{"id":120558,"date":"2026-05-10T03:05:00","date_gmt":"2026-05-10T06:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=120558"},"modified":"2026-05-10T00:38:24","modified_gmt":"2026-05-10T03:38:24","slug":"cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/","title":{"rendered":"Cinco sinais de pessoas que cresceram com pouco afeto na inf\u00e2ncia e s\u00f3 percebem isso na vida adulta, segundo a psicologia"},"content":{"rendered":"\n<p>Nem toda falta de <strong>afeto<\/strong> aparece como lembran\u00e7a clara da inf\u00e2ncia. Em muitas pessoas, ela surge anos depois como dificuldade para confiar, pedir ajuda, impor limites ou se sentir suficiente nos relacionamentos, mesmo quando a vida adulta parece estar em ordem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a falta de afeto bloqueia a capacidade de expressar emo\u00e7\u00f5es?<\/h2>\n\n\n\n<p>A neglig\u00eancia emocional nos primeiros anos de vida afeta diretamente o desenvolvimento da express\u00e3o humana. <strong><a href=\"https:\/\/news.stanford.edu\/stories\/2023\/06\/childhood-maltreatment-predicts-adult-emotional-difficulties\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Pesquisadores da Universidade Stanford revelaram em um estudo recente<\/a> <\/strong>que a aus\u00eancia prolongada de valida\u00e7\u00e3o cria uma condi\u00e7\u00e3o cl\u00ednica chamada alexitimia.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa barreira psicol\u00f3gica gera uma dificuldade cr\u00f4nica em reconhecer e nomear os pr\u00f3prios sentimentos no dia a dia. O adulto afetado por essa condi\u00e7\u00e3o pode parecer frio aos olhos da sociedade, mas na verdade sofre com um bloqueio severo de acesso ao seu pr\u00f3prio mundo interno e relacional.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_staring_at_coffee_cup_202605100037-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-120563\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_staring_at_coffee_cup_202605100037-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_staring_at_coffee_cup_202605100037-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_staring_at_coffee_cup_202605100037-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_staring_at_coffee_cup_202605100037-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_staring_at_coffee_cup_202605100037-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_staring_at_coffee_cup_202605100037.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Pessoa em sil\u00eancio na cozinha mostra dificuldade de expressar emo\u00e7\u00f5es<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/09\/massimo-recalcati-psicanalista-italiano-a-felicidade-nao-esta-em-ter-tudo-mas-em-desejar-o-que-importa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Massimo Recalcati, psicanalista italiano: \u201cA felicidade n\u00e3o est\u00e1 em ter tudo, mas em desejar o que importa\u201d<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A busca constante por valida\u00e7\u00e3o e o impacto do afeto na autoestima<\/h2>\n\n\n\n<p>Crian\u00e7as que n\u00e3o receberam afirma\u00e7\u00e3o consistente crescem sem construir uma base s\u00f3lida de seguran\u00e7a pessoal e valor pr\u00f3prio.<strong> <a href=\"https:\/\/www.sciencedirect.com\/science\/article\/abs\/pii\/S2468749924000577\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Um estudo publicado no portal ScienceDirect confirmou<\/a> <\/strong>que essa car\u00eancia se traduz em uma necessidade intensa de aprova\u00e7\u00e3o no ambiente de trabalho e nas redes sociais.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse comportamento perpetua uma voz interna cr\u00edtica que alimenta a sensa\u00e7\u00e3o de inadequa\u00e7\u00e3o di\u00e1ria. O indiv\u00edduo nunca se sente suficiente por si mesmo, mendigando por <strong>afeto<\/strong> e dependendo constantemente de elogios externos para regular a sua autoavalia\u00e7\u00e3o e conter sintomas severos de ansiedade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A dificuldade de impor limites devido \u00e0 car\u00eancia na inf\u00e2ncia<\/h2>\n\n\n\n<p>O medo de decepcionar os outros obriga o indiv\u00edduo ferido a ser sempre prestativo ou totalmente invis\u00edvel nos grupos sociais. Essa postura submissa nasce do terror inconsciente de perder a pouca aten\u00e7\u00e3o dispon\u00edvel ao seu redor, destruindo a capacidade de dizer n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Ironicamente, algumas pessoas desenvolvem o extremo oposto diante do mesmo trauma infantil. Elas criam regras r\u00edgidas e barreiras intranspon\u00edveis para nunca dependerem de ningu\u00e9m, mascarando a dor original sob uma falsa apar\u00eancia de autossufici\u00eancia absoluta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O excesso de cuidado com os outros para compensar a falta de afeto<\/h2>\n\n\n\n<p>In\u00fameros pacientes assumem o papel de cuidadores universais na tentativa inconsciente de receber o <strong>afeto<\/strong> que faltou na juventude. Esse padr\u00e3o de entrega extrema \u00e9 um dos principais causadores de codepend\u00eancia e esgotamento f\u00edsico nas fam\u00edlias modernas.<\/p>\n\n\n\n<p>A pessoa passa a negligenciar as pr\u00f3prias necessidades b\u00e1sicas diariamente. Felizmente, a neuroplasticidade do c\u00e9rebro permite reverter esses danos por m\u00e9todos terap\u00eauticos focados na reestrutura\u00e7\u00e3o do pensamento:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Terapia Cognitivo-Comportamental (TCC):<\/strong> foca na identifica\u00e7\u00e3o e quebra de cren\u00e7as disfuncionais<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Terapia focada no apego:<\/strong> trabalha a reconstru\u00e7\u00e3o profunda de v\u00ednculos seguros e confi\u00e1veis<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Psicoterapia em grupo:<\/strong> promove a valida\u00e7\u00e3o coletiva e destr\u00f3i a sensa\u00e7\u00e3o de isolamento<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a psican\u00e1lise investiga os vazios de afeto e a neurose de repeti\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>A recupera\u00e7\u00e3o exige um mergulho profundo nas lacunas emocionais deixadas pelos pais ou respons\u00e1veis legais. O processo terap\u00eautico \u00e9 indispens\u00e1vel para fortalecer a identidade do indiv\u00edduo e romper os ciclos de autodestrui\u00e7\u00e3o que sabotam o bem-estar duradouro.