{"id":131654,"date":"2026-06-02T06:55:00","date_gmt":"2026-06-02T09:55:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=131654"},"modified":"2026-06-02T04:24:15","modified_gmt":"2026-06-02T07:24:15","slug":"a-formacao-submersa-de-100-metros-no-japao-que-parece-uma-piramide-e-ainda-intriga-geologos-e-mergulhadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/02\/a-formacao-submersa-de-100-metros-no-japao-que-parece-uma-piramide-e-ainda-intriga-geologos-e-mergulhadores\/","title":{"rendered":"A forma\u00e7\u00e3o submersa de 100 metros no Jap\u00e3o que parece uma pir\u00e2mide e ainda intriga ge\u00f3logos e mergulhadores"},"content":{"rendered":"\n<p>No fundo do mar, nem toda forma estranha \u00e9 simples recife. Perto de <strong>Yonaguni<\/strong>, no <strong>Jap\u00e3o<\/strong>, uma <strong>pir\u00e2mide<\/strong> submersa a cerca de <strong>25 metros<\/strong> exp\u00f5e degraus, \u00e2ngulos e terra\u00e7os que ainda dividem ge\u00f3logos, mergulhadores e curiosos.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a pir\u00e2mide submersa foi encontrada no Jap\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>O local foi descoberto em <strong>1986<\/strong> pelo mergulhador japon\u00eas <strong>Kihachiro Aratake<\/strong>. Ele procurava novos pontos para observar tubar\u00f5es-martelo na costa de <strong>Yonaguni<\/strong> quando encontrou uma grande estrutura com patamares, \u00e2ngulos retos e apar\u00eancia monumental.<\/p>\n\n\n\n<p>O impacto visual fez o ponto ganhar o apelido de <strong>Atl\u00e2ntida do Jap\u00e3o<\/strong>. Desde ent\u00e3o, a forma\u00e7\u00e3o virou um dos destinos submersos mais debatidos do <strong>Pac\u00edfico<\/strong>, justamente por parecer misturar escala natural com formas que lembram degraus esculpidos.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Yonaguni_Monument_underwater_dis\u2026_202605290359-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-129583\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Yonaguni_Monument_underwater_dis\u2026_202605290359-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Yonaguni_Monument_underwater_dis\u2026_202605290359-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Yonaguni_Monument_underwater_dis\u2026_202605290359-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Yonaguni_Monument_underwater_dis\u2026_202605290359-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Yonaguni_Monument_underwater_dis\u2026_202605290359-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Yonaguni_Monument_underwater_dis\u2026_202605290359.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Patamares de Yonaguni surgem em \u00e1gua clara perto do recife<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/05\/pesquisas-recentes-mostram-quem-realmente-construiu-as-piramides-do-egito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Pesquisas recentes mostram quem realmente construiu as pir\u00e2mides do Egito<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais dimens\u00f5es tornam a pir\u00e2mide t\u00e3o incomum?<\/h2>\n\n\n\n<p>A estrutura principal fica em uma \u00e1rea com cerca de <strong>100 metros de comprimento<\/strong> por <strong>40 metros de largura<\/strong>. O bloco central mede aproximadamente <strong>50 metros de comprimento<\/strong> e chega a cerca de <strong>20 metros de altura<\/strong>, formando um conjunto dif\u00edcil de ignorar durante o mergulho.<\/p>\n\n\n\n<p>As rochas s\u00e3o compostas principalmente por <strong>arenito<\/strong> e <strong>argilito<\/strong> do <strong>Mioceno<\/strong>, com idade aproximada de <strong>20 milh\u00f5es de anos<\/strong>. Esses dados refor\u00e7am a leitura geol\u00f3gica, j\u00e1 que o material \u00e9 muito anterior a qualquer civiliza\u00e7\u00e3o humana conhecida.<\/p>\n\n\n\n<p>Os n\u00fameros mais citados ajudam a entender por que a forma\u00e7\u00e3o chama tanta aten\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Profundidade:<\/strong> cerca de <strong>25 metros<\/strong> abaixo da superf\u00edcie do oceano.