A Proposta de Emenda à Constituição da Alforria, alternativa à PEC da Escala 6×1, da deputada Erika Hilton (Psol-SP), ampliou seu apoio na Câmara. O projeto, de Mauricio Marcon (Podemos-RS), alcançou 146 apoiadores até a manhã desta quinta-feira, 27.
Nesta semana, Erika Hilton protocolou a PEC da Escala 6×1 na Câmara. A proposta não conta com um estudo de impacto na economia brasileira, conforme dito pela própria parlamentar em entrevista à Globonews em novembro.
+ Mesmo sem estudo econômico, Erika Hilton protocola PEC da Escala 6×1
Segundo Marcon, a PEC da Alforria visa a “copiar o que deu certo no mundo, ou seja, o modelo americano, que permite a flexibilidade de cada um trabalhar quantas horas achar que deve”.
Para o parlamentar, o projeto de Erika Hilton propõe um “engessamento” da jornada de trabalho no país. “No texto da PEC da Escala 6×1, somente vai ser possível trabalhar quatro dias por semana”, disse.
+ PEC da Escala 6×1 é protocolada com erro de matemática
“Então a nossa permite que a pessoa trabalhe desde um dia até quantos dias ela achar necessário”, declarou Marcon. “Nossa proposta se baseia nos modelos econômicos que trazem prosperidade aos povos que os implementam — os modelos baseados na flexibilidade e na liberdade de escolha dos trabalhadores.”
Para a PEC da Alforria tramitar na Câmara, o texto precisa do apoio de um terço do total de parlamentares da Casa, ou seja, 171 deputados federais. Das 146 assinaturas da petição, 143 são válidas. Veja os parlamentares que apoiam a proposta:
- Abilio Brunini
- Adilson Barroso
- Adriana Ventura
- Alberto Fraga
- Alceu Moreira
- Alex Manente
- Alexandre Guimarães
- Alfredo Gaspar
- Allan Garcês
- Amaro Neto
- André Fernandes
- Any Ortiz
- Beto Pereira
- Bia Kicis
- Bibo Nunes
- Cabo Gilberto Silva
- Capitão Alberto Neto
- Capitão Alden
- Carla Zambelli
- Carlos Chiodini
- Carlos Jordy
- Caroline de Toni
- Chris Tonietto
- Clarissa Tércio
- Cobalchini
- Coronel Assis
- Coronel Chrisóstomo
- Coronel Fernanda
- Coronel Meira
- Coronel Ulysses
- Covatti Filho
- Daniel Freitas
- Daniel Trzeciak
- Daniela Reinehr
- David Soares
- Delegado Bruno Lima
- Delegado Caveira
- Delegado Éder Mauro
- Delegado Marcelo Freitas
- Delegado Palumbo
- Delegado Paulo Bilynskyj
- Delegado Ramagem
- Domingos Sávio
- Dra. Mayra Pinheiro
- Dr. Fernando Máximo
- Dr. Jaziel
- Dr. Luiz Ovando
- Dr. Zacharias Calil
- Duda Ramos
- Eduardo Bolsonaro
- Eli Borges
- Eros Biondini
- Evair Vieira de Melo
- Fabio Schiochet
- Fernando Rodolfo
- Filipe Barros
- Filipe Martins
- Franciane Bayer
- General Girão
- General Pazuello
- Gilson Daniel
- Gilson Marques
- Gilvan da Federal
- Giovani Cherini
- Greyce Elias
- Gustavo Gayer
- Gutemberg Reis
- Helio Lopes
- Icaro de Valmir
- Ismael
- Jefferson Campos
- Joaquim Passarinho
- Julia Zanatta
- Julio Lopes
- Juninho do Pneu
- Junio Amaral
- Jorge Goetten
- José Medeiros
- Kim Kataguiri
- Lafayette de Andrada
- Leur Lomanto Júnior
- Lincoln Portela
- Lucas Redecker
- Lucio Mosquini
- Luis Carlos Gomes
- Luisa Canziani
- Luiz Carlos Busato
- Luiz Gastão
- Luiz Lima
- Luiz Philippe de Orleans e Bragança
- Marcel van Hattem
- Marcelo Moraes
- Marcio Alvino
- Marco Brasil
- Marcos Pollon
- Mario Frias
- Maurício Carvalho
- Mauricio do Vôlei
