‘Amigos, voltei!’, publica Alckmin depois de dois anos longe do Twitter

O ex-governador de São Paulo que está de saída do PSDB participou de um evento em Santos (SP)
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A última publicação de Geraldo Alckmin foi em março de 2019
A última publicação de Geraldo Alckmin foi em março de 2019 | Foto: Divulgação/Agência Brasil

Depois de mais de dois anos longe das redes sociais, o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB) voltou a tuitar na manhã deste sábado, 16.

Alckmin registrou uma visita à Santa Casa de Santos e brincou com o tempo afastado do Twitter. “Amigos, voltei! O Geraldo tá ON!”, escreveu. Seu tuíte anterior era de 13 de março de 2019.

Na mesma publicação Alckmin, que é médico, detalhou a visita que fez ao hospital e participou de uma homenagem aos profissionais que trabalham na linha de frente de combate à covid-19.

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Governador de São Paulo por quatro mandatos, Alckmin está de saída do PSDB e é cortejado pelo PSD e pelo recém-criado União Brasil.

 

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11 comentários Ver comentários

  1. Voltou para terminar as obras prometidas para a próxima copa a ocorrer aqui no Brasil, sabe se lá quando? (vide as obras na região do Aeroporto de Congonhas).

  2. 2014 Brasil 1 X 7 Alemanha. Felipão tomou chá de sumiço e foi curtir sua grana sabe-se lá aonde.
    2018 Alckmin 5% dos votos na eleição presidencial (após ter sido governador por SP por cerca de 20 anos).
    Vai para casa, Alckmin. Para de encher nossa combalida paciência!!!

  3. Considerando o baú de ratos comandado por FHC, Dória, Aécio e Jereissati, chamado PSDB, podemos acreditar que alguns nomes se salvam nessa agremiação hipócrita. Geraldo Alckmin é um deles. Agora, se vier a ser oposição desqualificada ao governo federal, perderá o pouco respeito que ainda possui. Se entrar no PSB, encerrará sua carreira. Caso apoie o governo, com Tarcisio senador , e com um vice alinhado com o governo federal, dentro de um partido , pelo menos de centro, poderá vencer. Caso contrário, o nome a ser lançado por JB terá muita chance de vitória. E Alckmin , insisto, encerrará sua carreira.

  4. Confesso que quando ainda era tucano em 2018 , votei em Bolsonaro no 1o. turno e não me arrependo, mas sou ainda admirador de Alckimin e de poucos políticos com caráter no PSDB, como Floriano Pesaro meu candidato para dep. federal, que só não foi eleito, pela desproporcional representação (70 deputados) para um eleitorado de 33 milhões de eleitores do estado de São Paulo, algo que me parece INCONSTITUCIONAL e que nossa enorme classe de juristas e intelectuais não observa. Vale dizer que é o único Estado severamente prejudicado nessa formulazinha grosseira e ambígua de proporcionalidade que limita à um mínimo de 8 e máximo de 70 cadeiras por Estado. Levantei a população eleitoral de 2018 em todos os Estados brasileiros e suas respectivas cadeiras na Câmara Federal e constatei que 16 Estados somados tinham 32 milhões de eleitores, menor portanto que a população eleitoral que SP e possuíam 146 cadeiras. Dai, talvez nossa péssima qualidade e produtividade legislativa dessa CASA.
    Mas muito me agrada que ALCKIMIN esteja se afastando do PSDB, partido que perdeu a identidade, e muito agradaria conservadores e liberais, que Alckimin fosse para um partido que agregasse a formação de uma chapa vitoriosa (Bolsonaro/Alckimin) para 2022 e (Alckimin/Bolsonaro) para 2026. Sucesso total para evitar o retorno ao NEFASTO e destruidor passado político brasileiro.

      1. Então vamos aguardar a volta ao passado destruidor que roubou muito mais que merenda.

    1. Concordo com seu raciocínio. São Paulo deveria ter 100 cadeiras na câmara, considerando que possui pouco mais de 20% da população brasileira. Os estados menores que não têm percentual suficiente, deveriam ter 05 deputados. Mantendo-se fixo, como nos USA, o numero de cadeiras na câmara, tipo 500 deputados, a distribuição seria bem próxima da realidade. No senado , somente estados com mais de 10 milhões de habitantes teriam 03 senadores. Entre 05 e 10 milhões, 02 senadores. Abaixo de 05 milhões, 01 senador. Infelizmente, um sonho impossivel.

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