{"id":133804,"date":"2026-06-07T07:35:00","date_gmt":"2026-06-07T10:35:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=133804"},"modified":"2026-06-07T23:16:32","modified_gmt":"2026-06-08T02:16:32","slug":"a-missao-que-encontrou-mais-de-mil-especies-no-oceano-em-um-ano-e-expos-o-tamanho-do-desconhecido-nas-profundezas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/07\/a-missao-que-encontrou-mais-de-mil-especies-no-oceano-em-um-ano-e-expos-o-tamanho-do-desconhecido-nas-profundezas\/","title":{"rendered":"A miss\u00e3o que encontrou mais de mil esp\u00e9cies no oceano em um ano e exp\u00f4s o tamanho do desconhecido nas profundezas"},"content":{"rendered":"\n<p>O <strong>oceano<\/strong> ainda esconde uma parte enorme da vida da <strong>Terra<\/strong> longe dos mapas cient\u00edficos. Em apenas um ano, a miss\u00e3o <strong>Ocean Census<\/strong> identificou mais de <strong>mil esp\u00e9cies potencialmente novas<\/strong> e revelou o quanto as profundezas seguem pouco conhecidas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a miss\u00e3o descobriu no oceano em apenas um ano?<\/h2>\n\n\n\n<p>A miss\u00e3o <strong>Ocean Census<\/strong> registrou <strong>1.121 esp\u00e9cies potencialmente novas<\/strong> entre <strong>abril de 2025<\/strong> e <strong>mar\u00e7o de 2026<\/strong>. O resultado chamou aten\u00e7\u00e3o porque mostra que a biodiversidade marinha conhecida ainda representa apenas uma parte do que vive abaixo da superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.abc.net.au\/news\/2026-05-20\/ocean-census-marine-scientists-discover-thousands-of-new-species\/106700356\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Segundo a ABC News<\/strong><\/a>, o n\u00famero foi <strong>54%<\/strong> maior que o registrado no ano anterior, quando foram identificadas <strong>728 novas esp\u00e9cies<\/strong>. Em <strong>tr\u00eas anos<\/strong>, o programa j\u00e1 ultrapassou <strong>2.000 esp\u00e9cies marinhas descobertas<\/strong>.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Ocean_map_global_expeditions_sci\u2026_202605220312-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126034\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Ocean_map_global_expeditions_sci\u2026_202605220312-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Ocean_map_global_expeditions_sci\u2026_202605220312-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Ocean_map_global_expeditions_sci\u2026_202605220312-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Ocean_map_global_expeditions_sci\u2026_202605220312-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Ocean_map_global_expeditions_sci\u2026_202605220312-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Ocean_map_global_expeditions_sci\u2026_202605220312.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Mapa oce\u00e2nico mostra rotas globais de expedi\u00e7\u00f5es e amostras cient\u00edficas<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/14\/o-peixe-gigante-que-assusta-pelo-tamanho-mas-filtra-o-oceano-por-horas-para-capturar-organismos-microscopicos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">O peixe gigante que assusta pelo tamanho, mas filtra o oceano por horas para capturar organismos microsc\u00f3picos<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o Ocean Census acelera o mapeamento do oceano?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>Ocean Census<\/strong> foi lan\u00e7ado em <strong>abril de 2023<\/strong> pela <strong>Funda\u00e7\u00e3o Nippon<\/strong> e pelo instituto brit\u00e2nico <strong>Nekton<\/strong>. A meta \u00e9 descrever at\u00e9 <strong>100 mil novas esp\u00e9cies marinhas<\/strong>, reunindo expedi\u00e7\u00f5es, laborat\u00f3rios, taxonomistas e plataformas digitais.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/oceancensus.org\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>De acordo com o Ocean Census<\/strong><\/a>, a miss\u00e3o busca acelerar a descoberta da vida no <strong>oceano<\/strong> para fortalecer a ci\u00eancia, orientar a conserva\u00e7\u00e3o e apoiar a inova\u00e7\u00e3o. Essa estrutura permite que o trabalho avance em v\u00e1rias frentes ao mesmo tempo:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Expedi\u00e7\u00f5es em \u00e1reas pouco estudadas<\/strong>, incluindo regi\u00f5es profundas, polares e tropicais.