O que Porto Feliz tem a ensinar a São Paulo? - Revista Oeste

Em 14 jul 2020, 18:51

O que Porto Feliz tem a ensinar a São Paulo?

14 jul 2020, 18:51

A experiência de sucesso no combate ao coronavírus no interior paulista escancara a ineficiência da gestão pública na maior cidade do país

Porto Feliz - cloroquina

Praça da Matriz na cidade de Porto Feliz (SP) | Foto: Reprodução/Prefeitura de Porto Feliz

Enquanto o prefeito da pacata cidade de Porto Feliz, Cássio Prado (PTB), se preocupou em enfrentar a doença e iniciou já em fevereiro reuniões de planejamento no sistema de saúde para combater a chegada do coronavírus, o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), apostou na rigidez do isolamento social para regular a sociedade. A estratégia de Covas baseou-se em provar que o confinamento da população iria deter a epidemia.

Porto Feliz, cidade de 53 mil habitantes na região metropolitana de Sorocaba (SP), entendeu que para conter os avanços da covid-19 era preciso agir rápido e mais, agir com a lógica que permeia a medicina: como em todo e qualquer tratamento, a intervenção precoce em uma doença pode evitar mortes. O prefeito Cássio Prado, que é médico-cirurgião, contou que desde março já distribuiu gratuitamente mais de 1.500 kits com os medicamentos cloroquina, ivermectina e azitromicina a pacientes em estágio inicial da doença, sempre com prescrição médica.

Leia também: “O perigo do debate político sobre a cloroquina” 

Já em São Paulo, cidade com 12 milhões de habitantes, o prefeito Bruno Covas penou para definir medidas que, ou foram logo abandonadas em questão de dias por absoluta ineficiência, ou foram tomadas tardiamente, agravando os efeitos da pandemia, ou, pior ainda, nem sequer foram tomadas. A campanha #FiqueemCasa e #trancatudo não evitou a morte de mais de 8 mil pessoas só na cidade de São Paulo. Gastaram-se milhões de reais na construção de hospitais de campanha, na montagem de leitos de UTI e na compra de respiradores — medidas importantes para equipar o sistema de saúde, sem dúvida. Mas, não se sabe se por questões político-ideológicas, o investimento na intervenção precoce no tratamento de pacientes com covid-19 não foi prioridade na cidade epicentro da pandemia no país.

Mas, afinal, o que a cidade pequena tem a ensinar à metrópole?

A live promovida pelo jornalista Alexandre Garcia e pelo grupo de médicos Covid-19 – DF em 26 de junho reuniu profissionais de diferentes especialidades para falar sobre o tratamento precoce no combate à pandemia. Durante a live, o prefeito Cássio Prado compartilhou a experiência de sucesso na cidade:

• O sistema de saúde adotou os protocolos médicos de Madri, na Espanha, de Bérgamo, na Itália, e de Marselha, na França. “Desde 28 de março, quando foi confirmado o primeiro caso, nós começamos com o tratamento precoce de todos os pacientes com sintomas leves da covid-19.”

• Já foram distribuídos gratuitamente mais de 1.500 kits com os medicamentos cloroquina, ivermectina e azitromicina a pacientes em estágio inicial da doença, sempre com prescrição médica. “E, desde então, entre todos aqueles tratados precocemente, ninguém evoluiu para a intubação. Os três óbitos que tivemos foram de pacientes que não fizeram o tratamento precoce.”

• Além de tratar os doentes infectados, optou-se por tratar também os contactantes, ou seja, pessoas que tiveram contato com pacientes contaminados pela covid-19. Os profissionais da saúde também tomaram a medicação de forma profilática, ou seja, como medida preventiva.

• Em um bairro da cidade, foi escolhida uma quadra inteira para fazer a profilaxia dos moradores. “Demos ivermectina [vermífugo utilizado no combate a doenças causadas por vermes e parasitas] para toda essa quadra, perto de 290 moradores. Nas quadras ao redor, houve casos de covid-19; nessa quadra, nenhum caso.”

• Alojamentos inteiros na cidade que tiveram casos de covid-19 foram tratados com os protocolos precoces, e nenhum funcionário que trabalhava nesses locais desenvolveu a doença.

• Porto Feliz foi uma das primeiras cidades a exigir o uso de máscara, já no final de março.