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Complexo total:<\/strong> aproximadamente <strong>100 metros<\/strong> de comprimento por <strong>40 metros<\/strong> de largura.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Estrutura central:<\/strong> cerca de <strong>50 metros<\/strong> de comprimento e <strong>20 metros<\/strong> de altura.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Composi\u00e7\u00e3o:<\/strong> rochas sedimentares de <strong>arenito<\/strong> e <strong>argilito<\/strong>.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a pir\u00e2mide parece constru\u00e7\u00e3o humana?<\/h2>\n\n\n\n<p>O fasc\u00ednio por <strong>Yonaguni<\/strong> vem da apar\u00eancia organizada da rocha. Em v\u00e1rios trechos, mergulhadores observam superf\u00edcies planas, degraus sucessivos, corredores naturais e quinas que lembram uma arquitetura antiga submersa.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse aspecto visual alimentou a hip\u00f3tese de que a estrutura poderia ter recebido interven\u00e7\u00e3o humana. A ideia \u00e9 defendida principalmente pelo ge\u00f3logo marinho <strong>Masaaki Kimura<\/strong>, da <strong>Universidade de Ryukyu<\/strong>, que v\u00ea nos terra\u00e7os e \u00e2ngulos um padr\u00e3o dif\u00edcil de explicar apenas pela eros\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que ge\u00f3logos defendem origem natural para a forma\u00e7\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>A interpreta\u00e7\u00e3o mais aceita entre ge\u00f3logos \u00e9 que a estrutura resulta de fraturas naturais, eros\u00e3o marinha e atividade tect\u00f4nica. <a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Estruturas_de_Yonaguni\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>A p\u00e1gina enciclop\u00e9dica sobre as Estruturas de Yonaguni<\/strong><\/a> registra que o local \u00e9 debatido desde sua documenta\u00e7\u00e3o, com divis\u00e3o entre origem natural e poss\u00edvel interven\u00e7\u00e3o humana.<\/p>\n\n\n\n<p>O ge\u00f3logo <strong>Robert Schoch<\/strong>, da <strong>Universidade de Boston<\/strong>, \u00e9 um dos nomes associados \u00e0 leitura natural da forma\u00e7\u00e3o. Para ele, as fraturas retas podem ser explicadas pela estratifica\u00e7\u00e3o das rochas sedimentares e pela forma como o arenito se parte sob press\u00e3o tect\u00f4nica e eros\u00e3o.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Sedimentary_rock_erosion_creatin\u2026_202605290359-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-129584\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Sedimentary_rock_erosion_creatin\u2026_202605290359-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Sedimentary_rock_erosion_creatin\u2026_202605290359-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Sedimentary_rock_erosion_creatin\u2026_202605290359-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Sedimentary_rock_erosion_creatin\u2026_202605290359-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Sedimentary_rock_erosion_creatin\u2026_202605290359-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Sedimentary_rock_erosion_creatin\u2026_202605290359.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o mostra eros\u00e3o criando degraus em rocha sedimentar<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que sustenta a hip\u00f3tese de pir\u00e2mide feita por humanos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os defensores da hip\u00f3tese artificial n\u00e3o apontam apenas a dimens\u00e3o da forma\u00e7\u00e3o. Eles destacam a repeti\u00e7\u00e3o de formas que parecem planejadas, como se a rocha tivesse sido usada para criar terra\u00e7os ou plataformas em uma \u00e1rea hoje coberta pelo oceano.<\/p>\n\n\n\n<p>Os principais elementos citados por essa interpreta\u00e7\u00e3o s\u00e3o estes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Patamares largos:<\/strong> \u00e1reas planas que lembram terra\u00e7os ou plataformas de circula\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Degraus sucessivos:<\/strong> formas em n\u00edveis que parecem organizadas em sequ\u00eancia.