{"id":144899,"date":"2026-06-28T14:45:00","date_gmt":"2026-06-28T17:45:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=144899"},"modified":"2026-06-28T01:03:42","modified_gmt":"2026-06-28T04:03:42","slug":"o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/","title":{"rendered":"O buraco azul mais profundo do Mar do Sul da China, onde peixes somem e microrganismos sobrevivem"},"content":{"rendered":"\n<p>Visto do alto, ele parece uma mancha azul intensa no meio do recife, mas a apar\u00eancia calma esconde um ambiente extremo. O <strong>buraco azul<\/strong> conhecido como <strong>Buraco do Drag\u00e3o<\/strong>, no <strong>Mar do Sul da China<\/strong>, passa dos <strong>300 metros<\/strong> e muda completamente abaixo da zona onde os peixes conseguem viver.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Onde fica o Buraco do Drag\u00e3o no Mar do Sul da China?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>Buraco do Drag\u00e3o<\/strong>, tamb\u00e9m chamado de <strong>Sansha Yongle Blue Hole<\/strong>, fica nas <strong>Ilhas Xisha<\/strong>, no <strong>Mar do Sul da China<\/strong>. Ele pertence ao grupo dos buracos azuis, cavidades submarinas formadas em rochas calc\u00e1rias e depois inundadas pelo mar.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.guinnessworldrecords.es\/world-records\/deepest-blue-hole\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O registro do Guinness World Records<\/strong><\/a> reconheceu a cavidade como o buraco azul mais profundo do planeta entre <strong>2016<\/strong> e <strong>2024<\/strong>. As medi\u00e7\u00f5es indicaram <strong>301,19 metros<\/strong>, profundidade suficiente para transformar a cavidade em um ambiente separado do recife ao redor.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_Dragon_Hole_Xisha_202606141214-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-137526\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_Dragon_Hole_Xisha_202606141214-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_Dragon_Hole_Xisha_202606141214-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_Dragon_Hole_Xisha_202606141214-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_Dragon_Hole_Xisha_202606141214-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_Dragon_Hole_Xisha_202606141214-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Aerial_view_Dragon_Hole_Xisha_202606141214.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Vista a\u00e9rea situa o Buraco do Drag\u00e3o no recife das Ilhas Xisha<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/13\/o-buraco-azul-de-mais-de-300-metros-no-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-desaparecem-e-microrganismos-dominam\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">O buraco azul de mais de 300 metros no Mar do Sul da China, onde peixes desaparecem e microrganismos dominam<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o buraco azul passa dos 300 metros?<\/h2>\n\n\n\n<p>A cavidade n\u00e3o funciona como um po\u00e7o reto e simples. Seu formato lembra um cone irregular, com paredes de calc\u00e1rio, entrada ampla e um fundo deslocado em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 abertura vista na superf\u00edcie.<\/p>\n\n\n\n<p>Esse deslocamento ajuda a explicar por que a explora\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 dif\u00edcil. O fundo f\u00edsico conhecido n\u00e3o fica exatamente abaixo da entrada, e a geometria interna sugere fraturas, curvas e poss\u00edveis galerias laterais.<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados principais mostram por que a forma\u00e7\u00e3o chama tanta aten\u00e7\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>301,19 metros<\/strong> de profundidade medida por rob\u00f4s submarinos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>118 metros<\/strong> de desvio lateral entre a entrada e o fundo conhecido.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Rocha calc\u00e1ria<\/strong>, t\u00edpica de sistemas c\u00e1rsticos inundados.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cavernas laterais<\/strong>, ainda n\u00e3o descritas completamente.