Veja também: “Pico de mortes por covid-19 no Brasil já passou”

Em São Paulo, em vez de focar no combate à doença, o prefeito optou por implementar políticas de gabinete para restringir a circulação de pessoas e determinar o fechamento de estabelecimentos. Algumas das tentativas para manter o isolamento social apenas agravaram o alastramento do vírus na maior cidade do Brasil. No que se refere ao tratamento precoce, o último relatório técnico, datado de 12 de junho e publicado no site da prefeitura, não recomenda o uso da hidroxicloroquina e cloroquina para casos leves e moderados da doença. A seguir, algumas medidas tomadas pelo prefeito Bruno Covas ao longo dos últimos meses:

• A decisão de reduzir a frota de ônibus na cidade provocou aglomeração tanto nos pontos quanto no interior do transporte público, o que ajudou a levar a covid-19 para a periferia.

• A prefeitura tentou diminuir o número de carros em circulação bloqueando avenidas — a medida foi suspensa em dois dias.

• A versão de um rodízio ampliado, que deixou 50% da frota impedida de rodar na cidade, durou uma semana e aumentou ainda mais a aglomeração no transporte público, usado pela maior parte da população de baixa renda para trabalhar todos os dias.

• O governo levou 50 dias para tornar obrigatório o uso de máscara no transporte, e depois nas vias públicas.

• Para especialistas ouvidos por Oeste, a antecipação de feriados como o de Corpus Christi apenas estimulou o trânsito de pessoas da capital para o interior, espalhando a contaminação do vírus para regiões que estavam com a epidemia sob controle.

• Apesar de o prefeito dizer que as estatísticas sobre o combate ao coronavírus na capital paulista são transparentes, a divulgação dos números da covid-19 na cidade é marcada por falhas e contradições. Só para ficar em um exemplo, em 27 de maio Bruno Covas informou que, no município de São Paulo, havia 51.852 casos confirmados de coronavírus e 53.541 pacientes curados. Ou seja: misteriosamente, o número de curados foi bem superior ao de casos confirmados.

• Embora a prefeitura de São Paulo nunca tenha proibido o uso da cloroquina, nem de sua forma menos tóxica, a hidroxicloroquina, de acordo com o relatório técnico publicado pela Secretaria Municipal da Saúde em 12 de junho, o tratamento da covid-19 com o uso da cloroquina e hidroxicloroquina não é recomendado para casos leves e moderados da doença.

O resultado das diferentes gestões no combate ao coronavírus traduz-se em números: em São Paulo, mais de 8 mil pessoas morreram por conta da covid-19. Em Porto Feliz, foram registrados três óbitos até o momento. Relativamente, se a cidade do interior paulista tivesse os mesmos 12 milhões de habitantes da capital, o saldo de mortes seria de 680 pessoas. Ou seja, a gestão de Bruno Covas mostrou-se quase 12 vezes pior no combate à pandemia do que a do prefeito Cássio Prado.

Enquanto uma vacina capaz de imunizar a população não chega ao mercado, será preciso combater o vírus chinês com as armas disponíveis. Para quem acredita que o isolamento social e a construção de hospitais de campanha com leitos fantasma evitaram uma tragédia ainda maior na capital paulista, o exemplo de Porto Feliz indica que o caminho pode estar no investimento do tratamento pré-hospitalar como modo de atacar a doença em suas fases iniciais, evitando a progressão para as formas graves, que são mais custosas para o sistema de saúde, além de minimizar o risco de morte do paciente.

 

TAGS

*O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

35 Comentários

  1. Dá uma volta e colocar no final dos tópicos, em último: “Porto Feliz foi uma das primeiras cidades a exigir o uso de máscara, já no final de março.”
    Queria ver funcionar essa estratégia de dar remédio sem comprovação e falar para todo mundo não usar mascara e se aglomerarem nas ruas.
    Aí sim saberíamos se o remédio funcionava.
    Aaaaa! Para! O público está ficando cada vez mais inteligente. Este tipo de artigo pra surfar na onda dos eleitores do governo é facilmente identificável.
    Sei que vocês não vão publicar meu comentário. Mas só de ler tá bão!
    Abraços!

    Responder
    • Vc está errado, simples assim!

