{"id":145694,"date":"2026-06-30T09:05:00","date_gmt":"2026-06-30T12:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=145694"},"modified":"2026-06-30T02:51:20","modified_gmt":"2026-06-30T05:51:20","slug":"uma-placa-tectonica-esta-se-partindo-no-fundo-do-pacifico-e-ajuda-a-explicar-como-oceanos-nascem-e-morrem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/06\/30\/uma-placa-tectonica-esta-se-partindo-no-fundo-do-pacifico-e-ajuda-a-explicar-como-oceanos-nascem-e-morrem\/","title":{"rendered":"Uma placa tect\u00f4nica est\u00e1 se partindo no fundo do Pac\u00edfico e ajuda a explicar como oceanos nascem e morrem"},"content":{"rendered":"\n<p>O mapa da <strong>Terra<\/strong> parece est\u00e1vel porque as mudan\u00e7as mais profundas n\u00e3o cabem na escala de uma vida humana. No <strong>Pac\u00edfico Norte<\/strong>, uma <strong>placa tect\u00f4nica<\/strong> est\u00e1 se fragmentando no fundo do mar, enquanto a <strong>\u00c1frica<\/strong> mostra como uma rachadura continental pode, no futuro distante, abrir espa\u00e7o para um novo oceano.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que uma placa tect\u00f4nica revelou no fundo do Pac\u00edfico?<\/h2>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.science.org\/doi\/10.1126\/sciadv.ady8347\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>Segundo o estudo publicado na Science Advances<\/strong><\/a>, pesquisadores dos <strong>Estados Unidos<\/strong>, da <strong>Su\u00ed\u00e7a<\/strong> e do <strong>Canad\u00e1<\/strong> documentaram uma fragmenta\u00e7\u00e3o ativa no sistema formado pelas placas <strong>Juan de Fuca<\/strong> e <strong>Explorer<\/strong>, no <strong>Oceano Pac\u00edfico Norte<\/strong>.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas estruturas ficam na regi\u00e3o de <strong>Casc\u00e1dia<\/strong>, onde partes do assoalho oce\u00e2nico deslizam lentamente para baixo da placa norte-americana. <a href=\"https:\/\/www.lsu.edu\/science\/news\/2025\/09\/shuck-sci-adv.php\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>A Universidade Estadual da Louisiana<\/strong><\/a> destacou que o sistema est\u00e1 se encerrando em partes, com blocos se rompendo enquanto outros continuam mergulhando sob o continente.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Juan_de_Fuca_Explorer_plates_202605260309-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-128073\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Juan_de_Fuca_Explorer_plates_202605260309-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Juan_de_Fuca_Explorer_plates_202605260309-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Juan_de_Fuca_Explorer_plates_202605260309-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Juan_de_Fuca_Explorer_plates_202605260309-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Juan_de_Fuca_Explorer_plates_202605260309-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Juan_de_Fuca_Explorer_plates_202605260309.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Diagrama mostra Juan de Fuca e Explorer se fragmentando sob Casc\u00e1dia<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/05\/14\/uma-gigantesca-rachadura-na-crosta-terrestre-intriga-pesquisadores-no-sul-da-africa\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Uma gigantesca rachadura na crosta terrestre intriga pesquisadores no sul da \u00c1frica<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como os cientistas enxergaram a placa tect\u00f4nica se rompendo?<\/h2>\n\n\n\n<p>O avan\u00e7o veio de imagens s\u00edsmicas de alta resolu\u00e7\u00e3o, uma esp\u00e9cie de leitura interna do subsolo marinho. Com esse m\u00e9todo, os pesquisadores conseguiram observar descontinuidades profundas em uma zona que antes dependia mais de sinais indiretos.<\/p>\n\n\n\n<p>O processo n\u00e3o se parece com uma quebra repentina. A fragmenta\u00e7\u00e3o ocorre em etapas, ao longo de milh\u00f5es de anos, e ajuda a explicar como zonas de subduc\u00e7\u00e3o podem terminar sem desaparecer de uma s\u00f3 vez.<\/p>\n\n\n\n<p>As imagens s\u00edsmicas indicam quatro pontos centrais nesse rompimento gradual:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>A <strong>placa Juan de Fuca<\/strong> continua mergulhando sob a placa norte-americana.<\/li>\n\n\n\n<li>A placa <strong>Explorer<\/strong> tamb\u00e9m aparece envolvida no sistema de fragmenta\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>As imagens revelam rasgos internos associados ao enfraquecimento da placa oce\u00e2nica.<\/li>\n\n\n\n<li>O processo come\u00e7ou h\u00e1 cerca de <strong>4 milh\u00f5es de anos<\/strong>, mas foi observado com mais clareza agora.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que uma placa tect\u00f4nica ajuda a explicar oceanos?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando uma placa oce\u00e2nica mergulha sob outra, parte do fundo do mar est\u00e1 sendo reciclada para o interior do planeta. Esse processo ajuda a entender o desaparecimento de antigas bacias oce\u00e2nicas e a reorganiza\u00e7\u00e3o lenta do mapa terrestre.<\/p>\n\n\n\n<p>Na outra ponta da hist\u00f3ria, a <strong>\u00c1frica<\/strong> mostra como um oceano pode come\u00e7ar a nascer. <a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/s41561-025-01717-0\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>O estudo publicado na Nature Geoscience<\/strong><\/a> descreve pulsos do manto sob <strong>Afar<\/strong>, no nordeste da <strong>Eti\u00f3pia<\/strong>, em uma regi\u00e3o onde a crosta continental est\u00e1 se abrindo.