{"id":132782,"date":"2026-06-05T07:35:00","date_gmt":"2026-06-05T10:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=132782"},"modified":"2026-06-05T00:29:03","modified_gmt":"2026-06-05T03:29:03","slug":"o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/","title":{"rendered":"O recife escondido em \u00e1guas frias que cresce como uma floresta submarina onde a luz do sol n\u00e3o chega"},"content":{"rendered":"\n<p>Um <strong>recife<\/strong> n\u00e3o precisa de \u00e1gua quente nem de sol direto para abrigar vida abundante. No <strong>Blake Plateau<\/strong>, corais de \u00e1guas frias crescem no escuro e revelam uma floresta submarina quase invis\u00edvel no fundo do oceano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde fica o maior recife de \u00e1guas frias j\u00e1 mapeado?<\/h2>\n\n\n\n<p>O maior <strong>recife<\/strong> de coral de \u00e1guas frias j\u00e1 mapeado fica no <strong>Blake Plateau<\/strong>, ao largo da costa sudeste dos <strong>Estados Unidos<\/strong>. A \u00e1rea submarina se estende entre a regi\u00e3o de <strong>Miami<\/strong> e <strong>Charleston<\/strong>, na <strong>Carolina do Sul<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta foi apresentada em <strong>2024<\/strong> pela <strong>NOAA Ocean Exploration<\/strong>, depois de mais de <strong>10 anos<\/strong> de levantamentos. A estrutura cobre cerca de <strong>6.215 quil\u00f4metros quadrados<\/strong> e re\u00fane aproximadamente <strong>83.908 montes de corais<\/strong> individuais.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_cold-water_coral_mo\u2026_202605230420-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126501\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_cold-water_coral_mo\u2026_202605230420-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_cold-water_coral_mo\u2026_202605230420-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_cold-water_coral_mo\u2026_202605230420-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_cold-water_coral_mo\u2026_202605230420-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_cold-water_coral_mo\u2026_202605230420-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Seafloor_map_cold-water_coral_mo\u2026_202605230420.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa batim\u00e9trico mostra milhares de montes de coral no Blake Plateau<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/08\/o-maior-recife-de-corais-do-mundo-se-estende-por-2-300-km-e-pode-ser-visto-do-espaco\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O maior recife de corais do mundo se estende por 2.300 km e pode ser visto do espa\u00e7o<\/strong><\/a><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como corais crescem onde a luz do sol n\u00e3o chega?<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao contr\u00e1rio dos corais tropicais, que dependem da luz solar, os corais de \u00e1guas frias vivem em profundidades onde a claridade quase n\u00e3o chega. No <strong>Blake Plateau<\/strong>, essas estruturas aparecem entre <strong>200<\/strong> e <strong>1.000 metros<\/strong> de profundidade.<\/p>\n\n\n\n<p>Nesse ambiente, a temperatura varia entre <strong>4 \u00b0C<\/strong> e <strong>12 \u00b0C<\/strong>. A vida depende menos da fotoss\u00edntese e mais do alimento carregado pelas correntes marinhas, que levam part\u00edculas org\u00e2nicas at\u00e9 o fundo.<\/p>\n\n\n\n<p>O funcionamento dessa floresta submarina depende de uma combina\u00e7\u00e3o de fatores f\u00edsicos e biol\u00f3gicos:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Corrente da Fl\u00f3rida<\/strong> e <strong>Corrente do Golfo<\/strong> transportam nutrientes para \u00e1reas profundas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Lophelia pertusa<\/strong> atua como coral construtor e forma estruturas r\u00edgidas no leito marinho.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>\u00c1guas frias<\/strong> favorecem organismos adaptados a ambientes sem luz solar direta.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Montes de coral<\/strong> criam abrigo para peixes, crust\u00e1ceos, polvos e invertebrados.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Coral_grows_in_darkness_202605230420-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126502\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Coral_grows_in_darkness_202605230420-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Coral_grows_in_darkness_202605230420-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Coral_grows_in_darkness_202605230420-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Coral_grows_in_darkness_202605230420-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Coral_grows_in_darkness_202605230420-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Coral_grows_in_darkness_202605230420.