      Responder
      • Parabéns prefeito Cássio Prado, o senhor deu uma aula de bom senso e governança, ao prefeito da maior cidade do país.

        Responder
    • Vc está errado qto à sua opinião e qto ao fato de o seu comentário não ser publicado, mortadela.

      Responder
    • Precisa melhorar sua interpretação de texto, pq no artigo não fala que foi apenas o tratamento profilático, e sim o conjunto de ações tomadas pelo prefeito de lá, entre elas de replicar protocolos médicos de cidades que já tinha passado pelo pico do problema. Recomendo ver a live que o prefeito comenta o que foi feito e o porque esses remédios ajudam, apesar de não curar diretamente a doença. Curiosamente todos meus amigo(a)s que pegaram o COVID19 tomaram esses remédios no tratamento, e estou falando de gente que se trata em hospital particular hein.

      Responder
    • O menino está vivendo em sua própria fantasia. Crítica estratégia inexistente, é contra a que funciona, defende a pior sem nenhum argumento e ainda fantasia que não será publicado.
      É o público verdadeiramente inteligente hein.

      Responder
    • É duro aceitar quem faz certo e apoiar os trombadões da epidemia. Foram vcs que ficaram 30 anos mamando e sumindo com recursos que seriam investidos em hospitais e investimentos em educação, inclusive científica; afinal não se faz copa com hospitais.

      Responder
    • A reportagem só relatou os fatos. Faltou dizer que Covas como medida precoce estimulou o carnaval de rua. E quando a doença começou, apressou-se em comprar caixões e abri covas! Um escárnio de incompetência!

      Responder
    • PELO VISTO VOCÊ NÃO LEU O POST, OU NÃO ENTENDEU, O QUE É MUITO COMUM ATUALMENTE. SUGIRO QUE RELEIA E VOLTE A COMENTAR, DAÍ COM A DEVIDA RAZÃO. OBS.: NÃO PERTENÇO AO QUADRO DA REDAÇÃO DA REVISTA.

      Responder
    • Amigo, voce não leu a reportagem com atenção: TODOS OS 1.500 JA ESTAVAM INFECTADOS COM O VÍRUS! Portanto o medicamento funcionou sim! O isolamento e as máscaras não os impediu de pegarem. Ele não foi tomado antes do contágio, os que tiveram contato com os infectados sim, tomaram como prevenção, e não foram contabilizados aqui, porém, os demais da contagem estavam diagnosticados com covid e fizeram o tratamento no início da doença. Parabens para esse prefeito, pena que a política esta acima das vidas.

      Responder
  2. Se o mortadela tivesse lido o “Sobre a Oeste”:
    “Nosso site e nossa revista serão, sim, conservadores na sua visão da política, da vida e da sociedade. Ser conservador, em nosso entendimento, é defender claramente que as coisas boas sejam conservadas; não vemos nada de errado em conservar o que nos parece positivo. É nossa convicção que o conservadorismo, hoje, é o oposto das posições estáticas, reacionárias e, no fundo, defensoras do atraso social, econômico e político do Brasil. Ser conservador, ao contrário, é ser genuinamente a favor das mudanças que a sociedade exige para progredir no século XXI. É a via mais eficaz para promover o desenvolvimento, a criação de riquezas e a multiplicação de oportunidades. É o caminho mais curto para a igualdade e a inclusão social.”
    Pois é… desde quando mortadelas leem?

    Responder
    • Só entendem de mimimi!

      Responder
    • Jim Pereira, o seu comentário é brilhante, correto em todos os aspectos, rebate todas as falácias do cérebro encolhido do menor intelectual.
      Que prazer dá ao ler um texto produzido por um conservador, enquanto se tem náuseas em tentar digerir algo “progressista”, que prima pelo atraso em tudo.
      Parabéns!

      Responder
    • Parabéns!

      Responder
  3. INÍCIO DE ERRO LIBERAÇÃO DO CARNAVAL, POPULAÇÃO SEM MEDICAÇÃO, REDUÇÃO DE TRANSPORTE PÚBLICO , MÁSCARAS .

    Responder
    • Por favor, Bartolomeu, evite usar esse tipo de grafia em CAIXA ALTA, que é extremamente incômodo, desagradável e deselegante. Parece que está aos gritos com os leitores.
      Respeite-nos. Obrigado.