<\/p>\n\n\n\n<p>Para detalhar a ruptura no <strong>Pac\u00edfico Norte<\/strong>, o canal <strong>Professor Leandro Ribeiro<\/strong>, com <strong>261 mil inscritos<\/strong> e <strong>111.823 visualiza\u00e7\u00f5es<\/strong> nesse conte\u00fado, explica como o chamado <strong>slab tearing<\/strong> ocorre sem significar um terremoto iminente:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"PLACAS TECT\u00d4NICAS est\u00e3o se PARTINDO!? RACHADURAS perto de CASC\u00c1DIA indicam o FIM DA SUBDUC\u00c7\u00c3O!\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/8o32Cxt1XTM?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que a rachadura de 56 km mostra sobre a \u00c1frica?<\/h2>\n\n\n\n<p>O sinal mais vis\u00edvel desse processo africano ocorreu em <strong>setembro de 2005<\/strong>, quando erup\u00e7\u00f5es vulc\u00e2nicas abriram uma fissura de <strong>56 quil\u00f4metros<\/strong> de comprimento e at\u00e9 <strong>8 metros<\/strong> de largura no deserto de <strong>Afar<\/strong>. Para a geologia, a cena lembra etapas iniciais de abertura oce\u00e2nica.<\/p>\n\n\n\n<p><a href=\"https:\/\/www.southampton.ac.uk\/news\/2025\/06\/scientists-detect-deep-earth-pulses-beneath-africa.page\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\"><strong>De acordo com a Universidade de Southampton<\/strong><\/a>, a equipe ligada \u00e0 ge\u00f3loga <strong>Emma Watts<\/strong>, da <strong>Universidade de Swansea<\/strong>, identificou pulsos profundos no manto sob <strong>Afar<\/strong>. Essas assinaturas qu\u00edmicas ajudam a explicar por que a ruptura continental avan\u00e7a em ritmos diferentes.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Afar_rift_showing_thinning_crust_202605260310-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-128074\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Afar_rift_showing_thinning_crust_202605260310-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Afar_rift_showing_thinning_crust_202605260310-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Afar_rift_showing_thinning_crust_202605260310-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Afar_rift_showing_thinning_crust_202605260310-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Afar_rift_showing_thinning_crust_202605260310-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Afar_rift_showing_thinning_crust_202605260310.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Rift de Afar mostra crosta afinando onde um oceano pode nascer<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A placa tect\u00f4nica quebrada aumenta o risco de terremotos?<\/h2>\n\n\n\n<p>A fragmenta\u00e7\u00e3o no <strong>Pac\u00edfico Norte<\/strong> pode refinar modelos de risco s\u00edsmico na costa oeste da <strong>Am\u00e9rica do Norte<\/strong>. Ainda assim, os pesquisadores n\u00e3o tratam o registro como sinal de terremoto imediato, porque a ruptura ocorre em uma escala muito mais longa.<\/p>\n\n\n\n<p>A tabela separa o que foi observado pelos pesquisadores do que isso significa para a leitura geol\u00f3gica:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><th>Processo<\/th><th>Leitura correta<\/th><\/tr><tr><td><strong>Fragmenta\u00e7\u00e3o no Pac\u00edfico<\/strong><\/td><td>Uma placa oce\u00e2nica se rompe gradualmente abaixo do fundo do mar<\/td><\/tr><tr><td><strong>Rachadura na \u00c1frica<\/strong><\/td><td>A crosta continental se abre em dire\u00e7\u00e3o a uma futura bacia oce\u00e2nica<\/td><\/tr><tr><td><strong>Risco s\u00edsmico<\/strong><\/td><td>Os dados melhoram modelos, mas n\u00e3o preveem um terremoto espec\u00edfico<\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que a descoberta n\u00e3o aponta para um desastre imediato?<\/h2>\n\n\n\n<p>A fragmenta\u00e7\u00e3o no <strong>Pac\u00edfico Norte<\/strong> n\u00e3o funciona como uma placa quebrando de uma vez. O processo ocorre abaixo do assoalho oce\u00e2nico, em escala de <strong>milh\u00f5es de anos<\/strong>, e serve principalmente para melhorar modelos sobre terremotos e subduc\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Na <strong>\u00c1frica<\/strong>, a l\u00f3gica tamb\u00e9m \u00e9 lenta. A abertura de um futuro oceano dependeria de <strong>dezenas de milh\u00f5es de anos<\/strong>, por isso o achado muda a leitura do planeta, mas n\u00e3o cria um alerta imediato para a vida cotidiana.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que essa placa tect\u00f4nica revela sobre o futuro da Terra?<\/h2>\n\n\n\n<p>Os dois processos mostram que a <strong>Terra<\/strong> continua redesenhando continentes e oceanos, mesmo quando nada parece mudar na superf\u00edcie. No fundo do <strong>Pac\u00edfico<\/strong>, uma placa oce\u00e2nica se fragmenta; na <strong>\u00c1frica<\/strong>, a crosta continental se abre lentamente.<\/p>\n\n\n\n<p>A import\u00e2ncia est\u00e1 menos no risco imediato e mais na precis\u00e3o com que a ci\u00eancia consegue observar mudan\u00e7as profundas. Uma <strong>placa tect\u00f4nica<\/strong> se partindo e um continente se abrindo revelam a mesma l\u00f3gica planet\u00e1ria: oceanos podem desaparecer, nascer e transformar o mapa ao longo de milh\u00f5es de anos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mapa da Terra parece est\u00e1vel porque as mudan\u00e7as mais profundas n\u00e3o cabem na escala de uma vida humana. No Pac\u00edfico Norte, uma placa tect\u00f4nica est\u00e1 se fragmentando no fundo do mar, enquanto a \u00c1frica mostra como uma rachadura continental pode, no futuro distante, abrir espa\u00e7o para um novo oceano. 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