{"id":131033,"date":"2026-05-31T20:40:00","date_gmt":"2026-05-31T23:40:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=131033"},"modified":"2026-05-31T16:00:30","modified_gmt":"2026-05-31T19:00:30","slug":"existe-um-tipo-de-resiliencia-quase-extinta-em-adultos-com-menos-de-cinquenta-anos-e-quase-universal-em-quem-cresceu-nos-anos-60-e-70-nao-e-dureza-e-a-marca-de-uma-infancia-que-nao-tinha-o-adulto-co","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/31\/existe-um-tipo-de-resiliencia-quase-extinta-em-adultos-com-menos-de-cinquenta-anos-e-quase-universal-em-quem-cresceu-nos-anos-60-e-70-nao-e-dureza-e-a-marca-de-uma-infancia-que-nao-tinha-o-adulto-co\/","title":{"rendered":"Existe um tipo de resili\u00eancia quase extinta em adultos com menos de cinquenta anos e quase universal em quem cresceu nos anos 60 e 70: n\u00e3o \u00e9 dureza, \u00e9 a marca de uma inf\u00e2ncia que n\u00e3o tinha o adulto como resposta autom\u00e1tica"},"content":{"rendered":"\n<p>Tem uma coisa curiosa que aparece quando voc\u00ea compara gera\u00e7\u00f5es. Muita gente que cresceu nos anos 60 e 70 carrega um tipo de jogo de cintura na hora do aperto que ficou mais raro em quem veio depois. E n\u00e3o, isso n\u00e3o \u00e9 sobre ser dur\u00e3o ou ter &#8220;sofrido mais&#8221;. \u00c9 sobre o tipo de inf\u00e2ncia que essas pessoas tiveram, e o que ela treinou sem ningu\u00e9m perceber.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que era essa resili\u00eancia?<\/h2>\n\n\n\n<p>Resili\u00eancia aqui n\u00e3o significa ser frio ou aguentar tudo calado. Significa <strong>resolver problema sem precisar de ajuda na hora<\/strong> e conseguir ficar de boa quando as coisas n\u00e3o saem como planejado. \u00c9 a diferen\u00e7a entre travar diante de um perrengue e simplesmente partir para a a\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gemini_Generated_Image_sif556sif556sif5-1-1024x576.jpg\" alt=\"Duas crian\u00e7as sentadas no ch\u00e3o montam um carrinho de madeira com martelo e ferramentas, em quintal simples ao p\u00f4r do sol.\" class=\"wp-image-131050\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gemini_Generated_Image_sif556sif556sif5-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gemini_Generated_Image_sif556sif556sif5-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gemini_Generated_Image_sif556sif556sif5-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gemini_Generated_Image_sif556sif556sif5-1-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gemini_Generated_Image_sif556sif556sif5-1-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Gemini_Generated_Image_sif556sif556sif5-1.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Cena mostra crian\u00e7as concentradas em uma atividade manual, criando um carrinho artesanal com materiais simples.<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Quem cresceu naquela \u00e9poca teve muito treino nessas duas coisas. N\u00e3o por m\u00e9rito de uma educa\u00e7\u00e3o melhor, mas porque a vida empurrava pra isso o tempo todo. E \u00e9 a\u00ed que mora a explica\u00e7\u00e3o real, longe de qualquer saudosismo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que essa gera\u00e7\u00e3o teve tanto treino?<\/h2>\n\n\n\n<p>Foi uma combina\u00e7\u00e3o de fatores da \u00e9poca. As <strong>m\u00e3es entraram no mercado de trabalho<\/strong> em peso, as op\u00e7\u00f5es de creche eram poucas e a rotina das fam\u00edlias era corrida. O resultado foi um monte de crian\u00e7a com tempo livre e sem adulto por perto o dia inteiro.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa molecada ia e voltava da escola sozinha, entrava em casa sozinha e passava horas se virando. Quando dava briga na rua, n\u00e3o tinha um adulto ali para apartar. Tinham que <strong>negociar entre si<\/strong>. E \u00e9 justamente esse tipo de situa\u00e7\u00e3o repetida que vira habilidade.