8 candidatos à prefeitura de SP declaram bens ao TSE; confira

O ex-secretário de Doria Filipe Sabará é o mais rico. O empresário Andrea Matarazzo vem na sequência. E o deputado comunista Orlando Silva segue em 3°
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O ex-secretário de Doria Filipe Sabará é o mais rico. O empresário Andrea Matarazzo vem na sequência. E o deputado comunista Orlando Silva segue em 3°

8 candidatos à prefeitura
Postulantes ao cargo de prefeito de São Paulo | Fotomontagem
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Os pré-candidatos que disputam vaga nas câmaras municipais ou o cargo de prefeito já começaram a declarar seus bens. É o caso da cidade de São Paulo. Dos 14 concorrentes ao comando da maior metrópole do país, por enquanto apenas oito informaram quanto guardam na carteira. Até o momento, o mais rico é Filipe Sabará (Novo), ex-secretário municipal de Assistência e Desenvolvimento Social de Doria. Depois de informar à Justiça Eleitoral que tinha R$ 15 mil de patrimônio, ele “retificou” o dado e, agora, afirma ter R$ 5,1 milhões.

Por ora, o segundo mais abastado é o ex-ministro do governo FHC Andrea Matarazzo (PSD). Ele garante ter R$ 1,49 milhão — o valor é um pouco menor se comparado ao declarado em 2012, ano em que disputou uma cadeira de vereador e possuía R$ 1,51 milhão. E leva a medalha de bronze o deputado federal Orlando Silva (PCdoB), que foi ministro dos Esportes no governo Dilma. Atualmente, ele declara ter R$ 738,3 mil. Dessa forma, a quantia é maior que a revelada em 2012, ocasião em que disputou a vereança. Naquele ano, Silva tinha R$ 479 mil.

Para que uma candidatura seja validada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), é preciso entregar à Justiça um conjunto de documentos, entre eles, a declaração de bens. “Nela, tem de constar tudo o que a pessoa possui até a data em que assinou a declaração”, afirmou a Oeste o professor de Direito Eleitoral da Universidade Presbiteriana Mackenzie Alberto Rollo. “É preciso incluir no documento entregue ao TSE investimentos, imóveis, carros e os demais bens que o candidato possui”, acrescentou o especialista.

Leia também: “Voto sem sair de casa pode virar realidade no Brasil”

 

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12 comments

  1. São Paulo e Rio de Janeiro na disputa pela eleição do menos pior. A mentira já começa na declaração dos bens. Obviamente que se declararem a realidade a PF prende todos, visto que são sugadores da iniciativa pública e não tem como provar os reais valores.

  2. Cara de pau não tem limites. O candidato comunista é o segundo mais rico kkkkkkkkk. Ele não deveria dividir sua grana com o pobre e oprimido proletariado? E vai aparecer gente pra votar em comunista.

  3. O Orlando “tapioca” Silva, que não poe a mão no bolso pra pagar nada…. Hum, hum, sei, sei, como bom seguidor do Lula, deve ter muito embaixo do colchão.

  4. Se o TSE fosse algo que realmente merecesse respeito, muitas dessas candidaturas não resistiria a uma investigação séria. O Orlando Sil economizou mesmo, pois até tapioca pagava com Cartão Corporativo do Governo Federal. Boulos ter patrimônio de 15 mil reais é de se perguntar do que ele vive. Seria de mesadas das pessoas que ele incita a invadir propriedades? E o Gilmar Tatto, hein. Desde sempre enfronhado em traficâncias sem fim, como nos transportes coletivos clandestinos ou legais, quer enganar a quem?

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