5G: Huawei não está apta a participar da rede privativa do governo

Declaração foi dada pelo ministro das Comunicações, Fábio Faria, em audiência na Câmara
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Empresa chinesa Huawei
Empresa chinesa Huawei | Roto: Reprodução/Huawei

O ministro das Comunicações, Fábio Faria, afirmou nesta terça-feira , 9, que, neste momento, a chinesa Huawei não está apta a participar da rede privativa de 5G do governo brasileiro. Segundo ele, a empresa também não demonstrou interesse no projeto.

Em audiência na Câmara, Faria acrescentou que essa rede será construída e gerida por uma operadora privada e servirá ao Poder Executivo, Congresso Nacional, Supremo Tribunal Federal e Procuradoria-Geral da República. Para o público amplo, será outra rede, com regras diferentes.

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O ministro salientou que a Huawei atualmente não preenche as condições exigidas pelo governo brasileiro e que teria de mudar a composição acionária para estar apta a vender equipamentos para a construção da rede privativa.

“Não excluímos um país como a China, sendo bem direto. Se quiserem participar, que observem o acordo de acionistas deles e, se se adequarem para fazer a rede de governo, entram. Mas é direito do governo escolher que parceiro vai querer”, destacou Fábio Faria.

A Anatel aprovou, em 25 de fevereiro, o edital do leilão do 5G. O documento foi enviado para análise do Tribunal de Contas da União, e Faria estima que em 60 dias retorne à Anatel.

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2 comentários

  1. Lembremos que isso se refere à rede privativa do governo; não tem nada a ver com a instalação da rede pública do serviço 5G.
    Infelizmente, quanto à rede pública, o partido comunista chinês, digo, a Huawey, irá participar do processo licitatório.

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