Alguns optaram por visões de mundo socialistas, diz ministro da Educação sobre reitores de federais

Milton Ribeiro disse que as universidades não podem ser comitês políticos
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Ribeiro disse que autonomia universitária não é soberania
Ribeiro disse que autonomia universitária não é soberania | Foto: Frederico Brasil/Estadão Conteúdo

O ministro da Educação, Milton Ribeiro, criticou o esquerdismo de reitores de universidades federais. “Alguns optaram por visões de mundo socialistas”, disse, na segunda-feira 9, em entrevista ao programa Sem Censura, da TV Brasil. Segundo Ribeiro, os líderes das instituições têm de ser apartidários. “Precisam cuidar da educação e ponto final”, afirmou, ao mencionar que as faculdades não podem se tornar comitês políticos, de direita ou de esquerda.

Ribeiro salientou que tem bom diálogo com cerca de 20 a 25 reitores, das 69 universidades federais, e revelou que dez deles têm diálogo aberto com o presidente Jair Bolsonaro. “A autonomia universitária, vale lembrar, não é soberania universitária. Alguns entendem assim”, destacou o ministro. À TV Brasil, Ribeiro defendeu a educação técnica e assegurou que os institutos federais, com cursos profissionalizantes, serão as “grandes vedetes do futuro”.

Entre outros pontos, o ministro prometeu que vai priorizar escolas sem água encanada, esgoto tratado e energia elétrica.

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4 comentários

  1. Que bom que haja um Ministro de Educação que se notabiliza por uma educação sem partido. O grande golpe da esquerdalha foi aparelhar a educação!
    O resultado está aí.
    Um mundo de egressos das Universidades com alto nível de…… “analfabetismo funcional”!

    1. Vai levar décadas para acabar a influência da esquerda. Ela começou nos 30 e atravessou gerações. Me formei na PUC-SP há 30 anos e já era uma faculdade politizada. Fazia-se greve por causa da cor do papel higienico. Muito triste. Mas nada como o primeiro passo.

  2. Em qualquer coisa que encostar a mão a esquerdalha corrompe. Mas na Universidade é que dói mais. 30 anos perdidos da educação universitária. Soube que na USP havia sexo nos banheiros. Pichação nos corredores. Drogas na sala de aula. Expulsão de professores. E na Ufrj houve coisa pior. Podia tudo e mais um pouco! Enquanto Oxford e a Ucla produzem cientistas, nós produzimos analfabetos funcionais…Trágico. Passou da hora da faxina!!!

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