      Responder
  4. Fake. Entre no boatos.org. Ali está a pesquisa e é fake
    Como pode a revista Oeste publicar

    Responder
    • Poxa, Vanderlei, como pode é você ainda acreditar em um site comunista. Procure-se informar melhor antes de fazer uma afirmação como esta.

      Responder
    • Não é Fake, o relato é do próprio prefeito, eu vi a live, e conheço gente da cidade de Porto Feliz. Parabéns ao prefeito, faltou dizer que cada kit custou apenas R$ 40,00 e que Covas e Dória conduziram o processo como dois perus bêbados na véspera de natal!

      Responder
    • JA PESQUISEI E NÃO É FAKE! Fake é os sites que são esquerdistas. É so assistir o vídeo.

      Responder
  5. Se voce levar em conta o tamanho da oposição em uma cidade de 12 milhões de habitantes, com uma cidade de 53 mil habitantes, o que até é citado na reportagem em tamanho proporcional pode até ser igual, mas em tamanho nunerico é dificil de comparar, ao invés de se ter uma reportagem para tirar como experiencia o sucesso nas ações contra o COVID 19 usam a matéria para atacar a gestão na capital paulista, vejo isso como um joguinho de poder politico, sendo que essa intenção de virar celebridade criticando o outro já é filme repetido, vejo que com exeção dos morangos que a cidade pruduz, na politica falta cultivar muito ainda eu tive a covid 19 e não tomei cloquina , então vai ser parcial lá com o #bolsonavírus….

    Responder
  6. Você está errado em todas as linhas escritas, uma criança no intelecto.
    Demonstra claramente que integra a classe dos “progressistas” cujo único objetivo é o atraso em todas as circunstâncias.

    Responder
  7. O Prefeito de Porto Feliz foi certeiro em todas as medidas que pôs em prática, assim, como médico, prova o seu juramento ético de salvar vidas, e não são de se admirar os resultados colhidos.
    Já o inverso se deu com o infeliz prefeito de SP, que demonstra com uma obviedade à toda prova, à cada item de sua coletânea de erros, que seu objetivo, longe do de salvar vidas, era o de cumprir as metas de redução populacional mundial do seu mentor criminoso da NOM, George Soros.
    E isso está tão meridianamente claro em cada um dos itens da longa lista de crimes cometidos, que só não enxerga quem é cego, idiota ou comunista, o que dá na mesma.
    Mas a Operação Storm, uma Aliança Internacional, já está em ação no Brasil, e cada um dos responsáveis pelas milhares de vidas ceifadas será preso e severamente punido, de acordo com o peso do número de vítimas.
    E nem adiantará apelar para o STF, pois as prisões estarão bem distantes do Brasil, tais como em Guantánamo ou Alaska.
    Quem ainda não ouviu falar nisso, pesquise no YouTube, há vários Canais que nos mantêm informados.

    Responder
  8. O município deu remédios sem comprovação (placebos) para toda a população e obrigou as pessoas a utilizarem mascaras.
    Conclusão: As mascaras evitaram as contaminações.

    E o artigo está tentando vender a tese que os remédios preveniram, criaram uma imunidade, contra o vírus. Uma teste sem base científica nenhuma.

    Tentativa clara de agradar o publico Bolsonarista que ainda defendem essa linha do remédio milagroso que o Presidente está tentando empurra de qualquer jeito na população.

    Boldo também cura vários problemas. Recomendo.
    Abraços!

    Responder
    • A penicilina foi usada para tratar soldados feridos na guerra também sem comprovação científica final, assim como a água de coco filtrada, que serviu como soro intravenoso. Evidências empíricas também são científicas, meu caro. Estude um pouco mais sobre Ciência, sobre método científico. Você está claramente repetindo um discurso que ouviu por aí. Até a especulação é parte do processo de produção de conhecimento. Você está dizendo que não houve comprovação científica do medicamento, mas a única coisa que não houve foi o descarte do efeito placebo. Há fundamentos bioquímicos que sugerem a eficácia da hidroxicloroquina como um inibidor de replicação de RNA viral nas células.