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Workshops de identifica\u00e7\u00e3o<\/strong>, nos quais especialistas analisam organismos coletados em campo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Sequenciamento gen\u00e9tico<\/strong>, usado para diferenciar esp\u00e9cies visualmente parecidas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Imagem de alta resolu\u00e7\u00e3o<\/strong>, essencial para documentar detalhes anat\u00f4micos pequenos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Dados abertos de biodiversidade<\/strong>, que ampliam o acesso global aos registros cient\u00edficos.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que mais de mil esp\u00e9cies mudam o invent\u00e1rio da vida marinha?<\/h2>\n\n\n\n<p>O n\u00famero impressiona porque grande parte dos ambientes marinhos continua fora do alcance regular da ci\u00eancia. Estimativas citadas pelo projeto indicam que entre <strong>75%<\/strong> e <strong>90%<\/strong> das esp\u00e9cies marinhas ainda podem estar fora dos registros cient\u00edficos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse vazio de conhecimento tem efeito direto na conserva\u00e7\u00e3o. Sem saber quais organismos existem, onde vivem e como se conectam aos ecossistemas, fica mais dif\u00edcil medir perdas, proteger habitats e entender impactos provocados por aquecimento, pesca, polui\u00e7\u00e3o e minera\u00e7\u00e3o em \u00e1guas profundas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Quais organismos mostram o desconhecido no oceano profundo?<\/h2>\n\n\n\n<p>As novas esp\u00e9cies revelam a variedade de formas de vida escondidas nas profundezas. O chamado <strong>verme do castelo de vidro<\/strong>, descrito como <strong>Dalhousiella yabukii<\/strong>, foi encontrado a <strong>791 metros de profundidade<\/strong> na <strong>Cadeia de Montes Submarinos Shichiyo<\/strong>, perto do <strong>Jap\u00e3o<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Outro exemplo \u00e9 o <strong>tubar\u00e3o-fantasma<\/strong>, ou <strong>Chimaera sp. 1<\/strong>, encontrado no <strong>Parque Marinho do Mar de Coral<\/strong>, ao largo de <strong>Queensland<\/strong>, na <strong>Austr\u00e1lia<\/strong>. A esp\u00e9cie pertence ao grupo das quimeras, parentes antigos de tubar\u00f5es e raias, com linhagens separadas h\u00e1 cerca de <strong>400 milh\u00f5es de anos<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>A descoberta mais extrema do conjunto foi a esponja carn\u00edvora <strong>Chondrocladia sp.<\/strong>, localizada a <strong>3.601 metros de profundidade<\/strong> na <strong>Fossa Norte das Ilhas Sandwich do Sul<\/strong>. Em vez de apenas filtrar part\u00edculas, ela captura pequenos crust\u00e1ceos com ganchos microsc\u00f3picos semelhantes ao velcro.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Deep-sea_species_montage_202605220312-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-126035\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Deep-sea_species_montage_202605220312-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Deep-sea_species_montage_202605220312-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Deep-sea_species_montage_202605220312-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Deep-sea_species_montage_202605220312-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Deep-sea_species_montage_202605220312-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Deep-sea_species_montage_202605220312.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Verme em esponja de vidro, quimera e esponja carn\u00edvora mostram a diversidade profunda<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Que tecnologia permite explorar o oceano em \u00e1reas quase inacess\u00edveis?