{"id":133796,"date":"2026-06-07T02:35:00","date_gmt":"2026-06-07T05:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=133796"},"modified":"2026-06-06T22:11:06","modified_gmt":"2026-06-07T01:11:06","slug":"os-paises-nordicos-onde-o-gelo-antigo-ainda-move-a-crosta-e-pode-reativar-falhas-geologicas-que-pareciam-adormecidas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/07\/os-paises-nordicos-onde-o-gelo-antigo-ainda-move-a-crosta-e-pode-reativar-falhas-geologicas-que-pareciam-adormecidas\/","title":{"rendered":"Os pa\u00edses n\u00f3rdicos onde o gelo antigo ainda move a crosta e pode reativar falhas geol\u00f3gicas que pareciam adormecidas"},"content":{"rendered":"\n<p>Parece improv\u00e1vel que o <strong>gelo<\/strong> antigo ainda influencie terremotos milhares de anos depois de derreter. Mas, nos <strong>pa\u00edses n\u00f3rdicos<\/strong>, a crosta continua respondendo ao peso perdido das geleiras, enquanto falhas profundas podem voltar a acumular tens\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que os pa\u00edses n\u00f3rdicos sentem efeitos do gelo longe das bordas tect\u00f4nicas?<\/h2>\n\n\n\n<p>A maior parte dos <strong>pa\u00edses n\u00f3rdicos<\/strong> n\u00e3o fica sobre uma fronteira ativa entre grandes placas, como ocorre no <strong>Jap\u00e3o<\/strong>, no <strong>Chile<\/strong> ou na <strong>Indon\u00e9sia<\/strong>. Mesmo assim, a regi\u00e3o registra tremores porque sua crosta ainda reage a for\u00e7as acumuladas desde per\u00edodos glaciais.<\/p>\n\n\n\n<p>O ponto central est\u00e1 na heran\u00e7a da \u00faltima era glacial. Durante milhares de anos, grandes massas congeladas comprimiram a <strong>Escandin\u00e1via<\/strong>, empurrando a crosta para baixo. Com o al\u00edvio gradual desse peso, o terreno come\u00e7ou a subir em um movimento que ainda n\u00e3o terminou.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Nordic_coast_showing_glacial_reb\u2026_202605222019-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126337\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Nordic_coast_showing_glacial_reb\u2026_202605222019-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Nordic_coast_showing_glacial_reb\u2026_202605222019-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Nordic_coast_showing_glacial_reb\u2026_202605222019-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Nordic_coast_showing_glacial_reb\u2026_202605222019-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Nordic_coast_showing_glacial_reb\u2026_202605222019-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Nordic_coast_showing_glacial_reb\u2026_202605222019.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Costa n\u00f3rdica elevada mostra marcas do rebote glacial<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/30\/o-polo-magnetico-desacelerou-apos-decadas-de-movimento-intenso-e-agora-exige-uma-nova-correcao-global-de-navegacao\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O polo magn\u00e9tico desacelerou ap\u00f3s d\u00e9cadas de movimento intenso e agora exige uma nova corre\u00e7\u00e3o global de navega\u00e7\u00e3o<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o gelo antigo ainda move a crosta nessa regi\u00e3o?<\/h2>\n\n\n\n<p>Na \u00faltima era glacial, encerrada h\u00e1 cerca de <strong>11.700 anos<\/strong>, camadas de at\u00e9 <strong>3 quil\u00f4metros de espessura<\/strong> cobriam grandes \u00e1reas da <strong>Escandin\u00e1via<\/strong>. Quando essa cobertura recuou, a crosta iniciou um processo chamado <strong>ajuste isost\u00e1tico glacial<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/agupubs.onlinelibrary.wiley.com\/doi\/full\/10.1029\/2024RG000852\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O estudo publicado pela AGU<\/strong><\/a> discute como mudan\u00e7as de massa na superf\u00edcie, incluindo gelo, \u00e1gua e sedimentos, podem alterar tens\u00f5es na crosta. Na regi\u00e3o n\u00f3rdica, esse efeito aparece em um terreno que segue se reajustando.