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‘Anvisa’ da Noruega define como ‘esperadas’ mortes de idosos vacinados contra a covid-19

País confirma 23 mortes de pessoas imunizadas pelo produto desenvolvido pela Pfizer
Agência de medicamentos da Noruega confirma 23 óbitos de idosos vacinados pelo produto desenvolvido pela Pfizer contra a covid-19; órgão não confirma, no entanto, relação com a vacina
Agência de medicamentos da Noruega confirma 23 óbitos de idosos vacinados pelo produto desenvolvido pela Pfizer contra a covid-19; órgão não confirma, no entanto, relação com a vacina | Foto: Divulgação/Flickr

Diante das mais de duas dezenas de mortes de pessoas que foram vacinas contra a covid-19 a partir do imunizante desenvolvido pela Pfizer em parceria com a BioNTech, as autoridades sanitárias da Noruega se manifestaram. Em nota oficial atualizada na segunda-feira 18, a Agência Norueguesa de Medicamentos classificou como “esperados” os 23 óbitos confirmados até agora.

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Em comunicado disponível em seu site oficial, a agência, chamada oficialmente de Statens Legemiddelverk e com status equivalente ao da Anvisa do Brasil, afirmou que as 23 mortes não têm confirmadas relação com a aplicação da vacina contra o novo coronavírus. O órgão fala da estratégia governamental de direcionar a campanha de vacinação a determinados grupos de risco. “Estamos agora vacinando idosos e pessoas em lares de idosos com comorbidades graves”, afirma a agência em trecho da nota. “Portanto, é esperado que ocorram mortes próximo ao momento da vacinação”, prossegue.

Médico-chefe da “Anvisa” norueguesa, Sigurd Hortemo chamou a atenção para o fato de muitas das mortes dos idosos vacinados contra a covid-19 no país apresentarem sintomas similares. “Os relatórios sugerem que reações adversas comuns às vacinas de mRNA, como febre e náusea, podem ter contribuído para um desfecho fatal em alguns pacientes frágeis”, afirmou ele.

Testes

A Agência Norueguesa de Medicamentos sugere, ainda, ter decidido aplicar em massa a vacinação contra o novo coronavírus em parcela da população que não foi devidamente testada. O programa de testagem da Pfizer incluiu “poucos participantes com mais de 85 anos”, admite o órgão. Por fim, a entidade afirma que, em média, 400 idosos morrem nos asilos espalhados pelo país europeu.

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