Ovulário? É assim que a esquerda batiza encontro de mulheres - Revista Oeste

Em 11 ago 2020, 19:06

Ovulário? É assim que a esquerda batiza encontro de mulheres

11 ago 2020, 19:06

Em um cenário em que o título de “Pai do Ano” é dado a uma mulher e o prêmio de “Miss Espanha” foi dado a um homem, a patrulha identitária e o policiamento da linguagem têm novo alvo. Um evento feminista em Jacobina, na Bahia — que poderia ser chamado de “seminário” —, foi batizado pelas organizadoras de OVULÁRIO.

A explicação, segundo as feministas, é que a palavra seminário vem de “sêmen”. Captou?

Leia também o artigo de J. R. Guzzo:  “Os progressistas e a marcha da insensatez”

 

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35 Comentários

  1. Nunca vi tanta cretinice! Estamos vivendo tempos nojentos por causa dos esquerdistas. Cruzes!!!

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    • E o pior é que, farão um encontro, para debaterem os graves crimes contra as mulheres, chamado de OVULÁRIO e não percebem que atraem a atenção para a sua própria sexualidade!

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    • É semen é não sêmen e significa semente, não têm nada haver com porra nenhuma.

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      • Aliás, muito bem aplicado o “porra nenhuma”. Hoje em dia o que importa é “causar”, mesmo que o neologismo seja estúpido e cretino. Guimarães Rosa seve ter dado umas cinco voltas no túmulo! Estamos mesmo vivendo tempos difíceis…

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      • Perfeito!

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      • Tá certo no argumento, mas na a ver na ortografia… 👍🤝

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      • Vish… uahuhauah

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  2. Deus,onde esta o meteoro?

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    • O encontro é delxs. Elxs chamam como bem entender.
      Vocês que lutem!

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      • Verdade. Até porque pelo significado da palavra seminário, essse encontro aí será sempre um Seminário! Não tem como mudar nem o significado da palavra nem a idéia do que seja um Seminário.

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    • Vem meteoro, vem por favor!! reinicia isso aqui!!!

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  3. Só podia ser na Bahia, terra de domínio chinês. E sendo na Bahia, jacobinas ovularam. Triste e atrasado recôncavo,

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    • E daí? Não estou vendo ninguém reclamar dos seminários online terem sido batizados de webnário

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      • Webnario faz sentido. Agira trocar o nome para Ovulário não faz sentido nenhum. Colocasse então Palestra, debate…

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  4. Carroça vazia faz muito barulho, caso dessa gente. E, “Em primeiro lugar estão as crianças, em segundo os velhos, em terceiro as mulheres, em quarto os cachorros, e por último os homens” (frase atribuída a um juiz americano). Com condutas assim, a esquerdopatia cada vez mais se aparta da sociedade, mas, claro que boa parte dela quer continuar sendo sustentada pela massa conservadora, ordeira e trabalhadora da sociedade.

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  5. O que é Seminário:
    Seminário é um gênero textual cujas informações reunidas são apresentadas, principalmente, através da linguagem oral.
    A exposição das informações pode ser feita por uma ou mais pessoas, como uma espécie de aula sobre um tema previamente estudado pelos comunicadores para tal apresentação.
    Em latim, a palavra seminário significa semente.
    É como se através de um seminário, os oradores pudessem plantar a semente do saber nos receptores da mensagem.

    então ovulário é a plateia que o recebe, né! kkkk

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    • Porque o currículo de uma das palestrantes a apresenta como mulher e preta? São características necessárias para ser palestrante neste encontro? É só ver a foto.

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  6. Seminário vem do latim seminarium, que por sua vez deriva de semen, que significa semente. Outra palavra com a mesma raiz é seminal. Vocês da revista Oeste perderam um leitor. Acham que ironizar um evento voltado a um grupo que estuda e debate um tema específico traz alguma credibilidade ou coisa que o valha? Tenham dignidade. Essa sandice ridícula e improdutiva de quem se considera direita, mas se comporta como bebê chorão, já deu. Tem muita coisa acontecendo sob vossos narizes pra ficarem com essas picuinhas inúteis. Amplexos e até nunca mais.

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    • Em primeiro lugar, quem comenta e esconde o nome é covarde. Covarde, já vai tarde

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    • Nenhum problema se desses “estudos de alto nível” não brotassem leis totalitárias e fascistas que pretendem enquadrar orwellianamente toda a sociedade. Isso é, de fato, colóquio de torquemadas e aspirantes a hitlers!!!