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse movimento cont\u00ednuo ajuda a explicar por que falhas antigas ainda podem responder a for\u00e7as profundas:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Compress\u00e3o prolongada<\/strong>, causada pelo peso glacial acumulado por milhares de anos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Al\u00edvio de carga<\/strong>, iniciado quando as geleiras recuaram ap\u00f3s o per\u00edodo glacial.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Eleva\u00e7\u00e3o da crosta<\/strong>, ainda observada em \u00e1reas da <strong>Su\u00e9cia<\/strong> e da <strong>Finl\u00e2ndia<\/strong>.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Reativa\u00e7\u00e3o de falhas antigas<\/strong>, mesmo em \u00e1reas afastadas dos limites cl\u00e1ssicos entre placas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Geological_cutaway_ancient_ice_l\u2026_202605222020-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126338\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Geological_cutaway_ancient_ice_l\u2026_202605222020-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Geological_cutaway_ancient_ice_l\u2026_202605222020-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Geological_cutaway_ancient_ice_l\u2026_202605222020-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Geological_cutaway_ancient_ice_l\u2026_202605222020-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Geological_cutaway_ancient_ice_l\u2026_202605222020-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Geological_cutaway_ancient_ice_l\u2026_202605222020.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Corte geol\u00f3gico mostra crosta subindo e falha antiga reativada<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Que falhas antigas revelam o risco geol\u00f3gico nos pa\u00edses n\u00f3rdicos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Fenosc\u00e2ndia<\/strong>, regi\u00e3o que inclui a <strong>Escandin\u00e1via<\/strong>, a <strong>Finl\u00e2ndia<\/strong> e a <strong>Pen\u00ednsula de Kola<\/strong>, n\u00e3o \u00e9 sismicamente inativa. Estudos paleoss\u00edsmicos mostram que grandes terremotos ocorreram ali no fim da \u00faltima era glacial.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/academic.oup.com\/gji\/article\/139\/3\/657\/586761?login=false\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O artigo publicado no Geophysical Journal International<\/strong><\/a> trata da sismicidade intraplaca na regi\u00e3o e ajuda a explicar por que tremores podem ocorrer longe das bordas tect\u00f4nicas mais conhecidas.<\/p>\n\n\n\n<p>Um dos exemplos mais importantes envolve a <strong>Falha de P\u00e4rvie<\/strong>, na <strong>Su\u00e9cia<\/strong>, associada a um terremoto estimado em magnitude <strong>7,5<\/strong> h\u00e1 cerca de <strong>9.000 anos<\/strong>. Essa marca mostra que a paisagem n\u00f3rdica preserva registros de eventos muito mais fortes do que os tremores comuns sugerem.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como a perda de gelo atual pode alterar tens\u00f5es sob a crosta?<\/h2>\n\n\n\n<p>O alerta atual vem da combina\u00e7\u00e3o entre a heran\u00e7a glacial antiga e o degelo moderno. \u00c0 medida que geleiras encolhem, especialmente na <strong>Isl\u00e2ndia<\/strong>, na <strong>Groenl\u00e2ndia<\/strong> e em outras \u00e1reas frias, a distribui\u00e7\u00e3o de peso sobre a crosta muda novamente.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.science.org\/content\/article\/global-warming-triggering-earthquakes-alps\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>A reportagem da Science<\/strong><\/a> descreve um estudo que vinculou o derretimento glacial induzido pelo aquecimento global ao aumento do risco s\u00edsmico nos <strong>Alpes<\/strong>. Embora o caso analisado seja alpino, o mecanismo interessa a regi\u00f5es n\u00f3rdicas afetadas por geleiras e rebote glacial.<\/p>\n\n\n\n<p>A l\u00f3gica \u00e9 direta: quando uma massa congelada perde volume, a crosta se reajusta. Essa resposta pode modificar o campo de tens\u00f5es subterr\u00e2neo e aproximar falhas j\u00e1 carregadas de um ponto de ruptura.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a Isl\u00e2ndia mostra o efeito do gelo com mais clareza?