{"id":125978,"date":"2026-05-22T02:35:00","date_gmt":"2026-05-22T05:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=125978"},"modified":"2026-05-22T01:22:09","modified_gmt":"2026-05-22T04:22:09","slug":"ha-13-milhoes-de-anos-vulcoes-no-oriente-medio-seguem-em-fase-intermitente-e-revelam-que-a-terra-ainda-se-move-por-dentro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/22\/ha-13-milhoes-de-anos-vulcoes-no-oriente-medio-seguem-em-fase-intermitente-e-revelam-que-a-terra-ainda-se-move-por-dentro\/","title":{"rendered":"H\u00e1 13 milh\u00f5es de anos, vulc\u00f5es no Oriente M\u00e9dio seguem em fase intermitente e revelam que a Terra ainda se move por dentro"},"content":{"rendered":"\n<p>Quando os <strong>vulc\u00f5es<\/strong> parecem dormir por mil\u00eanios, a d\u00favida mais inc\u00f4moda \u00e9 saber se eles realmente est\u00e3o apagados ou apenas em pausa. No <strong>Oriente M\u00e9dio<\/strong>, antigas coberturas de lava revelam uma hist\u00f3ria profunda, ligada a placas tect\u00f4nicas, magma e movimentos que come\u00e7am muito abaixo dos nossos p\u00e9s.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que os vulc\u00f5es do Oriente M\u00e9dio ainda interessam \u00e0 geologia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os <strong>vulc\u00f5es<\/strong> antigos da regi\u00e3o chamam aten\u00e7\u00e3o porque n\u00e3o s\u00e3o apenas crateras isoladas na paisagem. Eles fazem parte de um sistema maior, associado a transforma\u00e7\u00f5es tect\u00f4nicas que envolveram <strong>Jord\u00e2nia<\/strong>, <strong>Iraque<\/strong>, <strong>S\u00edria<\/strong> e \u00e1reas pr\u00f3ximas da <strong>Ar\u00e1bia Saudita<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>H\u00e1 cerca de <strong>90 milh\u00f5es de anos<\/strong>, a crosta nessa faixa passou por fraturas e grandes depress\u00f5es topogr\u00e1ficas. Esse processo abriu caminhos para a subida do <strong>magma<\/strong>, que cobriu vastas \u00e1reas com rocha vulc\u00e2nica e deixou marcas ainda vis\u00edveis no relevo.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Volcanic_fractures_in_desert_202605220119-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-125980\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Volcanic_fractures_in_desert_202605220119-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Volcanic_fractures_in_desert_202605220119-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Volcanic_fractures_in_desert_202605220119-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Volcanic_fractures_in_desert_202605220119-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Volcanic_fractures_in_desert_202605220119-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Volcanic_fractures_in_desert_202605220119.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Fraturas e rochas escuras mostram antigos caminhos de magma no deserto<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/04\/26\/o-fenomeno-hipnotizante-da-lava-azul-em-vulcoes-que-intriga-a-ciencia\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O fen\u00f4meno hipnotizante da \u201clava azul\u201d em vulc\u00f5es que intriga a ci\u00eancia<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a separa\u00e7\u00e3o da Placa Africana abriu caminho para o magma?<\/h2>\n\n\n\n<p>A origem desse cen\u00e1rio est\u00e1 ligada ao movimento da <strong>Placa Africana<\/strong>, que come\u00e7ou a se separar e ajudou a formar o atual <strong>Mar Vermelho<\/strong>. A abertura gerou tens\u00f5es de distens\u00e3o e compress\u00e3o, dois tipos de for\u00e7a capazes de enfraquecer a crosta e facilitar a ascens\u00e3o do material quente vindo do interior da Terra.