<\/h2>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o do censo marinho depende de navios, submers\u00edveis, ve\u00edculos operados remotamente, c\u00e2meras de alta resolu\u00e7\u00e3o e laborat\u00f3rios capazes de preservar amostras rapidamente. Sem essa estrutura, muitas esp\u00e9cies fr\u00e1geis ou raras continuariam invis\u00edveis.<\/p>\n\n\n\n<p>As principais ferramentas usadas nesse tipo de explora\u00e7\u00e3o ajudam a chegar a regi\u00f5es onde mergulhadores humanos n\u00e3o conseguem atuar:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Submers\u00edveis e ve\u00edculos remotos<\/strong>, usados para alcan\u00e7ar zonas abaixo da luz solar.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>C\u00e2meras de alta defini\u00e7\u00e3o<\/strong>, que registram organismos fr\u00e1geis antes da coleta.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Bra\u00e7os rob\u00f3ticos<\/strong>, capazes de retirar amostras sem destruir estruturas delicadas.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Laborat\u00f3rios embarcados<\/strong>, que preservam material gen\u00e9tico logo ap\u00f3s a coleta.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Plataformas digitais<\/strong>, que re\u00fanem imagens, DNA, localiza\u00e7\u00e3o e descri\u00e7\u00e3o das esp\u00e9cies.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Para mostrar como a explora\u00e7\u00e3o moderna funciona em campo, a <strong>Record News<\/strong>, com <strong>4,22 milh\u00f5es de inscritos<\/strong>, publicou em <strong>8 de fevereiro de 2026<\/strong> um v\u00eddeo com <strong>334 visualiza\u00e7\u00f5es<\/strong> sobre uma expedi\u00e7\u00e3o com submers\u00edvel na <strong>Indon\u00e9sia<\/strong>. A reportagem mostra mergulhos a quase <strong>1.000 metros de profundidade<\/strong> em busca de novas esp\u00e9cies, microrganismos e compostos com potencial cient\u00edfico:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"1095\" height=\"616\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/eeGM1ekq0eg\" title=\"Submers\u00edvel busca novas esp\u00e9cies e solu\u00e7\u00f5es ambientais\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como mapear o oceano ajuda a proteger a biodiversidade?<\/h2>\n\n\n\n<p>O mapeamento da vida marinha n\u00e3o serve apenas para ampliar cat\u00e1logos cient\u00edficos. Ele fornece base para decis\u00f5es sobre \u00e1reas protegidas, avalia\u00e7\u00e3o de impacto ambiental, pol\u00edticas de conserva\u00e7\u00e3o e monitoramento de regi\u00f5es amea\u00e7adas.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Michelle Taylor<\/strong>, chefe de ci\u00eancia do <strong>Ocean Census<\/strong>, resume esse ponto ao defender que cada nova esp\u00e9cie ajuda a entender como o <strong>oceano<\/strong> funciona e por que precisa ser protegido. A l\u00f3gica \u00e9 direta: n\u00e3o h\u00e1 prote\u00e7\u00e3o eficaz para uma biodiversidade que ainda n\u00e3o foi sequer descrita.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o desconhecido nas profundezas redefine a conserva\u00e7\u00e3o marinha?<\/h2>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o do <strong>Ocean Census<\/strong> mostra que a oceanografia entrou em uma fase de mais velocidade, colabora\u00e7\u00e3o internacional e abertura de dados. As <strong>1.121 esp\u00e9cies<\/strong> registradas em um \u00fanico ano n\u00e3o encerram o mist\u00e9rio, apenas mostram o tamanho dele.<\/p>\n\n\n\n<p>O maior arquivo vivo do planeta continua, em grande parte, sem nome. Mapear essa vida \u00e9 mais do que uma corrida cient\u00edfica: \u00e9 uma condi\u00e7\u00e3o b\u00e1sica para proteger esp\u00e9cies, habitats e rela\u00e7\u00f5es ecol\u00f3gicas que ainda podem desaparecer antes mesmo de serem conhecidas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O oceano ainda esconde uma parte enorme da vida da Terra longe dos mapas cient\u00edficos. Em apenas um ano, a miss\u00e3o Ocean Census identificou mais de mil esp\u00e9cies potencialmente novas e revelou o quanto as profundezas seguem pouco conhecidas. O que a miss\u00e3o descobriu no oceano em apenas um ano? 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