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Correntes alimentam corais brancos que crescem no escuro<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que o recife da Patag\u00f4nia argentina acrescenta?<\/h2>\n\n\n\n<p>Em <strong>2026<\/strong>, outro achado ampliou a import\u00e2ncia desses ambientes no <strong>Hemisf\u00e9rio Sul<\/strong>. <a href=\"https:\/\/news.mongabay.com\/2026\/04\/one-of-the-worlds-largest-deep-sea-coral-reefs-discovered-off-argentina\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Segundo a Mongabay<\/strong><\/a>, uma expedi\u00e7\u00e3o do <strong>Schmidt Ocean Institute<\/strong>, a bordo do navio <strong>Falkor (too)<\/strong>, revelou um grande sistema de coral de \u00e1guas frias ao largo da <strong>Patag\u00f4nia argentina<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A estrutura \u00e9 formada pelo coral p\u00e9treo <strong>Bathelia candida<\/strong> e cobre pelo menos <strong>0,4 quil\u00f4metro quadrado<\/strong> na plataforma continental argentina. A equipe liderada pela bi\u00f3loga <strong>Mar\u00eda Emilia Bravo<\/strong>, da <strong>Universidade de Buenos Aires<\/strong>, tamb\u00e9m registrou <strong>28 novas esp\u00e9cies<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>O achado chamou aten\u00e7\u00e3o porque o <strong>Bathelia candida<\/strong> apareceu cerca de <strong>600 quil\u00f4metros<\/strong> mais ao sul do que seu limite conhecido anteriormente. A nova ocorr\u00eancia, na latitude de <strong>43,5\u00b0 S<\/strong>, amplia a compreens\u00e3o sobre onde esses corais conseguem sobreviver.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a oceanografia encontra um recife escondido?<\/h2>\n\n\n\n<p>Mapear corais no oceano profundo exige mais do que uma c\u00e2mera. Pesquisadores combinam <strong>sonar multifeixe<\/strong>, ve\u00edculos submers\u00edveis, sensores de temperatura, medi\u00e7\u00f5es de salinidade, dados de corrente e imagens de alta resolu\u00e7\u00e3o para transformar \u00e1reas escuras em mapas compreens\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>Para mostrar como esse tipo de mapeamento aparece na pr\u00e1tica, o <strong>Canal USP<\/strong>, com <strong>477 mil inscritos<\/strong>, publicou um v\u00eddeo com <strong>1.550 visualiza\u00e7\u00f5es<\/strong> sobre uma expedi\u00e7\u00e3o de pesquisadores da <strong>USP<\/strong> e da <strong>Universidade de Cork<\/strong>, na <strong>Irlanda<\/strong>, ao <strong>Porcupine Bank Canyon<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1095\" height=\"616\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/igczimglaLI\" title=\"Corais de \u00e1guas profundas s\u00e3o mapeados por brasileiros e irlandeses [parte 1\/3]\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais amea\u00e7as cercam os corais profundos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Essas estruturas funcionam como florestas porque criam volume em um ambiente que poderia ser quase plano. <a href=\"https:\/\/www.gov.br\/mma\/pt-br\/composicao\/smc\/doceano\/ecossistemas-costeiros-e-marinhos\/recifes-de-coral\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>De acordo com o Minist\u00e9rio do Meio Ambiente e Mudan\u00e7a do Clima<\/strong><\/a>, recifes de coral est\u00e3o entre os ecossistemas mais diversos dos oceanos.<\/p>\n\n\n\n<p>A fragilidade desses ambientes aparece justamente na lentid\u00e3o com que crescem e na facilidade com que podem ser danificados:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Pesca de arrasto de fundo<\/strong> pode quebrar estruturas formadas ao longo de milhares de anos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Acidifica\u00e7\u00e3o dos oceanos<\/strong> dificulta a manuten\u00e7\u00e3o do carbonato de c\u00e1lcio dos corais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Perda de estrutura tridimensional<\/strong> reduz abrigo para peixes, crust\u00e1ceos e invertebrados.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Crescimento lento<\/strong> torna a recupera\u00e7\u00e3o muito mais dif\u00edcil ap\u00f3s impactos f\u00edsicos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que esse recife revela sobre o oceano profundo?<\/h2>\n\n\n\n<p>A descoberta no <strong>Blake Plateau<\/strong> e o achado na <strong>Patag\u00f4nia argentina<\/strong> mostram que o fundo do mar ainda est\u00e1 longe de ser conhecido por completo. A cada novo mapeamento, a oceanografia encontra formas de vida que crescem no frio, no escuro e em sil\u00eancio por milhares de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esses corais n\u00e3o aparecem nas \u00e1guas claras dos cart\u00f5es-postais, mas sustentam uma parte discreta da biodiversidade marinha. Proteger essas florestas submarinas \u00e9 preservar uma hist\u00f3ria lenta do oceano, constru\u00edda cent\u00edmetro por cent\u00edmetro onde a luz do sol nunca alcan\u00e7a.