{"id":130614,"date":"2026-05-31T14:35:00","date_gmt":"2026-05-31T17:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=130614"},"modified":"2026-05-30T22:46:52","modified_gmt":"2026-05-31T01:46:52","slug":"a-psicologia-mostra-por-que-a-crianca-que-nao-dava-trabalho-pode-crescer-sem-saber-nomear-o-que-sente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/31\/a-psicologia-mostra-por-que-a-crianca-que-nao-dava-trabalho-pode-crescer-sem-saber-nomear-o-que-sente\/","title":{"rendered":"A psicologia mostra por que a crian\u00e7a que \u201cn\u00e3o dava trabalho\u201d pode crescer sem saber nomear o que sente"},"content":{"rendered":"\n<p>Voc\u00ea lembra de alguma crian\u00e7a que nunca chorava, nunca reclamava e parecia sempre bem? Segundo a <strong>psicologia<\/strong>, a <strong>crian\u00e7a<\/strong> que \u201cn\u00e3o dava trabalho\u201d pode n\u00e3o ter sido apenas tranquila, mas aprendido cedo a esconder tristeza, medo e frustra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que algumas crian\u00e7as aprendem a suprimir o que sentem?<\/h2>\n\n\n\n<p>A pesquisa sobre <strong>socializa\u00e7\u00e3o emocional<\/strong> mostra que a forma como pais e m\u00e3es reagem \u00e0s emo\u00e7\u00f5es dos filhos molda diretamente a compet\u00eancia emocional e social dessas crian\u00e7as. Quando as respostas dos adultos s\u00e3o pouco acolhedoras ou pouco sens\u00edveis, os resultados tendem a seguir a dire\u00e7\u00e3o oposta.<\/p>\n\n\n\n<p>Nem toda crian\u00e7a \u201cf\u00e1cil\u201d \u00e9 tranquila por natureza. Algumas chegam a esse perfil porque s\u00e3o seguras e bem reguladas emocionalmente. Outras, por\u00e9m, chegam a ele porque aprenderam a se inibir, a n\u00e3o demonstrar mal-estar e a n\u00e3o sobrecarregar as pessoas ao redor com o que sentem. A diferen\u00e7a entre esses dois perfis \u00e9 fundamental.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Childs_plea_missed_by_adult_202605021106-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-117290\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Childs_plea_missed_by_adult_202605021106-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Childs_plea_missed_by_adult_202605021106-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Childs_plea_missed_by_adult_202605021106-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Childs_plea_missed_by_adult_202605021106-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Childs_plea_missed_by_adult_202605021106-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Childs_plea_missed_by_adult_202605021106.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Uma fotografia documental de uma cena dom\u00e9stica t\u00e1til, onde a crian\u00e7a contida exibe um struggle interno enquanto o cuidador est\u00e1 distra\u00eddo, perdendo a conex\u00e3o emocional sob luz natural<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong><strong><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/30\/a-psicologia-explica-que-a-resiliencia-de-quem-cresceu-nos-anos-60-e-70-nasceu-da-liberdade-longe-dos-pais\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A psicologia explica que a resili\u00eancia de quem cresceu nos anos 60 e 70 nasceu da liberdade longe dos pais<\/a><\/strong><\/strong><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a pesquisa sobre regula\u00e7\u00e3o emocional revela sobre a inf\u00e2ncia?<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/articles\/PMC3572750\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Um estudo sobre socializa\u00e7\u00e3o emocional indexado no PMC<\/strong><\/a> constatou que pessoas que relatavam estrat\u00e9gias parentais pouco acolhedoras na inf\u00e2ncia apresentavam, na vida adulta, menos habilidades de regula\u00e7\u00e3o emocional e maior uso de estrat\u00e9gias desadaptativas. Essa combina\u00e7\u00e3o esteve associada a <strong>maior ansiedade como tra\u00e7o de personalidade<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O padr\u00e3o se repete em diferentes linhas de pesquisa. Revis\u00f5es sobre a <strong>psicologia do apego<\/strong> indicam que a disponibilidade das figuras pr\u00f3ximas desde cedo molda a forma como uma pessoa aprende a vivenciar, regular e expressar emo\u00e7\u00f5es ao longo da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Um perfil espec\u00edfico merece aten\u00e7\u00e3o: o <strong>apego evitativo<\/strong>. Nele, a pessoa parece muito autossuficiente, mas tem dificuldade real de se apoiar nos outros ou demonstrar vulnerabilidade. \u00c9 o que os pesquisadores chamam de pseudoautonomia.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A crian\u00e7a muito contida pode estar mais exposta a dificuldades futuras?<\/h2>\n\n\n\n<p>Estudos recentes sobre <strong>autocontrole infantil<\/strong> mostram que perfis muito contidos e r\u00edgidos podem ficar mais expostos a sintomas de ansiedade e a rela\u00e7\u00f5es mais dif\u00edceis com os pares. A ideia de que a crian\u00e7a que n\u00e3o protesta est\u00e1 necessariamente melhor n\u00e3o encontra respaldo na literatura atual.