<\/p>\n\n\n\n<p>Com essas fraturas, o magma encontrou rotas para alcan\u00e7ar a superf\u00edcie. O resultado foi uma faixa vulc\u00e2nica com mais de <strong>3.000 quil\u00f4metros<\/strong> de extens\u00e3o, passando do sul da <strong>Jord\u00e2nia<\/strong> ao oeste da <strong>Ar\u00e1bia Saudita<\/strong>, at\u00e9 chegar \u00e0 <strong>S\u00edria<\/strong> e ao <strong>Iraque<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Middle_East_volcanic_belt_map_202605220121-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-125981\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Middle_East_volcanic_belt_map_202605220121-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Middle_East_volcanic_belt_map_202605220121-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Middle_East_volcanic_belt_map_202605220121-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Middle_East_volcanic_belt_map_202605220121-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Middle_East_volcanic_belt_map_202605220121-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Middle_East_volcanic_belt_map_202605220121.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa geol\u00f3gico mostra campos de lava conectando \u00e1reas do Oriente M\u00e9dio<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais campos de lava revelam a escala desses vulc\u00f5es antigos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A escala desses <strong>vulc\u00f5es<\/strong> aparece melhor quando se observa a cobertura de lava deixada na regi\u00e3o. Ela abrange cerca de <strong>180 mil quil\u00f4metros quadrados<\/strong>, dimens\u00e3o que coloca esse conjunto entre os maiores campos vulc\u00e2nicos do <strong>Oriente M\u00e9dio<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as forma\u00e7\u00f5es mais citadas, algumas ajudam a entender por que a \u00e1rea segue relevante para a geologia regional:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Harrat Rahat<\/strong>, no oeste da <strong>Ar\u00e1bia Saudita<\/strong>, \u00e9 uma das forma\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas mais conhecidas da regi\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Harrat al-Sham<\/strong> se estende por \u00e1reas da <strong>S\u00edria<\/strong> e da <strong>Jord\u00e2nia<\/strong>, formando uma vasta paisagem de rochas vulc\u00e2nicas.<\/li>\n\n\n\n<li>A faixa total de lava ultrapassa <strong>3.000 quil\u00f4metros<\/strong>, conectando diferentes pa\u00edses por uma mesma hist\u00f3ria tect\u00f4nica.<\/li>\n\n\n\n<li>A fase mais recente, chamada de <strong>p\u00f3s-fragmenta\u00e7\u00e3o<\/strong>, est\u00e1 em curso h\u00e1 cerca de <strong>13 milh\u00f5es de anos<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para colocar essa atividade vulc\u00e2nica em uma escala mais ampla, o professor <strong>Leandro Ribeiro<\/strong>, em v\u00eddeo com <strong>8.061 visualiza\u00e7\u00f5es<\/strong>, discute se h\u00e1 aumento real de erup\u00e7\u00f5es em <strong>2025<\/strong> ou se estamos apenas monitorando melhor o planeta. O canal re\u00fane <strong>261 mil inscritos<\/strong> e ajuda a separar dado cient\u00edfico de alerta sensacionalista:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1095\" height=\"616\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/2fEgmH_q7Tc\" title=\"Estamos em perigo em 2025? Os VULC\u00d5ES N\u00c3O PARAM! Isso \u00e9 um problema?\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que os vulc\u00f5es revelam sobre rochas s\u00f3lidas em movimento profundo?<\/h2>\n\n\n\n<p>A liga\u00e7\u00e3o entre superf\u00edcie e interior profundo ficou mais clara com uma descoberta experimental feita por pesquisadores do <strong>ETH Zurique<\/strong>. <a href=\"https:\/\/www.sciencedaily.com\/releases\/2025\/06\/250608222155.htm\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Segundo o ScienceDaily, com base em material do ETH Zurique<\/strong><\/a>, rochas s\u00f3lidas fluem horizontalmente a quase <strong>3.000 quil\u00f4metros<\/strong> de profundidade, na fronteira entre o manto e o n\u00facleo terrestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa regi\u00e3o \u00e9 conhecida como <strong>camada D\u2033<\/strong> e fica a cerca de <strong>2.700 a 3.000 quil\u00f4metros<\/strong> abaixo da superf\u00edcie. Durante d\u00e9cadas, cientistas tentaram explicar por que ondas s\u00edsmicas mudavam de velocidade ali, como se atravessassem um material com comportamento diferente.