A luta do politicamente correto para controlar as pessoas

O combate para apoderar-se da "liberdade sob o escudo da suposta ética sanitária, humanista e solidária é o crime perfeito", afirma Guilherme Fiuza
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A turma do "quanto pior, melhor" encontrou na pandemia de coronavírus um meio de vencer a luta para controlar as pessoas
Foto: DIVULGAÇÃO/SHUTTERSTOCK
A turma do "quanto pior, melhor" encontrou na pandemia de coronavírus um meio de vencer a luta para controlar as pessoas Foto: DIVULGAÇÃO/SHUTTERSTOCK | A turma do "quanto pior, melhor" encontrou na pandemia de coronavírus um meio de vencer a luta para controlar as pessoas Foto: DIVULGAÇÃO/SHUTTERSTOCK

O combate para apoderar-se da “liberdade sob o escudo da suposta ética sanitária, humanista e solidária é o crime perfeito”, afirma Guilherme Fiuza

a luta
A turma do “quanto pior, melhor” encontrou na pandemia de coronavírus um meio de vencer a luta para controlar as pessoas
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“Seu rosto sem máscara pode virar estigma mesmo se você respeitar todas as regras de distanciamento”, observou o jornalista Guilherme Fiuza no mais recente artigo que publicou em Oeste. O trecho é uma provocação relacionada à luta diária do politicamente correto para controlar a liberdade das pessoas. Para atingirem seus objetivos, os amantes do autoritarismo utilizam até mesmo a pandemia de covid-19. A partir daí, vale tudo, inclusive esconder-se atrás da suposta ética sanitária, humanista e solidária para impor uma agenda ditatorial.

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Surgem, portanto, aberrações como o confinamento geral para todos, que viola as liberdades das pessoas, como o direito de ir e vir e o da livre expressão — conforme noticiou Oeste, o Nobel de Química Michael Levitt sustenta que a experiência do trancamento totalitário já custou mais vidas do que a própria pandemia. Portanto, essas e outras tentativas utilizadas pela turma do “quanto pior, melhor” são estímulos para germinar a semente do controle total sobre a sociedade. Assim sendo, “um crime perfeito contra a humanidade”, garante o colunista.

Leia mais no artigo de Guilherme Fiuza “Quem tem medo de cara limpa?”, publicado na edição n° 16 da Revista Oeste

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