<\/p>\n\n\n\n<p>Para aprofundar o entendimento cl\u00ednico sobre a depend\u00eancia emocional, selecionamos a an\u00e1lise da psic\u00f3loga <strong>Rosa Maia<\/strong>, que orienta mais de <strong>3,73 mil inscritos<\/strong> no canal <strong>Psicologia Rosa<\/strong>. No v\u00eddeo a seguir, a especialista detalha como a neurose de repeti\u00e7\u00e3o nos faz buscar parceiros que replicam as mesmas neglig\u00eancias da nossa inf\u00e2ncia:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"957\" height=\"538\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/Ms5Ej1MqTGA\" title=\"CONSEQU\u00caNCIAS DA CAR\u00caNCIA AFETIVA SEGUNDO A PSICAN\u00c1LISE | Psic\u00f3loga Rosa Maia\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O resgate da autoestima atrav\u00e9s do autoconhecimento psicol\u00f3gico<\/h2>\n\n\n\n<p>Reconhecer que os seus limites foram violados no passado n\u00e3o \u00e9 um sinal de fraqueza, mas o in\u00edcio da verdadeira maturidade emocional. Romper os roteiros dolorosos da inf\u00e2ncia devolve o protagonismo sobre as pr\u00f3prias escolhas e relacionamentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Investir na sa\u00fade mental possibilita construir uma base interna segura e totalmente independente da aprova\u00e7\u00e3o alheia. Acolher a pr\u00f3pria hist\u00f3ria com compaix\u00e3o \u00e9 a atitude mais poderosa para deixar de sobreviver aos traumas e come\u00e7ar a viver com plenitude.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Nem toda falta de afeto aparece como lembran\u00e7a clara da inf\u00e2ncia. Em muitas pessoas, ela surge anos depois como dificuldade para confiar, pedir ajuda, impor limites ou se sentir suficiente nos relacionamentos, mesmo quando a vida adulta parece estar em ordem. Como a falta de afeto bloqueia a capacidade de expressar emo\u00e7\u00f5es? A neglig\u00eancia emocional [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":120562,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[117],"tags":[323,2445,510],"class_list":["post-120558","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-comportamento","tag-comportamento","tag-infancia-2","tag-psicologia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Cinco sinais de pessoas que cresceram com pouco afeto na inf\u00e2ncia e s\u00f3 percebem isso na vida adulta, segundo a psicologia - Oeste Geral<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Algumas marcas do afeto que faltou aparecem s\u00f3 na vida adulta. Entenda os sinais que psic\u00f3logos costumam observar.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Cinco sinais de pessoas que cresceram com pouco afeto na inf\u00e2ncia e s\u00f3 percebem isso na vida adulta, segundo a psicologia - Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Algumas marcas do afeto que faltou aparecem s\u00f3 na vida adulta. Entenda os sinais que psic\u00f3logos costumam observar.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-05-10T06:05:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_holding_childhood_album_202605100037.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Laila\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Laila\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"4 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Cinco sinais de pessoas que cresceram com pouco afeto na inf\u00e2ncia e s\u00f3 percebem isso na vida adulta, segundo a psicologia - Oeste Geral","description":"Algumas marcas do afeto que faltou aparecem s\u00f3 na vida adulta. Entenda os sinais que psic\u00f3logos costumam observar.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Cinco sinais de pessoas que cresceram com pouco afeto na inf\u00e2ncia e s\u00f3 percebem isso na vida adulta, segundo a psicologia - Oeste Geral","og_description":"Algumas marcas do afeto que faltou aparecem s\u00f3 na vida adulta. Entenda os sinais que psic\u00f3logos costumam observar.","og_url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/","og_site_name":"Oeste Geral","article_published_time":"2026-05-10T06:05:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_holding_childhood_album_202605100037.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Laila","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Laila","Est. tempo de leitura":"4 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/","name":"Cinco sinais de pessoas que cresceram com pouco afeto na inf\u00e2ncia e s\u00f3 percebem isso na vida adulta, segundo a psicologia - Oeste Geral","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_holding_childhood_album_202605100037.jpg","datePublished":"2026-05-10T06:05:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d"},"description":"Algumas marcas do afeto que faltou aparecem s\u00f3 na vida adulta. Entenda os sinais que psic\u00f3logos costumam observar.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_holding_childhood_album_202605100037.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Adult_holding_childhood_album_202605100037.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Adulto pensativo segura \u00e1lbum de inf\u00e2ncia em quarto silencioso e acolhedor"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/10\/cinco-sinais-de-pessoas-que-cresceram-com-pouco-afeto-na-infancia-e-so-percebem-isso-na-vida-adulta-segundo-a-psicologia\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Cinco sinais de pessoas que cresceram com pouco afeto na inf\u00e2ncia e s\u00f3 percebem isso na vida adulta, segundo a psicologia"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/","name":"Revista Oeste - Geral","description":"A Revista Oeste oferece ao p\u00fablico informa\u00e7\u00e3o sobre fatos relevantes na pol\u00edtica, na economia e nos acontecimentos da atualidade, com clareza e objetividade","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d","name":"Laila","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","caption":"Laila"},"sameAs":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"],"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/author\/lailamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/120558","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=120558"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/120558\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":120564,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/120558\/revisions\/120564"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/120562"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=120558"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=120558"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=120558"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}