<\/p>\n\n\n\n<p>O experimento mostrou que cristais de <strong>p\u00f3s-perovskita<\/strong> podem se alinhar em uma mesma dire\u00e7\u00e3o sob press\u00e3o e temperatura extremas. Esse alinhamento ajuda a explicar o comportamento das ondas s\u00edsmicas e torna mais vis\u00edvel o movimento lento de rochas s\u00f3lidas no fundo do manto.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Os vulc\u00f5es adormecidos podem acordar de novo?<\/h2>\n\n\n\n<p>A exist\u00eancia de <strong>vulc\u00f5es<\/strong> em fase intermitente n\u00e3o significa que uma erup\u00e7\u00e3o seja iminente. Ela indica que a regi\u00e3o pertence a um sistema geol\u00f3gico ativo em escala profunda, onde placas, fraturas e circula\u00e7\u00e3o de calor continuam influenciando o comportamento da crosta.<\/p>\n\n\n\n<p>A diferen\u00e7a entre um campo vulc\u00e2nico antigo e um risco imediato depende de sinais monitor\u00e1veis. Em \u00e1reas desse tipo, ge\u00f3logos observam principalmente:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Atividade s\u00edsmica local<\/strong>, quando pequenos tremores indicam movimenta\u00e7\u00e3o subterr\u00e2nea incomum.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Deforma\u00e7\u00f5es no terreno<\/strong>, que podem sugerir press\u00e3o interna ou deslocamento de material abaixo da superf\u00edcie.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Emiss\u00e3o de gases<\/strong>, especialmente quando h\u00e1 mudan\u00e7as na composi\u00e7\u00e3o ou no volume liberado.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hist\u00f3rico de erup\u00e7\u00f5es intermitentes<\/strong>, usado para entender padr\u00f5es de longo prazo sem criar alarmes imediatos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a camada D\u2033 ajuda a entender placas, magma e campo magn\u00e9tico?<\/h2>\n\n\n\n<p>A descoberta sobre a <strong>camada D\u2033<\/strong> amplia a forma como a geologia interpreta a Terra. Se rochas s\u00f3lidas fluem lentamente na fronteira entre o manto e o n\u00facleo, isso ajuda a visualizar o motor interno que movimenta <strong>placas tect\u00f4nicas<\/strong>, alimenta sistemas vulc\u00e2nicos e pode influenciar at\u00e9 o <strong>campo magn\u00e9tico terrestre<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O professor <strong>Motohiko Murakami<\/strong>, especialista em <strong>F\u00edsica Mineral Experimental<\/strong> no <strong>ETH Zurique<\/strong>, resumiu a descoberta ao afirmar que a Terra n\u00e3o \u00e9 ativa apenas na superf\u00edcie, mas tamb\u00e9m se move em profundidade. Essa frase muda a leitura dos vulc\u00f5es antigos: eles n\u00e3o s\u00e3o apenas rel\u00edquias geol\u00f3gicas, mas sinais de uma m\u00e1quina planet\u00e1ria em funcionamento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A Terra ainda se move onde ningu\u00e9m consegue ver<\/h2>\n\n\n\n<p>Os campos de lava do <strong>Oriente M\u00e9dio<\/strong> mostram que a paisagem pode guardar mem\u00f3rias de processos muito mais profundos do que crateras, rochas escuras e planaltos antigos sugerem. A atividade iniciada h\u00e1 milh\u00f5es de anos continua sendo lida pela ci\u00eancia como parte de um sistema lento, amplo e ainda incompleto.<\/p>\n\n\n\n<p>O ponto central n\u00e3o \u00e9 transformar esses vulc\u00f5es em amea\u00e7a imediata, mas entender o que eles revelam sobre o planeta. A superf\u00edcie parece est\u00e1vel, mas a Terra continua trabalhando por dentro, em uma escala de tempo que ultrapassa qualquer gera\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando os vulc\u00f5es parecem dormir por mil\u00eanios, a d\u00favida mais inc\u00f4moda \u00e9 saber se eles realmente est\u00e3o apagados ou apenas em pausa. No Oriente M\u00e9dio, antigas coberturas de lava revelam uma hist\u00f3ria profunda, ligada a placas tect\u00f4nicas, magma e movimentos que come\u00e7am muito abaixo dos nossos p\u00e9s. Por que os vulc\u00f5es do Oriente M\u00e9dio ainda [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":125979,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"vulc\u00f5es","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"For\u00e7as ocultas sob a Terra ajudam a explicar vulc\u00f5es antigos no Oriente M\u00e9dio. 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