{"id":92618,"date":"2026-03-15T19:05:00","date_gmt":"2026-03-15T22:05:00","guid":{"rendered":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/?p=92618"},"modified":"2026-03-14T22:14:04","modified_gmt":"2026-03-15T01:14:04","slug":"em-um-antigo-sitio-arqueologico-pesquisadores-encontraram-algo-que-pode-reescrever-a-historia-da-evolucao-humana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2026\/03\/15\/em-um-antigo-sitio-arqueologico-pesquisadores-encontraram-algo-que-pode-reescrever-a-historia-da-evolucao-humana\/","title":{"rendered":"Em um antigo s\u00edtio arqueol\u00f3gico, pesquisadores encontraram algo que pode reescrever a hist\u00f3ria da evolu\u00e7\u00e3o humana"},"content":{"rendered":"\n<div class=\"wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-1 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<p>Imagine caminhar por uma antiga plan\u00edcie, h\u00e1 mais de 7 milh\u00f5es de anos, e descobrir que os primeiros passos da nossa hist\u00f3ria talvez n\u00e3o tenham acontecido na <strong>\u00c1frica<\/strong>, mas sim nos <strong>B\u00e1lc\u00e3s<\/strong>. Foi isso que um osso de f\u00eamur encontrado na <strong>Bulg\u00e1ria<\/strong> sugeriu aos cientistas, ao reacender a discuss\u00e3o sobre onde, afinal, come\u00e7ou a trajet\u00f3ria que levaria ao ser humano moderno.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que \u00e9 um homin\u00edneo e por que Graecopithecus \u00e9 t\u00e3o importante?<\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Homin\u00edneo<\/strong> \u00e9 o nome dado ao grupo de esp\u00e9cies que faz parte da nossa linhagem, incluindo o <strong>Homo<\/strong> sapiens e seus ancestrais mais pr\u00f3ximos, mas deixando de fora chimpanz\u00e9s e gorilas. A grande marca desse grupo \u00e9 a capacidade de andar em duas pernas, o <strong>bipedismo<\/strong>, que nos diferencia de outros primatas que vivem mais nas \u00e1rvores.<\/p>\n\n\n\n<p>Durante muito tempo, pensava-se que a \u00c1frica concentrava os primeiros candidatos a homin\u00edneos, como <strong>Orrorin<\/strong> tugenensis, do Qu\u00eania, com cerca de 7 milh\u00f5es de anos. A entrada de <strong>Graecopithecus<\/strong> freybergi nesse debate, com f\u00f3sseis encontrados na Gr\u00e9cia e na Bulg\u00e1ria de aproximadamente 7,2 milh\u00f5es de anos, fez muitos pesquisadores olharem com mais aten\u00e7\u00e3o para o sudeste europeu, levantando a hip\u00f3tese de que a nossa linhagem possa ter ra\u00edzes mais amplas do que se imaginava.<\/p>\n<\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/hominineo_1773518812005-1024x576.jpg\" alt=\"origem dos homin\u00edneos\" class=\"wp-image-92733\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/hominineo_1773518812005-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/hominineo_1773518812005-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/hominineo_1773518812005-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/hominineo_1773518812005-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/hominineo_1773518812005-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/hominineo_1773518812005.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Homin\u00edneo \u00e9 o nome dado ao grupo de esp\u00e9cies que faz parte da nossa linhagem. &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ pustosh<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-2 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">A origem dos homin\u00edneos aconteceu apenas na \u00c1frica?<\/h2>\n\n\n\n<p>A an\u00e1lise detalhada do f\u00eamur encontrado no s\u00edtio de <strong>Azmaka<\/strong>, na Bulg\u00e1ria, mostrou um colo femoral alongado, algo ligado \u00e0 postura ereta e \u00e0 locomo\u00e7\u00e3o b\u00edpede. Em primatas que andam sobre quatro membros ou vivem mais nas \u00e1rvores, essa regi\u00e3o do f\u00eamur costuma ter outra forma e propor\u00e7\u00e3o, como se v\u00ea em chimpanz\u00e9s e gorilas atuais, que mant\u00eam um centro de gravidade diferente do dos homin\u00edneos.<\/p>\n\n\n\n<p>Essas evid\u00eancias levaram alguns cientistas a propor que popula\u00e7\u00f5es b\u00edpedes podem ter surgido primeiro na <strong>Europa<\/strong> Oriental, antes de se espalharem para a \u00c1frica. Mudan\u00e7as clim\u00e1ticas no <strong>Mioceno<\/strong> teriam transformado florestas em \u00e1reas mais abertas, o que favoreceria a caminhada pelo solo e, depois, migra\u00e7\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o ao continente africano. Outros pesquisadores, por\u00e9m, defendem que esses f\u00f3sseis podem representar apenas um ramo colateral, pr\u00f3ximo \u00e0 nossa linhagem, mas n\u00e3o necessariamente um ancestral direto.<\/p>\n<\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-image\">\n<figure class=\"aligncenter size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\" src=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/homo-sapiens-_1773518489371-1024x576.jpg\" alt=\"origem dos homin\u00edneos\" class=\"wp-image-92729\" srcset=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/homo-sapiens-_1773518489371-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/homo-sapiens-_1773518489371-300x169.jpg 300w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/homo-sapiens-_1773518489371-768x432.jpg 768w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/homo-sapiens-_1773518489371-750x422.jpg 750w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/homo-sapiens-_1773518489371-1140x641.jpg 1140w, https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/homo-sapiens-_1773518489371.jpg 1280w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">A an\u00e1lise detalhada do f\u00eamur encontrado no s\u00edtio de Azmaka, na Bulg\u00e1ria, mostrou um colo femoral alongado. &#8211; Cr\u00e9ditos: depositphotos.com \/ microgen<\/figcaption><\/figure><\/div>\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-3 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Como o bipedismo transformou o corpo humano?