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  7. Quero saber porque tanto incômodo? Vocês não tem o que fazer mesmo?? Deveriam ir estudar mais e de fato contribuir com as mulheres sérias e maravilhosas que aqui fizeram parte do evento.

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  8. Seminário é um substantivo masculino. O termo vem do Latim seminarium, que quer dizer “viveiro de plantas”. Ou seja local de sementes.

    O significado de Seminário se refere a um encontro didático onde determinadas informações reunidas são apresentadas, em especial através da linguagem oral. Num seminário são plantadas sementes de ideias e ideologias nas cabeças. de quem participa.

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  9. Seja como for, conseguiram o que queriam: chamar atenção.

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    • Esse encontro não tem como produzir algo de útil pra sociedade. E
      Nosso futuro está nas ciências e no desenvolvimento de novas tecnologias.

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  10. Gente chaaataaa… Se os esforços em mudar a língua até a etimologia das palavras fosse dedicado a construir algo realmente proveitoso para TODAS as mulheres, inclusive elas próprias, já seria um avanço. Fico imaginando que as horas de discussões para decidir sobre trocar de seminário para ovulário devem ter sido roubadas das discussões sobre as PAUTAS… imagino, então, o nível das palestras.

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    • É sempre chato quando alguém toca em nossos preconceitos, né, minha filha? É muito mais fácil a gente rejeitar a discussão e ridicularizá-la do que fazer o esforço da auto-reflexão e tentar enxergar como pode contribuir para mudanças de visão importantes. Pelo visto, você já achou o evento chato sem sequer ter se dado ao trabalho de assistir às palestras, e já formulou uma série de hipóteses (“imagino o nível das palestras”) sem ter ouvido nada do que as PESQUISADORAS disseram. Provavelmente ficou somente no que os memes e reportagens de menos de 10 linhas disseram, não foi? Grande exemplo de reflexão crítica essa sua…
      Mas, se o termo “ovulário” gerou tanto incômodo, é justamente aí que se deve mexer, porque conservadores, racistas, machistas, homofóbicos e congêneres ODEIAM ter que pensar sobre suas próprias práticas. Ofender é muito mais fácil do que refletir, não é, minha filha?

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      • Mesma conversa fiada de esquerdista!!!
        Meia dúzia de bordões e slogans completamente desconectados da realidade.. e fica repetindo para outros irem estudar, pois sempre presumem que quem não concordam com eles não estudou.
        Nāo estudam nada de engenharia, produção e economia. Desconhecem completamente o que é ciência e nas “humanas” só “estudam” autores progressistas. E se acham sábios acreditando em slogans baratos e absolutamente falsos em relação à complexidade do mundo e das relações humanas.

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    • Antes fossem só chatas!!!
      Aspirantes a ditadores!!!
      Querem enquadrar o mundo com leis de “pensamento”.

      Ou ainda: “O segredo do diabo é fazer o mundo crer que ele não existe” (e isto é metafórico – melhor avisar antes que esquerdista venha acusar de “fanatismo religioso” já que a desqualificação do adversário é a tática preferida da esquerda)

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  11. Quanta ignorância por ridicularizar algo que não entendem! “Ovulário” é uma palavra tão apropriada para o contexto quanto “seminário”, inclusive porque qualquer indivíduo um pouco menos analfabeto, que saiba um pouquinho de linguística, sabe que palavras são convenções e podem ser reescritas, alteradas, reinventadas. Usar “ovulário” não elimina o uso da palavra “seminário” por quem desejar usá-lo, mas possibilita ampliação do repertório vocabular e outros olhares que não existiam antes. E é surpreendente como as mulheres incomodam xs machistas de plantão: quando não conseguem argumentar, então se limitam a ridicularizar e ofender. Deveriam é ouvir o que essas mulheres têm a dizer e aprender com elas!