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Arestas retil\u00edneas:<\/strong> cortes que chamam aten\u00e7\u00e3o pela regularidade visual.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Aus\u00eancia de blocos soltos:<\/strong> detalhe usado para questionar uma eros\u00e3o comum no local.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Qual \u00e9 o consenso atual sobre a pir\u00e2mide submersa?<\/h2>\n\n\n\n<p>Apesar do fasc\u00ednio popular, o consenso cient\u00edfico permanece cauteloso. At\u00e9 hoje, n\u00e3o foram encontrados objetos arqueol\u00f3gicos catalog\u00e1veis no entorno, como ferramentas, cer\u00e2micas, inscri\u00e7\u00f5es ou vest\u00edgios humanos que comprovem a exist\u00eancia de uma cidade submersa.<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, forma\u00e7\u00f5es costeiras pr\u00f3ximas exibem fraturas e degraus semelhantes acima da superf\u00edcie. A for\u00e7a das correntes, a a\u00e7\u00e3o das ondas e a tect\u00f4nica regional podem ter produzido uma paisagem que o olhar humano interpreta como arquitetura.<\/p>\n\n\n\n<p>Para visualizar os principais argumentos que cercam a estrutura, selecionamos o conte\u00fado do canal <strong>Ei Nerd<\/strong>, com mais de <strong>14,4 milh\u00f5es de inscritos<\/strong>. No v\u00eddeo a seguir, imagens e hip\u00f3teses ajudam a comparar a leitura geol\u00f3gica com a teoria de uma antiga constru\u00e7\u00e3o submersa:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1141\" height=\"642\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/dEFsa7WWViE\" title=\"ATL\u00c2NTIDA FOI ENCONTRADA! YONAGUNI: A CIDADE SUBMERSA NO JAP\u00c3O\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que Yonaguni virou destino de turismo geol\u00f3gico?<\/h2>\n\n\n\n<p>Mesmo sem prova definitiva de origem humana, o local se tornou um dos mergulhos mais procurados do extremo sudoeste japon\u00eas. <a href=\"https:\/\/www.japan.travel\/en\/spot\/611\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O roteiro oficial da Ag\u00eancia de Turismo do Jap\u00e3o<\/strong><\/a> apresenta a estrutura abertamente, convidando visitantes a observar o monumento submerso e formar sua pr\u00f3pria interpreta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa abordagem ajuda a preservar o mist\u00e9rio sem transformar a d\u00favida em certeza artificial. Para a geologia, <strong>Yonaguni<\/strong> \u00e9 valiosa justamente porque mostra como a natureza pode produzir formas que parecem planejadas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a d\u00favida mant\u00e9m a pir\u00e2mide de Yonaguni t\u00e3o famosa?<\/h2>\n\n\n\n<p>A for\u00e7a da hist\u00f3ria est\u00e1 na fronteira entre rocha, imagina\u00e7\u00e3o e ci\u00eancia. A forma\u00e7\u00e3o parece uma constru\u00e7\u00e3o antiga, mas as evid\u00eancias dispon\u00edveis ainda n\u00e3o permitem tratar essa apar\u00eancia como prova de uma civiliza\u00e7\u00e3o perdida.<\/p>\n\n\n\n<p>Por isso, a <strong>pir\u00e2mide<\/strong> de <strong>Yonaguni<\/strong> continua atraindo olhares. Ela n\u00e3o precisa de uma resposta fechada para impressionar: basta existir a <strong>25 metros<\/strong> de profundidade, com <strong>100 metros<\/strong> de extens\u00e3o, para lembrar como o fundo do mar ainda guarda formas capazes de desafiar interpreta\u00e7\u00f5es f\u00e1ceis.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No fundo do mar, nem toda forma estranha \u00e9 simples recife. Perto de Yonaguni, no Jap\u00e3o, uma pir\u00e2mide submersa a cerca de 25 metros exp\u00f5e degraus, \u00e2ngulos e terra\u00e7os que ainda dividem ge\u00f3logos, mergulhadores e curiosos. Como a pir\u00e2mide submersa foi encontrada no Jap\u00e3o? O local foi descoberto em 1986 pelo mergulhador japon\u00eas Kihachiro Aratake. 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