<\/h2>\n\n\n\n<p>Quando nossos ancestrais passaram a caminhar em duas pernas, n\u00e3o foi s\u00f3 o jeito de andar que mudou: praticamente todo o corpo precisou se adaptar. Ao comparar f\u00f3sseis antigos com <strong>chimpanz\u00e9s<\/strong> atuais, os pesquisadores identificam v\u00e1rias altera\u00e7\u00f5es ligadas ao bipedismo.<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li><strong>Coluna<\/strong> vertebral: a curvatura em \u201cS\u201d ajuda a equilibrar o peso do corpo e a absorver impactos durante a caminhada.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Bacia:<\/strong> um quadril mais largo e em formato de tigela favorece o equil\u00edbrio em p\u00e9 e a gesta\u00e7\u00e3o, permitindo o suporte de \u00f3rg\u00e3os internos.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>Cr\u00e2nio:<\/strong> o forame magno mais central mant\u00e9m a cabe\u00e7a alinhada sobre a coluna, o que \u00e9 essencial para caminhar ereto sem sobrecarregar a nuca.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>P\u00e9s:<\/strong> o arco plantar e o ded\u00e3o voltado para a frente impulsionam cada passo e distribuem melhor o peso do corpo.<\/li>\n\n\n\n<li><strong>M\u00e3os:<\/strong> dedos mais curtos e polegar alongado ajudam a manipular objetos com precis\u00e3o, abrindo caminho para o uso de ferramentas.<\/li>\n<\/ul>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Leia tamb\u00e9m: <a href=\"https:\/\/revistaoeste.com\/oestegeral\/2025\/08\/18\/a-surpreendente-historia-dos-oculos-e-sua-evolucao-ao-longo-dos-seculos\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">A surpreendente hist\u00f3ria dos \u00f3culos e sua evolu\u00e7\u00e3o ao longo dos s\u00e9culos<\/a><\/p>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-4 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">De que forma o clima e as migra\u00e7\u00f5es dos homin\u00edneos influenciaram essa hist\u00f3ria?<\/h2>\n\n\n\n<p>No fim do Mioceno, partes da <strong>Eur\u00e1sia<\/strong> teriam passado por um clima mais seco e aberto, parecido com savanas, o que mudou profundamente a rotina dos antigos primatas. Nesses ambientes, ficar em p\u00e9 e caminhar sobre duas pernas poderia facilitar ver predadores \u00e0 dist\u00e2ncia e encontrar \u00e1gua e alimento mais espalhados pela paisagem.<\/p>\n\n\n\n<p>Esp\u00e9cies como <strong>Graecopithecus<\/strong> teriam sido empurradas para fora das florestas densas, adaptando-se cada vez mais ao solo. Ao longo de milh\u00f5es de anos, sucessivas migra\u00e7\u00f5es em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 <strong>\u00c1frica<\/strong> podem explicar por que tantos f\u00f3sseis posteriores aparecem em pa\u00edses como Eti\u00f3pia, Qu\u00eania e Tanz\u00e2nia. Estudos recentes de paleoclima e de fauna sugerem que essas rotas migrat\u00f3rias eram complexas, com idas e vindas entre regi\u00f5es hoje separadas por mares e cadeias de montanhas.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<p>Se voc\u00ea quer saber mais, separamos o v\u00eddeo do canal &#8220;Origens Da Humanidade&#8221; falando sobre essa curiosidade:<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed aligncenter is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<div class=\"jeg_video_container jeg_video_content\"><iframe loading=\"lazy\" title=\"Como Surgiu o Homo sapiens: A Evolu\u00e7\u00e3o Que Mudou o Mundo | Document\u00e1rio Completo\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/EFlGidrI3qo?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe><\/div>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-group is-vertical is-layout-flex wp-container-core-group-is-layout-5 wp-block-group-is-layout-flex\">\n<h2 class=\"wp-block-heading\">O que esse novo achado muda sobre a origem humana?<\/h2>\n\n\n\n<p>O f\u00eamur encontrado na <strong>Bulg\u00e1ria<\/strong> n\u00e3o resolve o mist\u00e9rio da origem dos homin\u00edneos, mas amplia o mapa dessa busca. Em vez de um \u00fanico \u201cber\u00e7o\u201d fixo, ganha for\u00e7a a ideia de uma hist\u00f3ria espalhada entre a \u00c1frica e a <strong>Europa<\/strong> Oriental, com v\u00e1rias popula\u00e7\u00f5es se adaptando em diferentes paisagens ao longo do tempo.<\/p>\n\n\n\n<p>Entre as pr\u00f3ximas etapas, cientistas pretendem buscar mais f\u00f3sseis de <strong>Graecopithecus<\/strong>, refinar a data\u00e7\u00e3o dos s\u00edtios nos B\u00e1lc\u00e3s e na \u00c1frica e integrar dados de clima, fauna e gen\u00e9tica. Com novas tecnologias de imagem e an\u00e1lise, esse primata pode ser visto no futuro como um ancestral direto ou um parente bem pr\u00f3ximo da nossa linhagem, refor\u00e7ando que nossa origem foi um processo longo, feito de muitos passos, muitos cen\u00e1rios e muitos caminhos evolutivos que se cruzaram antes do surgimento do Homo sapiens.<\/p>\n<\/div>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Imagine caminhar por uma antiga plan\u00edcie, h\u00e1 mais de 7 milh\u00f5es de anos, e descobrir que os primeiros passos da nossa hist\u00f3ria talvez n\u00e3o tenham acontecido na \u00c1frica, mas sim nos B\u00e1lc\u00e3s. 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