{"id":92420,"date":"2026-03-14T17:15:00","date_gmt":"2026-03-14T20:15:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=92420"},"modified":"2026-03-14T05:12:35","modified_gmt":"2026-03-14T08:12:35","slug":"este-passarinho-dorme-voando-e-passa-dias-no-ceu-sem-quase-tocar-o-chao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/14\/este-passarinho-dorme-voando-e-passa-dias-no-ceu-sem-quase-tocar-o-chao\/","title":{"rendered":"Este passarinho dorme voando e passa dias no c\u00e9u sem quase tocar o ch\u00e3o"},"content":{"rendered":"\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 imaginou um <strong>passarinho<\/strong> capaz de passar quase um ano inteiro no ar sem nunca pousar? O <strong>andorinh\u00e3o-preto<\/strong> det\u00e9m o recorde biol\u00f3gico mais impressionante do reino animal ao realizar todas as suas fun\u00e7\u00f5es vitais em pleno voo, desafiando os limites da resist\u00eancia f\u00edsica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O estudo cient\u00edfico que monitorou este passarinho por dez meses<\/h2>\n\n\n\n<p>Durante d\u00e9cadas, a biologia suspeitava dessa fa\u00e7anha, mas a prova definitiva surgiu apenas recentemente atrav\u00e9s de tecnologia avan\u00e7ada. <a href=\"https:\/\/pubmed.ncbi.nlm.nih.gov\/28094028\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Pesquisadores da Universidade de Lund publicaram no PubMed<\/strong><\/a> os resultados de geolocalizadores fixados em aves selvagens europeias, comprovando que o andorinh\u00e3o permanece voando por mais de 99% do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>A pesquisa revelou que alguns indiv\u00edduos nunca tocaram o solo durante todo o monitoramento de dez meses fora da temporada reprodutiva. Confira na tabela abaixo os <strong>recordes de voo ininterrupto<\/strong> documentados pela ci\u00eancia em diferentes esp\u00e9cies de andorinh\u00e3o:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-table\"><table class=\"has-fixed-layout\"><tbody><tr><th>Esp\u00e9cie observada<\/th><th>Tempo de voo cont\u00ednuo registrado<\/th><th>Refer\u00eancia cient\u00edfica da descoberta<\/th><\/tr><tr><td>Andorinh\u00e3o-preto (Apus apus)<\/td><td>10 meses (mais de 300 dias)<\/td><td>Universidade de Lund (2016)<\/td><\/tr><tr><td>Andorinh\u00e3o-alpino (Apus melba)<\/td><td>200 dias consecutivos<\/td><td><a href=\"https:\/\/www.nature.com\/articles\/ncomms3554\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><strong>Nature Communications (2013)<\/strong><\/a><\/td><\/tr><\/tbody><\/table><\/figure>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2wbqaqvf-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-92556\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2wbqaqvf-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2wbqaqvf-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2wbqaqvf-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2wbqaqvf-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2wbqaqvf-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/2wbqaqvf.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Esse fen\u00f4meno permite que a ave desligue apenas metade do c\u00e9rebro por vez, mantendo a outra parte ativa para controlar a estabilidade e a navega\u00e7\u00e3o em pleno movimento nas alturas<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p><strong>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/03\/epicteto-filosofo-grego-disse-primeiro-diga-a-si-mesmo-quem-voce-quer-ser-depois-faca-o-que-precisa-ser-feito\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Epicteto, fil\u00f3sofo grego, disse: \u201cPrimeiro diga a si mesmo quem voc\u00ea quer ser; depois, fa\u00e7a o que precisa ser feito\u201d<\/a><\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como este passarinho consegue dormir durante o voo?<\/h2>\n\n\n\n<p>A resposta para esse mist\u00e9rio reside em um mecanismo neurol\u00f3gico fascinante conhecido como <strong>sono uni-hemisf\u00e9rico<\/strong>. Esse fen\u00f4meno permite que a ave desligue apenas metade do c\u00e9rebro por vez, mantendo a outra parte ativa para controlar a <strong>estabilidade e a navega\u00e7\u00e3o<\/strong> em pleno movimento nas alturas.<\/p>\n\n\n\n<p>Ao anoitecer, esses animais sobem a altitudes de at\u00e9 2.000 metros para realizar voos em espiral lenta. Nesse per\u00edodo de repouso intermitente, a <strong>velocidade de cruzeiro<\/strong> cai para 20 km\/h e os batimentos de asa s\u00e3o reduzidos, permitindo que o organismo recupere energias sem precisar de um ninho ou galho para pousar.<\/p>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/uz092e3m-1024x576.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-92557\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/uz092e3m-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/uz092e3m-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/uz092e3m-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/uz092e3m-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/uz092e3m-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/uz092e3m.