{"id":132460,"date":"2026-06-04T07:35:00","date_gmt":"2026-06-04T10:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=132460"},"modified":"2026-06-04T03:48:33","modified_gmt":"2026-06-04T06:48:33","slug":"as-crateras-quase-perfeitas-no-fundo-do-mar-que-confundiram-cientistas-revelam-quatro-forcas-escondidas-no-oceano","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/04\/as-crateras-quase-perfeitas-no-fundo-do-mar-que-confundiram-cientistas-revelam-quatro-forcas-escondidas-no-oceano\/","title":{"rendered":"As crateras quase perfeitas no fundo do mar que confundiram cientistas revelam quatro for\u00e7as escondidas no oceano"},"content":{"rendered":"\n<p>Quando um mapa mostra c\u00edrculos quase perfeitos no <strong>fundo do mar<\/strong>, a explica\u00e7\u00e3o parece apontar para vazamentos de g\u00e1s. Mas as <strong>crateras<\/strong> conhecidas como <strong>pockmarks<\/strong> podem nascer tamb\u00e9m de animais, sedimentos, gelo antigo e metano real.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que as crateras no fundo do mar confundem os cientistas?<\/h2>\n\n\n\n<p>As depress\u00f5es chamadas <strong>pockmarks<\/strong>, ou marcas de picada, aparecem em muitos trechos do relevo submarino. Durante d\u00e9cadas, a hip\u00f3tese mais repetida envolvia a libera\u00e7\u00e3o de <strong>metano<\/strong> ou outros fluidos, capazes de subir pelo sedimento e abrir cavidades circulares.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa explica\u00e7\u00e3o continua v\u00e1lida em v\u00e1rias regi\u00f5es, mas deixou de resolver todos os casos. <a href=\"https:\/\/www.sciencealert.com\/mystery-of-strange-holes-at-the-bottom-of-the-ocean-finally-solved\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Segundo a ScienceAlert<\/strong><\/a>, novas an\u00e1lises mostram que parte dessas marcas pode ter origem em processos menos \u00f3bvios do que vazamentos de g\u00e1s.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_reveals_circular_po\u2026_202605230337-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126483\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_reveals_circular_po\u2026_202605230337-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_reveals_circular_po\u2026_202605230337-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_reveals_circular_po\u2026_202605230337-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_reveals_circular_po\u2026_202605230337-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_reveals_circular_po\u2026_202605230337-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_reveals_circular_po\u2026_202605230337.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa do relevo submarino revela campo de pockmarks circulares<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/30\/o-misterio-real-do-triangulo-das-bermudas-esta-no-fundo-da-terra-e-nao-nos-navios-desaparecidos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O mist\u00e9rio real do Tri\u00e2ngulo das Bermudas est\u00e1 no fundo da Terra e n\u00e3o nos navios desaparecidos<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como botos podem deixar marcas no fundo do mar?<\/h2>\n\n\n\n<p>No <strong>Mar do Norte<\/strong>, um estudo liderado pelo geocientista <strong>Jens Schneider von Deimling<\/strong>, da <strong>Universidade de Kiel<\/strong>, mostrou que muitas depress\u00f5es rasas n\u00e3o estavam ligadas ao metano. A origem envolvia <strong>botos-comuns<\/strong> e <strong>lan\u00e7\u00e3os<\/strong>, pequenos peixes que vivem enterrados no sedimento.<\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com a pesquisa publicada na <strong>Communications Earth &amp; Environment<\/strong>, os botos mergulham para ca\u00e7ar esses peixes, revolvem a areia e deixam marcas que se acumulam. <a href=\"https:\/\/www.eurekalert.org\/news-releases\/1029632\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Conforme a EurekAlert<\/strong><\/a>, foram identificadas <strong>42.458 estruturas<\/strong> associadas a esse comportamento animal.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse caso mostrou que o mesmo formato circular pode surgir por causas muito diferentes:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Botos-comuns<\/strong> perturbam o sedimento ao buscar alimento no fundo oce\u00e2nico.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Lan\u00e7\u00e3os<\/strong> enterrados deixam pequenas depress\u00f5es ao emergir ou serem capturados.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mapas de alta resolu\u00e7\u00e3o<\/strong> podem confundir marcas biol\u00f3gicas com pockmarks cl\u00e1ssicos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Milhares de crateras rasas<\/strong> podem ter sido atribu\u00eddas ao metano sem necessidade.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Porpoise_hunting_sandeels_distur\u2026_202605230337-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126484\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Porpoise_hunting_sandeels_distur\u2026_202605230337-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Porpoise_hunting_sandeels_distur\u2026_202605230337-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Porpoise_hunting_sandeels_distur\u2026_202605230337-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Porpoise_hunting_sandeels_distur\u2026_202605230337-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Porpoise_hunting_sandeels_distur\u2026_202605230337-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Porpoise_hunting_sandeels_distur\u2026_202605230337.