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Buraco_do_Dragao_profundidade_de\u2026_202606141215-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-137529\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Buraco_do_Dragao_profundidade_de\u2026_202606141215-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Buraco_do_Dragao_profundidade_de\u2026_202606141215-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Buraco_do_Dragao_profundidade_de\u2026_202606141215-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Buraco_do_Dragao_profundidade_de\u2026_202606141215-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Buraco_do_Dragao_profundidade_de\u2026_202606141215-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Buraco_do_Dragao_profundidade_de\u2026_202606141215.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Corte cient\u00edfico mostra a profundidade e o desvio interno do buraco azul<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que os peixes somem nas camadas profundas?<\/h2>\n\n\n\n<p>A \u00e1gua do <strong>Buraco do Drag\u00e3o<\/strong> \u00e9 dividida em camadas. Na parte superior, at\u00e9 cerca de <strong>80 metros<\/strong>, ainda h\u00e1 oxig\u00eanio suficiente para peixes, microalgas e organismos comuns de recifes tropicais.<\/p>\n\n\n\n<p>Abaixo da faixa entre <strong>80<\/strong> e <strong>100 metros<\/strong>, a condi\u00e7\u00e3o muda rapidamente. O oxig\u00eanio dissolvido desaparece, e os <strong>200 metros<\/strong> restantes viram uma zona an\u00f3xica, inadequada para animais complexos.<\/p>\n\n\n\n<p>A divis\u00e3o interna pode ser lida assim:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><th>Camada do buraco azul<\/th><th>Condi\u00e7\u00e3o principal<\/th><\/tr><tr><td><strong>0 a 80 metros<\/strong><\/td><td>\u00c1gua oxigenada, com vida marinha comum<\/td><\/tr><tr><td><strong>80 a 100 metros<\/strong><\/td><td>Zona de transi\u00e7\u00e3o, com queda de oxig\u00eanio, pH e temperatura<\/td><\/tr><tr><td><strong>100 a 301 metros<\/strong><\/td><td>Zona an\u00f3xica, sem oxig\u00eanio dispon\u00edvel para peixes e algas complexas<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Que microrganismos sobrevivem nesse buraco azul?<\/h2>\n\n\n\n<p>A aus\u00eancia de peixes n\u00e3o significa aus\u00eancia de vida. Nas camadas profundas, microrganismos adaptados usam caminhos qu\u00edmicos diferentes daqueles dispon\u00edveis em ambientes ricos em oxig\u00eanio.<\/p>\n\n\n\n<p>Nessa parte escura e isolada, a vida depende de processos ligados a compostos como enxofre e metano. Em vez de um ecossistema sustentado por luz solar direta, a cavidade abriga uma comunidade marcada por metabolismo qu\u00edmico.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre os organismos e processos associados ao ambiente profundo, aparecem:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Bact\u00e9rias anaer\u00f3bicas<\/strong>, capazes de viver sem oxig\u00eanio dispon\u00edvel.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Archaea extrem\u00f3filas<\/strong>, comuns em ambientes de qu\u00edmica agressiva.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Micr\u00f3bios metanotr\u00f3ficos<\/strong>, ligados ao consumo de metano.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>V\u00edrus e bacteri\u00f3fagos<\/strong>, encontrados em comunidades microbianas complexas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como as cavernas escondidas ampliam o mist\u00e9rio?<\/h2>\n\n\n\n<p>O desvio interno do <strong>Buraco do Drag\u00e3o<\/strong> indica que a cavidade pode guardar passagens laterais e compartimentos isolados. Em um sistema com pouca circula\u00e7\u00e3o e sem oxig\u00eanio nas camadas profundas, sedimentos podem preservar pistas ambientais por longos per\u00edodos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas poss\u00edveis cavernas interessam porque podem concentrar registros qu\u00edmicos, restos org\u00e2nicos e comunidades microbianas ainda pouco conhecidas. Cada trecho isolado funciona como uma c\u00e1psula natural dentro do pr\u00f3prio recife.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Cavernas_laterais_sedimentos_iso\u2026_202606141215-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-137528\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Cavernas_laterais_sedimentos_iso\u2026_202606141215-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Cavernas_laterais_sedimentos_iso\u2026_202606141215-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Cavernas_laterais_sedimentos_iso\u2026_202606141215-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Cavernas_laterais_sedimentos_iso\u2026_202606141215-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Cavernas_laterais_sedimentos_iso\u2026_202606141215-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Cavernas_laterais_sedimentos_iso\u2026_202606141215.