{"id":137471,"date":"2026-06-14T23:20:00","date_gmt":"2026-06-15T02:20:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=137471"},"modified":"2026-06-14T11:35:08","modified_gmt":"2026-06-14T14:35:08","slug":"pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/","title":{"rendered":"Pesquisadores encontram uma floresta de 300 milh\u00f5es de anos fossilizada dentro de uma mina de carv\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Imagine descer mais de cem metros no subsolo, dentro de uma mina de carv\u00e3o, e descobrir que h\u00e1 uma floresta inteira acima da sua cabe\u00e7a. N\u00e3o uma floresta viva, mas uma fossilizada, com mais de 300 milh\u00f5es de anos. Foi isso que pesquisadores encontraram numa mina nos Estados Unidos, e \u00e9 uma das maiores j\u00e1 achadas no mundo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Um mundo muito antes dos dinossauros<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Pra dimensionar a idade, vale um exerc\u00edcio mental. Essa floresta \u00e9 do per\u00edodo <strong>Carbon\u00edfero<\/strong>, h\u00e1 mais de 300 milh\u00f5es de anos. Isso \u00e9 muito antes dos dinossauros, que s\u00f3 apareceriam dezenas de milh\u00f5es de anos depois.<\/p>\n\n\n\n<p>Confira o v\u00eddeo no YouTube do canal <a href=\"https:\/\/www.youtube.com\/@Cienciaquimica\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Ci\u00eancia Qu\u00edmica<\/a>: <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Carbon\u00edfero: O per\u00edodo do Carbono!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/JpK7TGJnaKg?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p>Naquela \u00e9poca, a regi\u00e3o que hoje \u00e9 os Estados Unidos ficava perto do <strong>equador<\/strong>, com clima quente e \u00famido. Era um cen\u00e1rio tropical, pantanoso, dominado por uma vegeta\u00e7\u00e3o que n\u00e3o se parece em nada com as florestas que conhecemos hoje.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>N\u00e3o eram \u00e1rvores como as de hoje<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Aqui est\u00e1 um detalhe que muda toda a imagem. Quando a gente pensa em floresta, imagina \u00e1rvores comuns. Mas as plantas dessa floresta antiga eram criaturas estranhas pros nossos olhos modernos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/floresta_fossil_mina_carvao_carbonifero-1024x576.jpg\" alt=\"Rocha escura com f\u00f3sseis de folhas e plantas antigas preservadas, associada a uma floresta fossilizada do per\u00edodo Carbon\u00edfero.\" class=\"wp-image-137502\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/floresta_fossil_mina_carvao_carbonifero-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/floresta_fossil_mina_carvao_carbonifero-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/floresta_fossil_mina_carvao_carbonifero-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/floresta_fossil_mina_carvao_carbonifero-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/floresta_fossil_mina_carvao_carbonifero-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/floresta_fossil_mina_carvao_carbonifero.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Imagem mostra marcas fossilizadas de folhas e vegeta\u00e7\u00e3o antiga preservadas em uma rocha escura. Cr\u00e9dito:\nJames St. John \/ Wikimedia Commons \/ CC BY 2.0.<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>Havia <strong>musgos gigantes<\/strong> que chegavam a 40 metros de altura, parentes de plantinhas que hoje crescem s\u00f3 alguns cent\u00edmetros. Tinha tamb\u00e9m <strong>samambaias do tamanho de \u00e1rvores<\/strong>, com troncos que alcan\u00e7avam dezenas de metros. Era um mundo vegetal exagerado, quase alien\u00edgena, que existiu e desapareceu muito antes de qualquer ser humano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Uma floresta que se v\u00ea de cabe\u00e7a para cima<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A parte mais curiosa \u00e9 como ela aparece. A floresta fossilizada est\u00e1 no <strong>teto<\/strong> da mina, n\u00e3o no ch\u00e3o. Os cientistas exploram os t\u00faneis e iluminam o teto com a l\u00e2mpada do capacete pra enxergar os f\u00f3sseis.<\/p>\n\n\n\n<p>\u00c9 uma experi\u00eancia de virar a cabe\u00e7a, literalmente. D\u00e1 pra ver troncos e ra\u00edzes apontando pra baixo, vindos do alto. Como descreveram os pesquisadores, \u00e9 estranho olhar uma floresta de baixo pra cima, com as \u00e1rvores penduradas acima de voc\u00ea. Uma verdadeira viagem no tempo, vista pelo \u00e2ngulo errado.<\/p>\n\n\n\n<div style=\"max-width:660px;margin:24px auto;font-family:Georgia,'Times New Roman',serif;border:1px solid #d8d4cc;border-radius:14px;overflow:hidden;\">\n  <div style=\"background:#241f1a;color:#f5f3ee;padding:20px 24px;\">\n    <h3 style=\"margin:0;font-size:20px;font-weight:normal;letter-spacing:.3px;\">Por que a floresta est\u00e1 no teto da mina<\/h3>\n    <p style=\"margin:8px 0 0;font-size:14px;color:#bcaf9f;font-style:italic;\">Um corte do subsolo, de cima para baixo.