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um recife n\u00e3o precisa de \u00e1gua quente nem de sol direto para abrigar vida abundante. No Blake Plateau, corais de \u00e1guas frias crescem no escuro e revelam uma floresta submarina quase invis\u00edvel no fundo do oceano. Onde fica o maior recife de \u00e1guas frias j\u00e1 mapeado? O maior recife de coral de \u00e1guas frias j\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":126500,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[114],"tags":[2464,16797,653],"class_list":["post-132782","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia","tag-oceano","tag-oceanografia","tag-recife"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O recife escondido em \u00e1guas frias que cresce como uma floresta submarina onde a luz do sol n\u00e3o chega - Oeste Geral<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"No frio e no escuro do oceano, um recife profundo revela florestas submarinas vulner\u00e1veis e ainda pouco conhecidas. Entenda o risco.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O recife escondido em \u00e1guas frias que cresce como uma floresta submarina onde a luz do sol n\u00e3o chega - Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"No frio e no escuro do oceano, um recife profundo revela florestas submarinas vulner\u00e1veis e ainda pouco conhecidas. Entenda o risco.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-06-05T10:35:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Cold-water_coral_reef_deep_ocean_202605230420.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Laila\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Laila\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O recife escondido em \u00e1guas frias que cresce como uma floresta submarina onde a luz do sol n\u00e3o chega - Oeste Geral","description":"No frio e no escuro do oceano, um recife profundo revela florestas submarinas vulner\u00e1veis e ainda pouco conhecidas. Entenda o risco.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O recife escondido em \u00e1guas frias que cresce como uma floresta submarina onde a luz do sol n\u00e3o chega - Oeste Geral","og_description":"No frio e no escuro do oceano, um recife profundo revela florestas submarinas vulner\u00e1veis e ainda pouco conhecidas. Entenda o risco.","og_url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/","og_site_name":"Oeste Geral","article_published_time":"2026-06-05T10:35:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Cold-water_coral_reef_deep_ocean_202605230420.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Laila","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Laila","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/","name":"O recife escondido em \u00e1guas frias que cresce como uma floresta submarina onde a luz do sol n\u00e3o chega - Oeste Geral","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Cold-water_coral_reef_deep_ocean_202605230420.jpg","datePublished":"2026-06-05T10:35:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d"},"description":"No frio e no escuro do oceano, um recife profundo revela florestas submarinas vulner\u00e1veis e ainda pouco conhecidas. Entenda o risco.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Cold-water_coral_reef_deep_ocean_202605230420.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Cold-water_coral_reef_deep_ocean_202605230420.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Recife frio do Blake Plateau forma floresta branca no oceano profundo"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/05\/o-recife-escondido-em-aguas-frias-que-cresce-como-uma-floresta-submarina-onde-a-luz-do-sol-nao-chega\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O recife escondido em \u00e1guas frias que cresce como uma floresta submarina onde a luz do sol n\u00e3o chega"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/","name":"Revista Oeste - Geral","description":"A Revista Oeste oferece ao p\u00fablico informa\u00e7\u00e3o sobre fatos relevantes na pol\u00edtica, na economia e nos acontecimentos da atualidade, com clareza e objetividade","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d","name":"Laila","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","caption":"Laila"},"sameAs":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"],"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/author\/lailamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132782","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=132782"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132782\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":132783,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/132782\/revisions\/132783"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/126500"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=132782"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=132782"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=132782"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}