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Coleta de materiais: apanha penas e palhas levadas pelo vento para estruturar o ninho no per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A rotina completa que este passarinho realiza no ar<\/h2>\n\n\n\n<p>A especializa\u00e7\u00e3o a\u00e9rea do andorinh\u00e3o-preto \u00e9 t\u00e3o profunda que a sua anatomia se adaptou para que quase nada exija o contato com a terra firme. <strong><a href=\"https:\/\/pt.wikipedia.org\/wiki\/Andorinh%C3%A3o-preto\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A enciclop\u00e9dia virtual Wikipedia explica que o nome do g\u00eanero Apus<\/a> <\/strong>significa literalmente sem p\u00e9s, devido \u00e0s suas patas extremamente curtas.<\/p>\n\n\n\n<p>Veja a lista de <strong>atividades vitais<\/strong> que o andorinh\u00e3o executa enquanto navega pelas correntes de ar:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Alimenta\u00e7\u00e3o cont\u00ednua:<\/strong> captura insetos e pequenas aranhas suspensas no ar, mantendo uma dieta 100% a\u00e9rea.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Hidrata\u00e7\u00e3o r\u00e1pida:<\/strong> coleta \u00e1gua da chuva ou faz rasantes em lagos para beber sem interromper o voo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Coleta de materiais:<\/strong> apanha penas e palhas levadas pelo vento para estruturar o ninho no per\u00edodo de reprodu\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Migra\u00e7\u00e3o extrema:<\/strong> percorre at\u00e9 10.000 km da Europa ao sul da \u00c1frica quase sem realizar paradas t\u00e9cnicas.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>A velocidade sustentada dessa ave \u00e9 uma das maiores do mundo, atingindo at\u00e9 110 km\/h durante os deslocamentos migrat\u00f3rios. Para observar a incr\u00edvel precis\u00e3o desse ca\u00e7ador a\u00e9reo capturando presas em pleno movimento, selecionamos o conte\u00fado do canal <strong>Saber Atualizado<\/strong>, que educa quase <strong>10 mil inscritos<\/strong>. No v\u00eddeo abaixo, voc\u00ea confere a din\u00e2mica de captura em uma col\u00f4nia urbana na Fran\u00e7a:<\/p>\n\n\n\n<iframe loading=\"lazy\" width=\"957\" height=\"538\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/vpakW7LtBZc\" title=\"Andorinh\u00e3o-preto capturando presas durante o voo\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Por que o solo representa um grande perigo para este passarinho?<\/h2>\n\n\n\n<p>O pre\u00e7o da perfei\u00e7\u00e3o aerodin\u00e2mica foi a atrofia quase total dos membros inferiores, tornando a ave <strong>incapaz de caminhar<\/strong> ou saltar para decolar a partir de superf\u00edcies planas. Se um andorinh\u00e3o-preto cai no ch\u00e3o acidentalmente, ele enfrenta uma <strong>dificuldade extrema para al\u00e7ar voo<\/strong> novamente, ficando vulner\u00e1vel a predadores.<\/p>\n\n\n\n<p>A decolagem s\u00f3 \u00e9 segura a partir de superf\u00edcies verticais, como troncos de \u00e1rvores ou fendas em pr\u00e9dios hist\u00f3ricos, onde a ave pode utilizar a <strong>queda livre<\/strong> para ganhar velocidade. Essa limita\u00e7\u00e3o f\u00edsica explica por que o animal evita o solo com tanta consist\u00eancia, mantendo a sua vida protegida nas alturas do c\u00e9u.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">As amea\u00e7as clim\u00e1ticas que afetam a sobreviv\u00eancia deste passarinho<\/h2>\n\n\n\n<p>Embora seja classificado globalmente como pouco preocupante, as popula\u00e7\u00f5es europeias enfrentam um decl\u00ednio vis\u00edvel nas \u00faltimas d\u00e9cadas. A redu\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica na <strong>disponibilidade de insetos voadores<\/strong> e as reformas em edif\u00edcios que eliminam locais de nidifica\u00e7\u00e3o s\u00e3o os principais desafios para a conserva\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie.<\/p>\n\n\n\n<p>As mudan\u00e7as clim\u00e1ticas tamb\u00e9m alteram as rotas migrat\u00f3rias e a oferta de alimento durante a travessia do Saara. Proteger o habitat desse <strong>\u00edcone da avifauna<\/strong> \u00e9 essencial para garantir que o c\u00e9u continue abrigando o ser vivo que transformou o voo em uma forma permanente de exist\u00eancia biol\u00f3gica.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Voc\u00ea j\u00e1 imaginou um passarinho capaz de passar quase um ano inteiro no ar sem nunca pousar? O andorinh\u00e3o-preto det\u00e9m o recorde biol\u00f3gico mais impressionante do reino animal ao realizar todas as suas fun\u00e7\u00f5es vitais em pleno voo, desafiando os limites da resist\u00eancia f\u00edsica. 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