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ilustra\u00e7\u00e3o mostra cavernas laterais e sedimentos isolados no buraco azul<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que preservar essa cavidade extrema importa?<\/h2>\n\n\n\n<p>O <strong>buraco azul<\/strong> funciona como um laborat\u00f3rio natural para entender oceanos pobres em oxig\u00eanio. <a href=\"https:\/\/www.discovery.com\/exploration\/Jacuzzi-of-Despair-Deadly-Lake-Gulf-of-Mexico\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Pesquisadores que exploram ambientes extremos no oceano<\/strong><\/a> tratam cavidades profundas e salmouras como modelos para estudar vida em condi\u00e7\u00f5es qu\u00edmicas dif\u00edceis.<\/p>\n\n\n\n<p>O valor do <strong>Buraco do Drag\u00e3o<\/strong> est\u00e1 na combina\u00e7\u00e3o entre beleza superficial e isolamento profundo. Proteger essa forma\u00e7\u00e3o mant\u00e9m abertas pistas sobre evolu\u00e7\u00e3o microbiana, sedimentos preservados e sobreviv\u00eancia em zonas onde a maior parte da vida marinha n\u00e3o consegue resistir.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Visto do alto, ele parece uma mancha azul intensa no meio do recife, mas a apar\u00eancia calma esconde um ambiente extremo. O buraco azul conhecido como Buraco do Drag\u00e3o, no Mar do Sul da China, passa dos 300 metros e muda completamente abaixo da zona onde os peixes conseguem viver. Onde fica o Buraco do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":137525,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_yoast_wpseo_focuskw":"buraco azul","_yoast_wpseo_title":"","_yoast_wpseo_metadesc":"O buraco azul no Mar do Sul da China passa de 300 metros e abriga microrganismos em uma zona sem oxig\u00eanio. Entenda.","jnews-multi-image_gallery":[],"jnews_single_post":{"format":"standard"},"jnews_primary_category":[],"jnews_social_meta":[],"jnews_override_counter":[],"footnotes":""},"categories":[114],"tags":[3828,4456,16797],"class_list":["post-144899","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ciencia","tag-ciencias","tag-geologia","tag-oceanografia"],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.0 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>O buraco azul mais profundo do Mar do Sul da China, onde peixes somem e microrganismos sobrevivem - Oeste Geral<\/title>\n<meta name=\"description\" content=\"O buraco azul no Mar do Sul da China passa de 300 metros e abriga microrganismos em uma zona sem oxig\u00eanio. Entenda.\" \/>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"O buraco azul mais profundo do Mar do Sul da China, onde peixes somem e microrganismos sobrevivem - Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"O buraco azul no Mar do Sul da China passa de 300 metros e abriga microrganismos em uma zona sem oxig\u00eanio. Entenda.\" \/>\n<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/\" \/>\n<meta property=\"og:site_name\" content=\"Oeste Geral\" \/>\n<meta property=\"article:published_time\" content=\"2026-06-28T17:45:00+00:00\" \/>\n<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dragon_Hole_aerial_image_202606141213.jpg\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:width\" content=\"1280\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:height\" content=\"720\" \/>\n\t<meta property=\"og:image:type\" content=\"image\/jpeg\" \/>\n<meta name=\"author\" content=\"Laila\" \/>\n<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary_large_image\" \/>\n<meta name=\"twitter:label1\" content=\"Escrito por\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data1\" content=\"Laila\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:label2\" content=\"Est. tempo de leitura\" \/>\n\t<meta name=\"twitter:data2\" content=\"5 minutos\" \/>\n<!