{"id":122112,"date":"2026-05-14T19:05:00","date_gmt":"2026-05-14T22:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=122112"},"modified":"2026-05-13T17:59:02","modified_gmt":"2026-05-13T20:59:02","slug":"cientistas-achavam-que-a-africa-estava-se-partindo-em-duas-ate-encontrarem-sinais-de-uma-terceira-ruptura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/14\/cientistas-achavam-que-a-africa-estava-se-partindo-em-duas-ate-encontrarem-sinais-de-uma-terceira-ruptura\/","title":{"rendered":"Cientistas achavam que a \u00c1frica estava se partindo em duas, at\u00e9 encontrarem sinais de uma terceira ruptura"},"content":{"rendered":"\n<p>A&nbsp;<strong>divis\u00e3o da placa africana<\/strong>&nbsp;deixou de ser apenas hip\u00f3tese te\u00f3rica e ganha cada vez mais respaldo em dados de campo, mostrando como o continente est\u00e1 se fragmentando lentamente em grandes blocos tect\u00f4nicos e revelando impactos em rios, recursos naturais e na compreens\u00e3o da din\u00e2mica profunda da Terra.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a fratura da placa africana e como ela funciona?<\/h2>\n\n\n\n<p>As&nbsp;<strong>placas tect\u00f4nicas<\/strong>&nbsp;s\u00e3o grandes blocos r\u00edgidos que formam a litosfera, a camada externa s\u00f3lida da Terra.&nbsp;Elas se encaixam como um enorme quebra cabe\u00e7a sobre o manto, que \u00e9 uma camada mais pl\u00e1stica abaixo da crosta, e se movem de forma constante, embora muito lenta, em mil\u00edmetros a poucos cent\u00edmetros por ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Para entender como esse movimento constante das placas molda a superf\u00edcie do nosso planeta na pr\u00e1tica, o canal <strong>@<\/strong><a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@CanalTop10\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>CanalTop10<\/strong> <\/a>explica um fen\u00f4meno fascinante: a rachadura na \u00c1frica que pode dar origem a um novo oceano. O v\u00eddeo ilustra como a for\u00e7a do interior da Terra \u00e9 capaz de partir continentes inteiros ao meio:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"A Rachadura Africana que Pode Criar um NOVO Oceano na Terra\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/4Dt1CdHM5PM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Leia tamab\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/12\/cientistas-descobrem-fossil-raro-que-revela-como-as-cobras-eram-quando-ainda-tinham-pernas\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Cientistas descobrem f\u00f3ssil raro que revela como as cobras eram quando ainda tinham \u201cpernas\u201d<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 a Kafue Slenk e qual sua rela\u00e7\u00e3o com a divis\u00e3o da placa africana?<\/h2>\n\n\n\n<p>A&nbsp;<strong>Kafue Slenk<\/strong>, na Z\u00e2mbia, \u00e9 um vale tect\u00f4nico afundado chamado slenk ou rifte, formado quando a crosta \u00e9 tensionada e come\u00e7a a se abrir.&nbsp;Nesse processo, um bloco central desce em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s bordas, criando um terreno mais baixo e alongado, t\u00edpico de regi\u00f5es em que placas iniciam um processo de separa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Pesquisadores ligados \u00e0 <a href=\"https:\/\/www.frontiersin.org\/journals\/earth-science\/articles\/10.3389\/feart.2026.1799564\/full\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Universidade de Oxford<\/em><\/a> indicam que essa depress\u00e3o pode integrar uma estrutura de ruptura com cerca de 2.500 quil\u00f4metros, da Tanz\u00e2nia \u00e0 Nam\u00edbia.\u00a0Isso refor\u00e7a a ideia de que a \u00c1frica pode se dividir em blocos distintos, que evoluem em ritmos diferentes, e ajuda a explicar por que algumas \u00e1reas t\u00eam maior sismicidade e vulcanismo do que outras.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a poss\u00edvel placa San pode influenciar a geologia e os recursos naturais?