- Mauricio Marcon
- Mendonça Filho
- Mersinho Lucena
- Messias Donato
- Nelson Barbudo
- Nely Aquino
- Nicoletti
- Nikolas Ferreira
- Osmar Terra
- Otoni de Paula
- Padovani
- Pastor Diniz
- Paulo Freire Costa
- Pedro Aihara
- Pedro Lupion
- Pedro Westphalen
- Pezenti
- Pr. Marco Feliciano
- Professor Alcides
- Reinhold Stephanes
- Renata Abreu
- Ricardo Salles
- Roberta Roma
- Rodolfo Nogueira
- Rodrigo Gambale
- Rodrigo Valadares
- Romero Rodrigues
- Rosangela Moro
- Sanderson
- Sargento Fahur
- Sargento Gonçalves
- Sargento Portugal
- Sergio Souza
- Silvia Cristina
- Silvia Waiãpi
- Silvye Alves
- Sóstenes Cavalcante
- Stefano Aguiar
- Tadeu Oliveira
- Thiago de Joaldo
- Thiago Flores
- Toninho Wandscheer
- Vermelho
- Vicentinho Júnior
- Waldemar Oliveira
- Zé Trovão
- Zé Vitor
- Zucco
PEC da Escala 6×1 é protocolada com erro
A última versão do texto protocolado pela psolista na Casa ainda seguia com o erro de matemática básica, que já tinha sido exposto por Oeste em primeira mão em 12 de novembro.
Diferentemente do que é apresentado pela psolista na proposta, oito horas de trabalho por dia por quatro dias chegariam a 32 horas trabalhadas por semana, e não 36, como indicado no texto da PEC.
+ Texto da PEC contra escala 6×1 tem erro de matemática básica
“XIII – duração do trabalho normal não superior a oito horas diárias e trinta e seis horas semanais, com jornada de trabalho de quatro dias por semana, facultada a compensação de horários e a redução de jornada, mediante acordo ou convenção coletiva de trabalho”.

O trecho da proposta também proíbe outros formatos de escalas trabalhistas, como a 5×2, por exemplo. Isso porque se determina a “jornada de trabalho de quatro dias por semana”.
+ PEC da escala 6×1 põe crianças em risco, diz Marcon
Erika Hilton não explica na proposta como ficam os serviços ou as atividades essenciais com o novo formato, como segurança pública e atendimento hospitalar. Também não é definido como ficam as escalas das escolas e, consequentemente, os impactos na educação.

Essa proposta da “alforria” me parece bem sensata. É evidente que o empregado que quiser trabalhar apenas, digamos, três dias por semana e o empregador concorde, vai tem o seu salário ajustado às condições acordadas. Nenhum empregador irá pagar de forma integral por um empregado que trabalhe menos horas a partir de uma eventual alteração como a proposta por essa psolista aloucada.
Isso mesmo, trabalhar e ser pago por produção ou hora como o modelo americano é altammente INCLUSIVO, pois na CLT de 8h muitos RH não contratam pessoas com deficiencia para varios cargos pois atrasaria tudo e seria injusto com quem trabalha carregando os outros nas costas receber o mesmo salario, e ele abandonaria o emprego pela injustiça, ja por produção todo mundo poderia trabalhar e ser pago pelo que suas proprias mãos ou mentes produzem, e mesmo quem nao tivesse um braço receberia proporcionalmente ao que produz acabando com a desculpa de nao contratar por baixa produção.
Tem que incluir nessa PEC que o salário deverá ser pago integralmente ao empregado e este ficará encarregado de recolher no os tributos, não mais o empregador.
essa gente não sabe fazer conta mesmo, isso é fato, não por acaso seguem um analfabeto,,,,,,,,,