\/\/kougeihin.jp\/en\/craft\/0133\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Patrim\u00f4nio Cultural Imaterial Importante do Jap\u00e3o<\/a> em 1974 e exige cerca de tr\u00eas anos para que cada planta cres\u00e7a o suficiente, com 40 plantas necess\u00e1rias para tecer um \u00fanico rolo do pano.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/28\/fundada-em-1532-com-26-km-de-praias-e-qualidade-de-vida-alta-a-2a-cidade-mais-antiga-do-brasil-e-refugio-de-aposentados-a-90-km-da-capital\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Fundada em 1532 com 26 km de praias e qualidade de vida alta: a 2\u00aa cidade mais antiga do Brasil \u00e9 ref\u00fagio de aposentados a 90 km da capital<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Yanbaru, Patrim\u00f4nio Mundial Natural pela UNESCO desde 2021<\/h2>\n\n\n\n<p>Em 26 de julho de 2021, a \u00e1rea de <strong>Yanbaru<\/strong>, que engloba Ogimi, Higashi e Kunigami, foi inscrita na <a href=\"https:\/\/whc.unesco.org\/en\/list\/1574\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Lista do Patrim\u00f4nio Mundial Natural da UNESCO<\/a> como parte do conjunto Amami-Oshima, Tokunoshima, Norte de Okinawa e Iriomote. A regi\u00e3o \u00e9 um dos santu\u00e1rios de biodiversidade mais ricos do <strong>Jap\u00e3o<\/strong>, com floresta subtropical preservada e esp\u00e9cies end\u00eamicas como a galinha-d&#8217;\u00e1gua-de-Okinawa, ave que s\u00f3 vive no norte da ilha.<\/p>\n\n\n\n<p>A regi\u00e3o integra ainda as Blue Zones popularizadas pelo pesquisador Dan Buettner, autor que estudou cinco regi\u00f5es do mundo onde as pessoas vivem mais e melhor. As outras quatro est\u00e3o fora do continente asi\u00e1tico:<\/p>\n\n\n\n<style>\n    .ant-grid { \n        \/* CORES INJETADAS AQUI *\/\n        --cor-primaria: #0050b3;\n        --cor-secundaria: #003a8c;\n        --cor-txt-secundaria: #ffffff; \n\n        display: grid; grid-template-columns: repeat(auto-fit, minmax(190px, 1fr)); gap: 15px; justify-content: center; padding: 10px;\n    }\n    \n    .ant-card { \n        border: 5px solid var(--cor-primaria); border-top: 5px solid var(--cor-secundaria); \n        border-radius: 4px; \/* CANTOS RETOS *\/\n        background-color: var(--cor-primaria); background-clip: padding-box; \n        display: flex; flex-direction: column; overflow: hidden; cursor: pointer; \n        box-shadow: 0 6px 12px rgba(0,0,0, 0.2); \n        transition: transform 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; \n        -webkit-tap-highlight-color: transparent; user-select: none; transform: translateZ(0);\n        animation: wmFadeIn 0.6s cubic-bezier(0.2, 0.8, 0.2, 1) backwards;\n    }\n    .ant-card:nth-child(1) { animation-delay: 0.1s; 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As atividades comunit\u00e1rias seguem firmes em qualquer esta\u00e7\u00e3o, e gateball, esp\u00e9cie de croquet japon\u00eas, \u00e9 hobby tradicional dos mais velhos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que esse pequeno vilarejo virou \u00edcone mundial da longevidade<\/h2>\n\n\n\n<p>Ogimi re\u00fane em uma \u00fanica comunidade tudo o que pesquisadores buscam quando estudam vidas longas: dieta natural baseada em vegetais e baixa em calorias, redes sociais ativas que combatem a solid\u00e3o, clima ameno e prop\u00f3sito comunit\u00e1rio. N\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia que o vilarejo apare\u00e7a em cinco d\u00e9cadas de estudos cient\u00edficos como refer\u00eancia sobre como envelhecer com sa\u00fade.<\/p>\n\n\n\n<p>Voc\u00ea precisa conhecer Ogimi e entender por que pesquisadores do mundo inteiro v\u00e3o at\u00e9 essa pequena vila no norte de Okinawa tentar descobrir o que faz seus moradores chegarem aos 100 anos ainda subindo em \u00e1rvores para colher fruta.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na ponta norte da ilha principal de Okinawa, no Jap\u00e3o, um monumento de pedra logo na entrada de um pequeno vilarejo carrega uma frase curiosa: aos 80 anos voc\u00ea ainda \u00e9 jovem, e aos 90, se os ancestrais convidarem para o c\u00e9u, pe\u00e7a que esperem at\u00e9 os 100. 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