Aos 56 anos, morre Eduardo Guardia, ex-ministro da Fazenda

Executivo ocupava um cargo no banco BTG
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O ex-ministro da Fazenda Eduardo Guardia, em um evento no Palácio do Planalto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi
O ex-ministro da Fazenda Eduardo Guardia, em um evento no Palácio do Planalto | Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasi

Eduardo Guardia, ex-ministro da Fazenda do governo Temer, morreu nesta segunda-feira, 11, informou o banco BTG. Desde fevereiro de 2019, Guardia era sócio e presidente-executivo da gestora de investimentos BTG Pactual Asset Management. A causa oficial da morte de Guardia não foi divulgada.

Eduardo Guardia era tido por colegas como um profissional sério e rígido quanto ao controle de despesas. Ficou marcado na área política do governo Temer como um homem cuja palavra “não” era recorrente em seu vocabulário.

No governo Michel Temer, em 2016, foi nomeado secretário-executivo da Fazenda, à época ministério comandado por Henrique Meirelles. Em 2018, ainda sob a gestão de Temer, tornou-se ministro da Fazenda. Permaneceu até 1° de janeiro de 2019, quando Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República.

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Nota da B3

“Com a morte de Eduardo Guardia, a B3 se despede de um líder que instilou os melhores valores, que foi exemplo e nos ajudou a construir a empresa que somos. Hoje, muitos de nós também perdemos um amigo, um grande amigo. Nosso país se despede de um homem público que trabalhou e acreditou sempre, em diferentes momentos de sua vida, que nosso papel como cidadãos é tomar as decisões que fazem o Brasil melhor. Eduardo Guardia fará falta. Aos seus familiares e amigos, o carinho de todos aqui da B3 e a certeza de que partilhamos de sua imensa perda.”

Leia também: “Canetadas coletivistas”, artigo de Ubiratan Jorge Iorio publicado na Edição 107 da Revista Oeste

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6 comentários Ver comentários

  1. Morte por causas não reveladas…Algo que ninguém pode saber e que pode denigrir a memória do morto? Não será por causa de efeitos secundários das chamadas vacinas? Enfim, isso não é da conta de ninguém, então que também não anunciem a morte de ninguém, em última análise é isso mesmo.

    1. *) Denegrir. Foi erro mesmo e não de propósito, para desvencilhar de algum comentário racista. Por incrível que pareça, já li isso em algum lugar.

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