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    • A esquerda sempre “ridicularizou” tudo (e que não entendia), bem como a ofensa sempre foi o melhor argumento da esquerda.
      A esquerda NUNCA argumentou ou debateu seriamente.
      As teses dos progressistas/esquerdistas caem como um pirâmide de cartas sob o mínimo escrutínio lógico. De fato, a esquerda limita-se a repetir chavões, bordões e slogans desprovidos de qualquer conexão com a realidade.
      Não debatem seguindo a lógica e os fatos. Pelo contrário, dizem que tal “formalismo” é “constructo social” dos opressores e qualquer opinião é válida (desde que não seja contrária aos “dogmas” esquerdistas, pois nesse caso lhe dão o rótulo de machista, reacionário, racista, etc. e querem literalmente te prender por falar o que eles consideram “heresia”).
      Enfim, desqualificam tanto o próprio debate quanto mesmo a noção de “verdade” para depois não aceitarem que os outros não aceitem suas “verdades” (chamam de ignorante, dizem que não estudam, sacam credenciais acadêmicas e ofensas… muitas ofensas).
      Quando não, adotam táticas diversionistas para tentar encobrir o debate, criar alguma cortina de fumaça e fugir do ponto em questão (como a comentarista que explica “didaticamente”, para os “analfabetos” que não sabem nem “um pouquinho de linguística” e que estão criticando, que as palavras podem ser “reescritas, alteradas e reinventadas” [sic]. Ok, sabemos que os sentidos das palavras se alteram ao longo do tempo e a questão não é essa. Os “analfabetos” em linguística estão criticando, de fato, a que uso político – ou melhor, a qual finalidade política – que tais “reinvenções” se prestam ou para que são mesmo criadas)

      No mais, em toda universidade – e já há um bom tempo – debatedores, pensadores, intelectuais que não professam a cartilha esquerdista são barrados, xingados e perseguidos.
      Friedman, Revel, Rangel, Aron e muitos outros contam como sofreram cusparadas, ovadas e outros “argumentos” do mesmo nível intelectual quando estavam em debates nas universidades.
      A blogueira cubana foi perseguida e xingada qdo veio ao Brasil.
      A cineasta que filmou a biografia do Olavo de Carvalho foi banida nas universidades e seu filme foi impedido de ser projetados nas universidades onde o pensar deveria ser livre.
      Nas universidades americanas ja há cartilhas “orientando” o que pode e o que não pode ser dito.
      Em suma: 1984 na veia!!!
      (censura do “bem”, é claro, como todas as que existiram na história da humanidade)
      Lembro também que a esquerda só se refere a empresários, homens, religiosos, conservadores e outras categorias sociais de forma pejorativa, sarcástica, irônica, ofensiva e agressiva.
      De fato, a esquerda também defende a violência como arma política e defende invasões, vandalização, destruição, intimidações, ameaças físicas, chantagens e diversos outros métodos – “pacíficos” e “argumentativos” como tais – como legítimos (para a esquerda, e só para ela, é claro) dentro de uma democracia. Chamam tal uso da violência de “debate democrático”.

      Para concluir, enxerga um grão de areia no olho alheio, mas não a montanha no próprio. É a educação “conscientizadora” de nossas madrassas… ensina a “pensar”… ou melhor, a repetir como um papagaio o que o “mestre” disse que uma pessoa crítica e questionadora deve pensar.

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  12. Esse povo vive em Nárnia? Falam uma língua estranha, vivem outra realidade.

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  13. Seminário vem de semente (semen), para novas ideias.
    Esse pessoal está tornando a vida “um saco”.

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  14. O que podemos esperar de pessoas extremistas que elegem um candidato como Bolsonaro? Lamentavelmente espero os piores discursos, as mais tristes violências e o total desrespeito às mobilizações sociais. Não conseguimos argumentar com quem acredita em fake news, com terraplanistas, com quem difundiu a “mamadeira de piroca”, são pessoas que duvidam dos argumentos científicos, de estudos acadêmicos etc etc… Em síntese, não devemos nos assombrar dessas pessoas estranharem o uso do termo “ovulário”, o fundamentalismo chega a um nível tenebroso de alienação.

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  15. Para variar, a teoria crítica enxergando e lutando contra o machismo onde ele não existe. A palavra deriva de semente, de planta mesmo. “Seminarium” era o nome dado a viveiros de planta pelos romanos. Ainda no latim a palavra passou a ser usada como sinônimo de propagação de ideias, informações. Um pouco de pesquisa evitaria passar um constrangimento desses. Para quem diz que a crítica a tal neologismo não leva em conta argumentos científicos, sugiro estudar a ciência da etimologia.

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