<\/h2>\n\n\n\n<p>A <strong>Isl\u00e2ndia<\/strong> \u00e9 um caso especial porque combina geleiras, vulc\u00f5es, falhas e posi\u00e7\u00e3o sobre a <strong>Dorsal Mesoatl\u00e2ntica<\/strong>. Suas mais de <strong>400 geleiras<\/strong> recuam desde o fim do s\u00e9culo <strong>19<\/strong>, com acelera\u00e7\u00e3o nas \u00faltimas d\u00e9cadas.<\/p>\n\n\n\n<p>Pr\u00f3ximo \u00e0 calota <strong>Vatnaj\u00f6kull<\/strong>, medi\u00e7\u00f5es de <strong>GPS<\/strong> indicam que a crosta pode subir mais de <strong>20 mil\u00edmetros por ano<\/strong>. Esse soerguimento altera press\u00f5es sobre c\u00e2maras de magma e sistemas de falhas, o que pode influenciar terremotos e erup\u00e7\u00f5es futuras.<\/p>\n\n\n\n<p>Os efeitos monitorados pelos pesquisadores mostram como a superf\u00edcie e o interior do planeta se conectam:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Al\u00edvio de peso sobre a crosta<\/strong>, causado pela perda de massa glacial.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Mudan\u00e7a de press\u00e3o em c\u00e2maras magm\u00e1ticas<\/strong>, especialmente em sistemas vulc\u00e2nicos ativos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Redistribui\u00e7\u00e3o de tens\u00f5es em falhas<\/strong>, com poss\u00edvel aumento de sensibilidade s\u00edsmica.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Resposta r\u00e1pida do terreno<\/strong>, que pode ser subestimada por modelos tradicionais.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para aproximar esse processo do p\u00fablico, o <strong>Olhar Digital<\/strong>, com <strong>963 mil inscritos<\/strong>, transmitiu em <strong>9 de julho de 2025<\/strong> um programa com <strong>4.080 visualiza\u00e7\u00f5es<\/strong> sobre como o derretimento de geleiras pode tornar erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas mais frequentes e explosivas. O conte\u00fado ajuda a visualizar por que a perda de massa glacial n\u00e3o afeta apenas a paisagem, mas tamb\u00e9m a din\u00e2mica profunda da <strong>Terra<\/strong>:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1095\" height=\"616\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/MVS38C1wQ2E\" title=\"Ao vivo | Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas: vulc\u00f5es podem acordar! | 09\/07\/2025\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que os estudos indicam sobre clima, gelo e terremotos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os estudos n\u00e3o afirmam que todos os tremores nos <strong>pa\u00edses n\u00f3rdicos<\/strong> ser\u00e3o causados pelo aquecimento global. A conclus\u00e3o \u00e9 mais espec\u00edfica: mudan\u00e7as de massa na superf\u00edcie podem alterar o equil\u00edbrio de falhas j\u00e1 existentes.<\/p>\n\n\n\n<p>Isso muda a forma de projetar risco. Em vez de tratar regi\u00f5es intraplaca como \u00e1reas est\u00e1veis por defini\u00e7\u00e3o, os modelos precisam considerar processos lentos, como rebote glacial, degelo atual e redistribui\u00e7\u00e3o de tens\u00f5es na crosta.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que esse processo muda a leitura dos riscos n\u00f3rdicos?<\/h2>\n\n\n\n<p>O caso dos <strong>pa\u00edses n\u00f3rdicos<\/strong> mostra que as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas n\u00e3o atuam apenas na atmosfera, no mar ou nas geleiras vis\u00edveis. Quando grandes massas congeladas desaparecem, a pr\u00f3pria crosta pode responder, reativando tens\u00f5es antigas e mudando riscos geol\u00f3gicos.<\/p>\n\n\n\n<p>A mensagem principal \u00e9 de monitoramento, n\u00e3o de alarme imediato. Terremotos continuam imposs\u00edveis de prever com data e hora, mas entender como a perda glacial altera falhas antigas pode tornar os modelos de risco mais realistas nas pr\u00f3ximas d\u00e9cadas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Parece improv\u00e1vel que o gelo antigo ainda influencie terremotos milhares de anos depois de derreter. Mas, nos pa\u00edses n\u00f3rdicos, a crosta continua respondendo ao peso perdido das geleiras, enquanto falhas profundas podem voltar a acumular tens\u00e3o. Por que os pa\u00edses n\u00f3rdicos sentem efeitos do gelo longe das bordas tect\u00f4nicas? 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