<\/p>\n  <\/div>\n  <div style=\"background:#faf8f3;padding:18px 24px;\">\n\n    <div style=\"background:#6b5d4a;color:#f5f1e8;padding:14px 16px;border-radius:8px 8px 0 0;\">\n      <div style=\"font-size:12px;letter-spacing:1px;text-transform:uppercase;opacity:.8;\">Teto da mina<\/div>\n      <div style=\"font-size:14.5px;margin-top:3px;\">\ud83c\udf3f Ra\u00edzes e troncos fossilizados, a marca do antigo ch\u00e3o da floresta. \u00c9 o que os mineiros veem acima da cabe\u00e7a.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div style=\"background:#2b2620;color:#e9e2d5;padding:14px 16px;\">\n      <div style=\"font-size:12px;letter-spacing:1px;text-transform:uppercase;opacity:.7;\">Camada explorada<\/div>\n      <div style=\"font-size:14.5px;margin-top:3px;\">\u26ab O carv\u00e3o: a pr\u00f3pria vegeta\u00e7\u00e3o da floresta, compactada por milh\u00f5es de anos. \u00c9 o que se extrai.<\/div>\n    <\/div>\n\n    <div style=\"background:#4a4339;color:#ece6da;padding:14px 16px;border-radius:0 0 8px 8px;\">\n      <div style=\"font-size:12px;letter-spacing:1px;text-transform:uppercase;opacity:.75;\">Abaixo<\/div>\n      <div style=\"font-size:14.5px;margin-top:3px;\">\ud83e\udea8 Rocha mais antiga, base de tudo.<\/div>\n    <\/div>\n\n  <\/div>\n  <div style=\"background:#f1eee7;padding:14px 24px;border-top:1px solid #e7e3da;\">\n    <p style=\"margin:0;font-size:13.5px;color:#5c574d;line-height:1.5;text-align:center;\">Ao retirar o carv\u00e3o, exp\u00f5e-se o que estava por cima dele: o solo florestal de 300 milh\u00f5es de anos atr\u00e1s.<\/p>\n  <\/div>\n<\/div>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Por que ela est\u00e1 justamente ali<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A liga\u00e7\u00e3o com o carv\u00e3o n\u00e3o \u00e9 coincid\u00eancia, \u00e9 a chave de tudo. O <strong>carv\u00e3o<\/strong> que se extrai naquela mina \u00e9, na verdade, a pr\u00f3pria floresta antiga, compactada por milh\u00f5es de anos.<\/p>\n\n\n\n<p>Funciona em camadas, e entender isso explica o mist\u00e9rio:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>No <strong>teto<\/strong> ficam as ra\u00edzes e troncos fossilizados, a marca do antigo ch\u00e3o da floresta.<\/li>\n\n\n\n<li>Logo abaixo est\u00e1 o <strong>carv\u00e3o<\/strong>, que \u00e9 a vegeta\u00e7\u00e3o compactada ao longo de eras.<\/li>\n\n\n\n<li>E mais embaixo, a rocha que serve de base.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Ou seja, ao retirar o carv\u00e3o, os mineiros exp\u00f5em o que estava bem em cima dele: o solo daquela floresta. A planta que morreu virou combust\u00edvel, e a marca dela ficou registrada na pedra acima.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Como ela foi preservada<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Preservar algo por 300 milh\u00f5es de anos n\u00e3o \u00e9 f\u00e1cil, e a natureza precisou de um empurr\u00e3o. No caso dessa floresta, <strong>enchentes e desabamentos<\/strong> enterraram a vegeta\u00e7\u00e3o rapidamente, debaixo de lama e sedimentos.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse soterramento veloz foi o segredo. Ao cobrir tudo de uma vez, a lama protegeu as plantas da decomposi\u00e7\u00e3o normal, guardando a forma delas na rocha. Em outros lugares do mundo, como na China, uma floresta parecida foi preservada por <strong>cinzas vulc\u00e2nicas<\/strong>, ganhando o apelido de &#8220;Pompeia vegetal&#8221;.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O que ela ensina sobre o nosso futuro<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Pode parecer s\u00f3 <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/07\/albert-einstein-o-importante-e-nao-parar-de-questionar-a-curiosidade-tem-sua-propria-razao-de-existir\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">curiosidade <\/a>do passado, mas h\u00e1 um recado atual nisso. Os cientistas descobriram que essas florestas viveram bem na \u00e9poca de uma grande <strong>mudan\u00e7a clim\u00e1tica<\/strong> antiga, quando o aquecimento global daquele tempo transformou os ecossistemas.<\/p>\n\n\n\n<p>Estudar como aquelas florestas <strong>mudaram<\/strong> ou colapsaram diante do aquecimento ajuda a entender o que pode acontecer com a natureza diante das mudan\u00e7as de hoje. \u00c9 o passado servindo de aviso. Aquela floresta morreu, virou carv\u00e3o, e agora, ao ser queimada, ajuda a aquecer o planeta de novo. Um ciclo de 300 milh\u00f5es de anos que ainda fala com a gente, se a gente souber ouvir.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine descer mais de cem metros no subsolo, dentro de uma mina de carv\u00e3o, e descobrir que h\u00e1 uma floresta inteira acima da sua cabe\u00e7a. N\u00e3o uma floresta viva, mas uma fossilizada, com mais de 300 milh\u00f5es de anos. Foi isso que pesquisadores encontraram numa mina nos Estados Unidos, e \u00e9 uma das maiores j\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":31,"featured_media":137504,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"floresta","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"Para ver essa floresta de 300 milh\u00f5es de anos, os cientistas olham para cima. E ela \u00e9 feita do mesmo que se extrai ali.