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os padr\u00f5es que a pesquisa identifica como consequ\u00eancia de ambientes emocionalmente pouco receptivos, destacam-se:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Supress\u00e3o emocional<\/strong>: tend\u00eancia de reduzir ou esconder a express\u00e3o do que se sente, especialmente em contextos sociais<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Alexitimia<\/strong>: dificuldade de identificar e nomear as pr\u00f3prias emo\u00e7\u00f5es, associada a hist\u00f3ricos de neglig\u00eancia ou invalida\u00e7\u00e3o emocional na inf\u00e2ncia<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Pseudoautonomia<\/strong>: apar\u00eancia de autossufici\u00eancia que mascara dificuldade real de solicitar ajuda ou demonstrar fragilidade<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Ansiedade como tra\u00e7o<\/strong>: padr\u00e3o persistente de tens\u00e3o emocional que n\u00e3o est\u00e1 ligado a situa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas, mas \u00e0 forma como a pessoa regula o que sente<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A <strong>Dr.\u1d43 Ana Beatriz Barbosa<\/strong>, psiquiatra com ampla atua\u00e7\u00e3o em temas de sa\u00fade mental e cria\u00e7\u00e3o de filhos, aborda esses desafios com profundidade no canal <strong>C\u00f3digos do Mindset<\/strong>, que conta com mais de <strong>70 mil inscritos<\/strong>. No epis\u00f3dio abaixo, ela conversa com <strong>Evelyn Regly<\/strong> sobre os equ\u00edvocos mais comuns na cria\u00e7\u00e3o dos filhos e o papel do afeto real no desenvolvimento emocional saud\u00e1vel:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"957\" height=\"538\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/3oj-trWeYq0\" title=\"As Duras Verdades e Li\u00e7\u00f5es sobre A Cria\u00e7\u00e3o dos Filhos | Dra. Ana Beatriz\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O \u201cestou bem\u201d como reflexo aprendido, n\u00e3o como estado real<\/h2>\n\n\n\n<p>Em alguns adultos, o autom\u00e1tico \u201cestou bem\u201d n\u00e3o funciona como uma descri\u00e7\u00e3o honesta do estado emocional. Funciona como um reflexo aprendido: uma forma de baixar o conflito, continuar funcionando ou n\u00e3o se sentir um fardo para os outros.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Uma revis\u00e3o metanal\u00edtica publicada no PubMed<\/strong><\/a>, reunindo <strong>99 amostras independentes<\/strong> e mais de <strong>36 mil participantes<\/strong>, constatou que o mau-trato infantil se relaciona positivamente com a alexitimia na vida adulta. O <strong>abuso emocional<\/strong>, a <strong>neglig\u00eancia emocional<\/strong> e a <strong>neglig\u00eancia f\u00edsica<\/strong> figuraram como os preditores mais fortes.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso n\u00e3o significa que toda pessoa reservada carregue esse hist\u00f3rico. Mas indica que, quando houve invalida\u00e7\u00e3o ou exig\u00eancia de adapta\u00e7\u00e3o permanente na inf\u00e2ncia, pode restar uma marca na forma de perceber o que acontece internamente.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o trauma infantil se conecta \u00e0 supress\u00e3o emocional na vida adulta?<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Pesquisa indexada no PMC sobre trauma infantil e regula\u00e7\u00e3o emocional<\/strong><\/a> constatou que experi\u00eancias adversas nos primeiros anos de vida est\u00e3o associadas a maior supress\u00e3o emocional na vida adulta. Em um estudo de <strong>2024<\/strong>, um hist\u00f3rico mais extenso de trauma infantil previu maior supress\u00e3o de <strong>emo\u00e7\u00f5es positivas<\/strong> durante intera\u00e7\u00f5es sociais, e essa supress\u00e3o esteve associada a <strong>menor desejo de se relacionar novamente<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados refor\u00e7am que o impacto n\u00e3o se limita \u00e0s emo\u00e7\u00f5es negativas. A crian\u00e7a que aprendeu a suprimir o que sente pode chegar \u00e0 vida adulta com dificuldade de sentir e expressar tamb\u00e9m alegria, afeto e conex\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os padr\u00f5es identificados pela pesquisa como associados a esse hist\u00f3rico, vale destacar:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Dificuldade de confiar nas pr\u00f3prias percep\u00e7\u00f5es emocionais<\/li>\n\n\n\n<li>Tend\u00eancia a minimizar necessidades pr\u00f3prias em rela\u00e7\u00f5es afetivas<\/li>\n\n\n\n<li>Maior vulnerabilidade a <strong>sintomas de ansiedade e depress\u00e3o<\/strong> na adolesc\u00eancia e na vida adulta<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a psicologia aponta como caminho para a crian\u00e7a que cresceu assim?<\/h2>\n\n\n\n<p>Reconhecer esse padr\u00e3o \u00e9 o primeiro passo. <a href=\"https:\/\/pmc.ncbi.nlm.nih.gov\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Conforme revis\u00e3o sobre apego e comportamentos associados publicada no PMC<\/strong><\/a>, as formas inseguras de apego n\u00e3o determinam um destino fixo: com suporte adequado, os padr\u00f5es de regula\u00e7\u00e3o emocional podem ser revistos e ampliados ao longo da vida.<\/p>\n\n\n\n<p>Para pais e cuidadores, a pesquisa aponta que <strong>acolher a emo\u00e7\u00e3o<\/strong> n\u00e3o significa ceder a qualquer demanda. Significa nomear o que a crian\u00e7a sente, validar a experi\u00eancia e ajud\u00e1-la a atravessar o desconforto, em vez de ensin\u00e1-la a escond\u00ea-lo. Essa diferen\u00e7a, pequena na apar\u00eancia, \u00e9 o que separa uma crian\u00e7a emocionalmente segura de uma crian\u00e7a apenas bem-comportada.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea lembra de alguma crian\u00e7a que nunca chorava, nunca reclamava e parecia sempre bem? Segundo a psicologia, a crian\u00e7a que \u201cn\u00e3o dava trabalho\u201d pode n\u00e3o ter sido apenas tranquila, mas aprendido cedo a esconder tristeza, medo e frustra\u00e7\u00e3o. Por que algumas crian\u00e7as aprendem a suprimir o que sentem? 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