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para entender esse contexto, deve-se considerar que a placa Africana est\u00e1 se dividindo em grandes blocos litosf\u00e9ricos em lento processo de separa\u00e7\u00e3o. Esse movimento configura a placa Nubiana a oeste, a placa Somali a leste e, possivelmente, a placa San ao sul, englobando \u00e1reas da Z\u00e2mbia, Botsuana, Nam\u00edbia e \u00c1frica do Sul.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa nova configura\u00e7\u00e3o tect\u00f4nica pode afetar a circula\u00e7\u00e3o de fluidos profundos e a forma\u00e7\u00e3o de reservat\u00f3rios de gases.&nbsp;Entre os impactos pr\u00e1ticos, vale destacar alguns recursos que despertam grande interesse econ\u00f4mico e estrat\u00e9gico:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>H\u00e9lio<\/strong>, essencial em resson\u00e2ncia magn\u00e9tica, criogenia e ind\u00fastria de semicondutores<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hidrog\u00eanio natural<\/strong>, visto como poss\u00edvel fonte de energia de baixo carbono em um futuro pr\u00f3ximo<\/li>\n\n\n\n<li>\u00c1guas subterr\u00e2neas ligadas a falhas profundas, com potencial para uso em abastecimento e geotermia<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Como-a-possivel-placa-San-pode-influenciar-a-geologia-e-os-recursos-naturais-1024x576.jpg\" alt=\"Cientistas achavam que a \u00c1frica estava se partindo em duas, at\u00e9 encontrarem sinais de uma terceira ruptura\" class=\"wp-image-122128\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Como-a-possivel-placa-San-pode-influenciar-a-geologia-e-os-recursos-naturais-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Como-a-possivel-placa-San-pode-influenciar-a-geologia-e-os-recursos-naturais-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Como-a-possivel-placa-San-pode-influenciar-a-geologia-e-os-recursos-naturais-768x432.jpg 768w, 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nova ferramenta que mostra onde sua casa estava localizada h\u00e1 320 milh\u00f5es de anos<\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os gases do manto revelam a divis\u00e3o da placa africana e quais s\u00e3o os pr\u00f3ximos passos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Para testar se a&nbsp;<strong>Kafue Slenk<\/strong>&nbsp;faz parte de uma grande zona de ruptura ligada \u00e0 placa San, cientistas analisaram gases que sobem do interior da Terra.&nbsp;Em fontes termais e po\u00e7os na Z\u00e2mbia, dentro e fora da slenk, eles mediram a rela\u00e7\u00e3o entre&nbsp;<strong>h\u00e9lio 3<\/strong>&nbsp;e&nbsp;<strong>h\u00e9lio 4<\/strong>, j\u00e1 que o primeiro \u00e9 t\u00edpico do manto e o segundo vem, em grande parte, da crosta.<\/p>\n\n\n\n<p>Nas \u00e1reas dentro do rifte, a propor\u00e7\u00e3o de h\u00e9lio 3 foi v\u00e1rias vezes maior que a esperada para gases de origem apenas crustal, e em alguns pontos at\u00e9 o&nbsp;<strong>di\u00f3xido de carbono<\/strong>&nbsp;mostrou assinatura mant\u00e9lica.&nbsp;Esses resultados indicam crosta mais fraturada e perme\u00e1vel, fato que orienta novas campanhas de pesquisa.&nbsp;Entre as a\u00e7\u00f5es previstas destacam se:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Coletar mais amostras de gases em Botsuana, Nam\u00edbia e possivelmente \u00c1frica do Sul<\/li>\n\n\n\n<li>Integrar dados s\u00edsmicos, gravim\u00e9tricos e de sensoriamento remoto para mapear a zona de ruptura<\/li>\n\n\n\n<li>Avaliar riscos geol\u00f3gicos e oportunidades ligadas a recursos como h\u00e9lio e hidrog\u00eanio natural<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ao integrar o estudo dos gases profundos com dados geof\u00edsicos, a ci\u00eancia n\u00e3o apenas mapeia as cicatrizes da crosta, mas tamb\u00e9m abre caminho para uma compreens\u00e3o mais clara da evolu\u00e7\u00e3o geol\u00f3gica da regi\u00e3o e do seu potencial para recursos naturais estrat\u00e9gicos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A&nbsp;divis\u00e3o da placa 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