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Boto ca\u00e7a lan\u00e7\u00e3os e revolve a areia no fundo do Mar do Norte<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a costa da Calif\u00f3rnia revela sobre essas crateras?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na costa de <strong>Big Sur<\/strong>, na <strong>Calif\u00f3rnia<\/strong>, outro campo de depress\u00f5es chamou aten\u00e7\u00e3o por ocupar uma \u00e1rea compar\u00e1vel \u00e0 de <strong>Los Angeles<\/strong>. Pesquisadores do <strong>Monterey Bay Aquarium Research Institute<\/strong>, do <strong>USGS<\/strong> e da <strong>Universidade Stanford<\/strong> n\u00e3o encontraram evid\u00eancia significativa de g\u00e1s ou fluidos no local.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo, publicado no <strong>Journal of Geophysical Research: Earth Surface<\/strong>, apontou para um mecanismo mais discreto: a gravidade. O relevo tem uma inclina\u00e7\u00e3o suave, e sedimentos escorregam encosta abaixo h\u00e1 pelo menos <strong>280.000 anos<\/strong>, com um evento mais recente h\u00e1 cerca de <strong>14.000 anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Para visualizar a escala desse mist\u00e9rio na costa da <strong>Calif\u00f3rnia<\/strong>, selecionamos o conte\u00fado do canal <strong>Ridddle PT<\/strong>, que re\u00fane <strong>243 mil inscritos<\/strong>. No v\u00eddeo, com <strong>86.821 visualiza\u00e7\u00f5es<\/strong>, o canal aborda os buracos circulares encontrados no relevo submarino de <strong>Big Sur<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1095\" height=\"616\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/7FnWaaUcyDY\" title=\"15.000 Buracos Perfeitamente Circulares Apareceram No Fundo Do Oceano Na Costa Da Calif\u00f3rnia.\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quando o metano realmente abre crateras no fundo do mar?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>metano<\/strong> n\u00e3o saiu da explica\u00e7\u00e3o cient\u00edfica. No <strong>Mar de Barents<\/strong>, no <strong>\u00c1rtico<\/strong>, crateras gigantes foram associadas ao fim da \u00faltima era glacial, quando uma camada de gelo de at\u00e9 <strong>2 quil\u00f4metros<\/strong> cobria o fundo oce\u00e2nico e aprisionava g\u00e1s em forma de hidratos.<\/p>\n\n\n\n<p>Com o aquecimento e o recuo do gelo, esse g\u00e1s se concentrou e foi liberado de forma abrupta, abrindo depress\u00f5es de grande porte. Mais de <strong>600 flares de g\u00e1s<\/strong> ainda borbulham ao redor dessas forma\u00e7\u00f5es, sinal de que o processo continua ativo em algumas \u00e1reas.<\/p>\n\n\n\n<p>As principais causas ajudam a entender por que uma forma circular no mapa n\u00e3o basta para fechar diagn\u00f3stico:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Metano<\/strong> pode escapar do subsolo e deslocar sedimentos em regi\u00f5es espec\u00edficas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Deslizamentos submarinos<\/strong> podem ampliar depress\u00f5es ao longo de encostas suaves.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Animais marinhos<\/strong> podem produzir marcas semelhantes durante a alimenta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Gelo antigo<\/strong> pode prender hidratos e liberar g\u00e1s ap\u00f3s mudan\u00e7as clim\u00e1ticas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o fundo do mar importa para cabos e parques e\u00f3licos?<\/h2>\n\n\n\n<p>As crateras do relevo submarino n\u00e3o s\u00e3o apenas curiosidades geol\u00f3gicas. Elas afetam a forma como cientistas interpretam o ciclo global do carbono, j\u00e1 que marcas atribu\u00eddas ao <strong>metano<\/strong> podem indicar emiss\u00f5es reais em alguns lugares, mas n\u00e3o em outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Tamb\u00e9m h\u00e1 impacto pr\u00e1tico para estruturas humanas instaladas no oceano. <strong>Cabos submarinos<\/strong>, <strong>dutos<\/strong> e <strong>parques e\u00f3licos offshore<\/strong> dependem de uma leitura precisa do relevo, da estabilidade dos sedimentos e dos riscos de movimenta\u00e7\u00e3o no fundo oce\u00e2nico.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que esse mist\u00e9rio muda na leitura do oceano?<\/h2>\n\n\n\n<p>A nova leitura sobre os <strong>pockmarks<\/strong> mostra que formas parecidas podem nascer de hist\u00f3rias completamente diferentes. Em um lugar, a origem pode estar no <strong>metano<\/strong>; em outro, na ca\u00e7a de <strong>botos-comuns<\/strong>; em outro, em sedimentos que escorregam lentamente por milhares de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essa mudan\u00e7a obriga a ci\u00eancia a evitar explica\u00e7\u00f5es autom\u00e1ticas e observar cada regi\u00e3o com mais cuidado. No <strong>fundo do mar<\/strong>, uma cratera circular pode parecer simples no mapa, mas carregar uma hist\u00f3ria feita de clima, vida animal, gravidade e tempo geol\u00f3gico.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quando um mapa mostra c\u00edrculos quase perfeitos no fundo do mar, a explica\u00e7\u00e3o parece apontar para vazamentos de g\u00e1s. Mas as crateras conhecidas como pockmarks podem nascer tamb\u00e9m de animais, sedimentos, gelo antigo e metano real. Por que as crateras no fundo do mar confundem os cientistas? 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