      Responder
    • Placebo não significa remédio sem comprovação. Todas as medicações utilizadas para o tratamento das pessoas com sintomas leves, moderados e até graves são experimentais em relação ao Covid, incluídos a cloroquina e a hidroxocloroquina. Em outras palavras, não há um remédio específico para o vírus chinês. Portanto, o uso precoce dos remédios é necessário e, segundo inúmeros médicos brasileiros e estrangeiros os pacientes têm tido ótimos resultados. Não se pode negar essa chance de pronta recuperação às pessoas. O trabalho que está sendo feito pela Secretaria de Saúde de Porto Feliz é sério e baseado na CIÊNCIA. Bom para os porto-felicences, que escolheram bem seu Prefeito. Azar dos paulistanos, que estão nas mãos da dupla Bruno e Doria.

      Responder
  9. Ou seja: deu certo e, como sempre, tem gente criticando o que deu certo simplesmente porque sente tara por criticar qualquer coisa que possa minimamente ser associada a Bolsonaro.

    Alguns comentários seriam hilários se não fossem tristes. Método Paulo Freire destruiu a capacidade de raciocínio de esquerdistas e radicais de centro.

    Responder
  10. Simples assim , ele foi atrás da cura que existe, enquanto a maioria foi atrás só do isolamento. Ele deveria ser condecorado como herói nacional.

    Responder
  11. Preocupante como têm aparecido esquerdopatas até aqui, na melhor revista brasileira atual, a mais sensata e transparente. O tal de Cristiano já foi logo o primeirão a debochar do artigo, e os 2 ou 3 demais preferem acreditar na boatos.org, que fizeram uma análise pífia do assunto. Enfim, até esquerdopatas merecem ser tratados, mas não sei o código C. I. D. dessa doença

    Responder
  12. Graças ao grupo de cientistas brasileiros como Dra Nise Yamaguchi,Dra Luciana, Dr.Zeballos, Dr.Anthony e outros do grupo que estiveram no programa de A.Garcia e atuaram em Porto Feliz e salvaram Belém e arredores da catástrofe do coronavírus usando Hidroxicloroquina,ou Ivermectina e Azitromicina na fase inicial.Início dos sintomas até 5-7 dias.Com cura total dos pacientes.Hoje felizmente a população por conta própria ou em cidades em que os prefeitos compraram o medicamento e estão distribuindo nos postos de Saúde-soube agora pelo noticiário da Record-como Itajaí,Camboriú e Joinville-em SC ,estão tomando a medicação precocemente e salvando-se de internação e entubação.São drogas retrovirais que abortam a proliferação do vírus impedindo de chegar a fase II-b e fase 3 onde só Deus sabe o resultado.Outros que preferiram isolamento e comprar respiradores ou hospitais de campanha estão colhendo os resultados.Resta avisar que lamentavelmente a maioria das cidades ainda não tem Hidroxicloroquina ou Ivermectina nos Centros de Saúde ou farmácias locais por negligência, sabotagem,ou interesses municipais ou estaduais.Uma lástima.Fica o registro.

    Responder
  13. Eu falo de prevenção vocês falam de tratamento.
    O artigo vende a ideia do remédio sendo utilizando como prevenção.
    Eu critico que a prevenção (imunização) veio com a utilização da mascara e vocês me dizem que estou criticando a utilização o remédio como tratamento.
    A interpretação de texto tá difícil.
    A pergunta que não quer calar. Por que a utilização da mascara se os remédio previnem?

    Responder
    • A prevenção é a primeira arma mais poderosa contra uma doença infecciosa, Cristiano; a segunda mais poderosa é o tratamento precoce. Contudo, ao contrário do que você afirma, a matéria não tenta vender ideia dos medicamento como prevenção (embora tal coisa não seja tão maluca quanto se faz parecer). Você pode constatar isto lendo novamente os dois parágrafos iniciais, onde se faz um paralelo entre a postura dos dois prefeitos: um apostou no “lockdown” (como se ninguém nunca precisasse sair de casa, em algum momento) e o outro apostou em medidas de prevenção, mas, entendendo que é impossível ficar em casa por tempo indeterminado, adotou tratamento precoce contra a doença.

      Não adianta dizer que a interpretação de texto dos outros está ruim se você simplesmente não consegue entender o que está escrito.

      Responder
  14. “Confie em alá mas amarre seu camelo”
    “Confie na cloroquina mas use mascara”.

    Responder

Enviar um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Assine a nossa news

Coronavírus

Oeste Notícias