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[114],"tags":[14973,4413,1698],"class_list":["post-137471","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia","tag-antiguidade","tag-descoberta","tag-floresta"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Pesquisadores encontram uma floresta de 300 milh\u00f5es de anos fossilizada dentro de uma mina de carv\u00e3o - Oeste Geral<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"Para ver essa floresta de 300 milh\u00f5es de anos, os cientistas olham para cima. E ela \u00e9 feita do mesmo que se extrai ali.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Pesquisadores encontram uma floresta de 300 milh\u00f5es de anos fossilizada dentro de uma mina de carv\u00e3o - Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Para ver essa floresta de 300 milh\u00f5es de anos, os cientistas olham para cima. E ela \u00e9 feita do mesmo que se extrai ali.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-06-15T02:20:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Fossilized_tree_trunks_in_coal_202606141134.jpeg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1376\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"768\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Lucas Sampaio\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Lucas Sampaio\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"Pesquisadores encontram uma floresta de 300 milh\u00f5es de anos fossilizada dentro de uma mina de carv\u00e3o - Oeste Geral","description":"Para ver essa floresta de 300 milh\u00f5es de anos, os cientistas olham para cima. E ela \u00e9 feita do mesmo que se extrai ali.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"Pesquisadores encontram uma floresta de 300 milh\u00f5es de anos fossilizada dentro de uma mina de carv\u00e3o - Oeste Geral","og_description":"Para ver essa floresta de 300 milh\u00f5es de anos, os cientistas olham para cima. E ela \u00e9 feita do mesmo que se extrai ali.","og_url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/","og_site_name":"Oeste Geral","article_published_time":"2026-06-15T02:20:00+00:00","og_image":[{"width":1376,"height":768,"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Fossilized_tree_trunks_in_coal_202606141134.jpeg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Lucas Sampaio","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Lucas Sampaio","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/","name":"Pesquisadores encontram uma floresta de 300 milh\u00f5es de anos fossilizada dentro de uma mina de carv\u00e3o - Oeste Geral","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Fossilized_tree_trunks_in_coal_202606141134.jpeg","datePublished":"2026-06-15T02:20:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/d80926dd2d58c09bef4a646106c4e576"},"description":"Para ver essa floresta de 300 milh\u00f5es de anos, os cientistas olham para cima. E ela \u00e9 feita do mesmo que se extrai ali.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Fossilized_tree_trunks_in_coal_202606141134.jpeg","contentUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Fossilized_tree_trunks_in_coal_202606141134.jpeg","width":1376,"height":768,"caption":"Imagem ilustrativa mostra f\u00f3sseis de plantas antigas preservados em uma parede de carv\u00e3o, em ambiente de mina subterr\u00e2nea"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/14\/pesquisadores-encontram-uma-floresta-de-300-milhoes-de-anos-fossilizada-dentro-de-uma-mina-de-carvao\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"Pesquisadores encontram uma floresta de 300 milh\u00f5es de anos fossilizada dentro de uma mina de carv\u00e3o"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/","name":"Revista Oeste - Geral","description":"A Revista Oeste oferece ao p\u00fablico informa\u00e7\u00e3o sobre fatos relevantes na pol\u00edtica, na economia e nos acontecimentos da atualidade, com clareza e objetividade","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/d80926dd2d58c09bef4a646106c4e576","name":"Lucas Sampaio","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2696b9676ad143cd7135b717faf6f79f?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/2696b9676ad143cd7135b717faf6f79f?s=96&d=mm&r=g","caption":"Lucas Sampaio"},"sameAs":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"],"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/author\/lucas-sampaio\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137471","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/31"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=137471"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137471\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":137506,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/137471\/revisions\/137506"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/137504"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=137471"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=137471"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=137471"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}