Anvisa pede ao Ministério da Saúde os dados que embasaram decisão de aplicar dose de reforço

Em nota técnica, a principal justificativa apontada pela Pasta foi um estudo de Israel relacionado às vacinas da Pfizer e da Moderna
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Vacinação em unidade de saúde de Brasília | Foto: Walterson Rosa/MS
Vacinação em unidade de saúde de Brasília | Foto: Walterson Rosa/MS

A Anvisa pediu informações ao Ministério da Saúde sobre os elementos técnicos que embasaram a decisão de aplicar doses de reforço das vacinas contra a covid-19. Segundo a agência, “os esclarecimentos solicitados são necessários sob o ponto de vista sanitário, especialmente no que se refere ao monitoramento do uso dos novos esquemas vacinais no Brasil”.

A vigilância sanitária afirmou que “reconhece e estimula” os movimentos que visam a ampliação da vacinação contra a covid-19 no Brasil. “Ações com esse objetivo apontam para o compromisso com a saúde pública e reforçam que a vacinação é a forma mais eficaz de prevenir essa doença, incluindo as suas consequências mais graves, como hospitalização e óbito”.

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Em nota técnica, a principal justificativa apontada pelo Ministério da Saúde foi um estudo de Israel relacionado às vacinas da Pfizer e da Moderna: “Os autores sugerem em sua conclusão de que doses de reforço podem ser necessárias em decorrência da redução na resposta imune observada também em outros estudos”.

Em nota, a Anvisa aproveitou para informar que vem acompanhando as decisões de outros países sobre a vacinação de reforço, bem como os resultados dos estudos de efetividade realizados pela Fiocruz, os quais apontam para a necessidade da dose extra.

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3 comentários Ver comentários

  1. É incrível o descompasso entre a Anvisa e o MS! Ninguém está olhando os números alarmantes dos efeitos adversos dessas picadas. Cingapura acaba de suspender as vacinas Pfizer devido aos adversos graves em jovens.

    O MS continua à deriva! Afinal como vamos ter ações seguras desses órgãos da saúde?

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