-- \/ Yoast SEO plugin. -->","yoast_head_json":{"title":"O buraco azul mais profundo do Mar do Sul da China, onde peixes somem e microrganismos sobrevivem - Oeste Geral","description":"O buraco azul no Mar do Sul da China passa de 300 metros e abriga microrganismos em uma zona sem oxig\u00eanio. Entenda.","robots":{"index":"index","follow":"follow","max-snippet":"max-snippet:-1","max-image-preview":"max-image-preview:large","max-video-preview":"max-video-preview:-1"},"canonical":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/","og_locale":"pt_BR","og_type":"article","og_title":"O buraco azul mais profundo do Mar do Sul da China, onde peixes somem e microrganismos sobrevivem - Oeste Geral","og_description":"O buraco azul no Mar do Sul da China passa de 300 metros e abriga microrganismos em uma zona sem oxig\u00eanio. Entenda.","og_url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/","og_site_name":"Oeste Geral","article_published_time":"2026-06-28T17:45:00+00:00","og_image":[{"width":1280,"height":720,"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dragon_Hole_aerial_image_202606141213.jpg","type":"image\/jpeg"}],"author":"Laila","twitter_card":"summary_large_image","twitter_misc":{"Escrito por":"Laila","Est. tempo de leitura":"5 minutos"},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/","name":"O buraco azul mais profundo do Mar do Sul da China, onde peixes somem e microrganismos sobrevivem - Oeste Geral","isPartOf":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/#primaryimage"},"image":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/#primaryimage"},"thumbnailUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dragon_Hole_aerial_image_202606141213.jpg","datePublished":"2026-06-28T17:45:00+00:00","author":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d"},"description":"O buraco azul no Mar do Sul da China passa de 300 metros e abriga microrganismos em uma zona sem oxig\u00eanio. Entenda.","breadcrumb":{"@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/#breadcrumb"},"inLanguage":"pt-BR","potentialAction":[{"@type":"ReadAction","target":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/"]}]},{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/#primaryimage","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dragon_Hole_aerial_image_202606141213.jpg","contentUrl":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/Dragon_Hole_aerial_image_202606141213.jpg","width":1280,"height":720,"caption":"Buraco azul escuro surge no recife tropical como uma fenda profunda no mar"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/28\/o-buraco-azul-mais-profundo-do-mar-do-sul-da-china-onde-peixes-somem-e-microrganismos-sobrevivem\/#breadcrumb","itemListElement":[{"@type":"ListItem","position":1,"name":"In\u00edcio","item":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"},{"@type":"ListItem","position":2,"name":"O buraco azul mais profundo do Mar do Sul da China, onde peixes somem e microrganismos sobrevivem"}]},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#website","url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/","name":"Revista Oeste - Geral","description":"A Revista Oeste oferece ao p\u00fablico informa\u00e7\u00e3o sobre fatos relevantes na pol\u00edtica, na economia e nos acontecimentos da atualidade, com clareza e objetividade","potentialAction":[{"@type":"SearchAction","target":{"@type":"EntryPoint","urlTemplate":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?s={search_term_string}"},"query-input":{"@type":"PropertyValueSpecification","valueRequired":true,"valueName":"search_term_string"}}],"inLanguage":"pt-BR"},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/37f6bd0b00dc261ac63847d76bb8303d","name":"Laila","image":{"@type":"ImageObject","inLanguage":"pt-BR","@id":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/#\/schema\/person\/image\/","url":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","contentUrl":"https:\/\/secure.gravatar.com\/avatar\/6104f3e24d6775cda3e1297191431093?s=96&d=mm&r=g","caption":"Laila"},"sameAs":["https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/"],"url":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/author\/lailamyth\/"}]}},"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144899","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/users\/6"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=144899"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144899\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":144904,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/144899\/revisions\/144904"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media\/137525"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=144899"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=144899"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=144899"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}