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O lado que ningu\u00e9m deve romantizar<\/h2>\n\n\n\n<p>Aqui entra a parte honesta. Esse mesmo cen\u00e1rio tamb\u00e9m produziu coisas ruins. Teve crian\u00e7a <strong>negligenciada de verdade<\/strong>, crian\u00e7a solit\u00e1ria, crian\u00e7a lidando com situa\u00e7\u00f5es grandes demais para a idade. Isso n\u00e3o \u00e9 detalhe pequeno, e aparece com clareza nos estudos sobre o assunto.<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja, n\u00e3o d\u00e1 para olhar pra tr\u00e1s como se fosse um para\u00edso perdido. O mesmo abandono que treinou autonomia em uns deixou marcas pesadas em outros. As duas coisas s\u00e3o verdade ao mesmo tempo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a ci\u00eancia diz?<\/h2>\n\n\n\n<p>Boa parte dessa conversa vem de uma <a href=\"https:\/\/psychology.iresearchnet.com\/developmental-psychology\/adult-development-and-aging\/berkeley-oakland-longitudinal-studies\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">pesquisa longa feita na Universidade da Calif\u00f3rnia<\/a>, em Berkeley, que acompanhou pessoas por d\u00e9cadas. Um achado chamou aten\u00e7\u00e3o: gente que passou por <strong>dificuldades s\u00e9rias na inf\u00e2ncia<\/strong> muitas vezes mostrava resultados emocionais melhores na vida adulta do que o esperado.<\/p>\n\n\n\n<p>Mas aten\u00e7\u00e3o, porque \u00e9 f\u00e1cil distorcer isso. A pesquisa n\u00e3o diz que sofrimento faz bem nem que existe uma causa m\u00e1gica \u00fanica. Ela aponta um <strong>conjunto<\/strong> de coisas: lidar com mudan\u00e7a, se virar sozinho, se acostumar com a ideia de que nem tudo \u00e9 previs\u00edvel.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">E hoje, por que ficou mais raro?<\/h2>\n\n\n\n<p>A inf\u00e2ncia mudou de figura. Ficou mais <strong>supervisionada e mais cheia de agenda<\/strong>, com adulto por perto para ajudar a resolver quase tudo. Some a isso a chegada das telas, que ocupou o espa\u00e7o daquele tempo livre sem rumo. O psic\u00f3logo Jonathan Haidt fala bastante sobre esse efeito da troca do brincar pelo celular.<\/p>\n\n\n\n<p>A quest\u00e3o n\u00e3o \u00e9 decidir qual gera\u00e7\u00e3o \u00e9 melhor. As crian\u00e7as de hoje ganharam coisas importantes, como <strong>mais espa\u00e7o para falar de emo\u00e7\u00f5es<\/strong>, algo que faltou no passado. O ponto \u00e9 entender o que se perdeu no meio do caminho para tentar recuperar de um jeito saud\u00e1vel, sem precisar largar ningu\u00e9m na rua para isso.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como treinar isso sem voltar no tempo?<\/h2>\n\n\n\n<p>Essa habilidade n\u00e3o depende de m\u00e1quina do tempo. D\u00e1 para criar pequenas chances de a crian\u00e7a <strong>se virar sozinha<\/strong> dentro de um ambiente seguro: deixar resolver um probleminha antes de correr para ajudar, aguentar um t\u00e9dio sem entregar a tela na hora, lidar com uma frustra\u00e7\u00e3o pequena at\u00e9 o fim.<\/p>\n\n\n\n<p>Vale para adulto tamb\u00e9m. Encarar um perrengue chato sem terceirizar na hora, tolerar a sensa\u00e7\u00e3o ruim de algo n\u00e3o dar certo de primeira, insistir mais um pouco. <strong>Resili\u00eancia se constr\u00f3i na pr\u00e1tica<\/strong>, n\u00e3o nasce pronta. E o melhor \u00e9 que d\u00e1 para construir hoje, com cuidado e sem nenhuma dose de abandono.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tem uma coisa curiosa que aparece quando voc\u00ea compara gera\u00e7\u00f5es. Muita gente que cresceu nos anos 60 e 70 carrega um tipo de jogo de cintura na hora do aperto que ficou mais raro em quem veio depois. 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