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As propostas antiliberais de Jilmar Tatto

"Se eu fosse o prefeito de São Paulo, já teria decretado o lockdown", garante o candidato do PT ao comando da capital paulista
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL
O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL | O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

“Se eu fosse o prefeito de São Paulo, já teria decretado o lockdown”, garante o candidato do PT ao comando da capital paulista

O candidato do PT à Prefeitura de São Paulo, Jilmar Tatto | Foto: JOSÉ CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

O ex-secretário de Transportes da gestão Haddad Jilmar Tatto garante que tem boas propostas para a maior metrópole do Brasil. Entre elas estão zerar a tarifa de ônibus — os subsídios ao setor de transportes custam R$ 3 bilhões por ano. E implementar renda básica em São Paulo — que aumenta os gastos públicos.

Tatto também é simpático à regulamentação de aplicativos de transporte, como o Uber. “Isso permitiu a sobrevivência dos taxistas”, afirmou à Veja São Paulo. Nessa hipótese, diminui-se o número de carros que oferece o serviço, o tempo de espera aumenta e as tarifas ficam mais caras. Ainda, impossibilita a concorrência.

Além disso, o candidato do PT é contra privatizações e acredita que o Estado é a força motriz da economia. De acordo com ele, mais do que nunca a população vai depender do Estado. “Vou interromper as privatizações. Dilapidação do patrimônio nunca é alternativa”, declara.

Em 2019, por exemplo, a concessão do Mercado de Santo Amaro abasteceu os cofres públicos com aproximadamente R$ 51 milhões. Neste ano, a prefeitura de São Paulo assinou um contrato para o repasse da Zona Azul à iniciativa privada no valor de R$ 1,3 bilhão.

O petista critica a gestão Covas no combate ao coronavírus e avalia que falta coragem. “Não há planejamento. Se eu fosse o prefeito de São Paulo, já teria decretado o lockdown“.

Corrupção

O ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró | Foto: ANTÔNIO CRUZ/AGÊNCIA BRASIL

Em delação firmada com a Lava Jato em dezembro de 2015, o ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró apontou Tatto como um dos recebedores das propinas arrecadadas na diretoria de Mercado Consumidor da BR Distribuidora, comandada por um indicado do PT.

O suposto recebimento dos valores, segundo Cerveró, teria sido negociado em meados de 2010, antes da ida de Tatto para a Secretaria de Transportes municipal da gestão Haddad. Sendo assim, mais um integrante do partido estaria envolvido num escândalo de corrupção.

Contudo, Tatto nega as acusações.

Leia mais: O processo que escolheu Tatto candidato do PT

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9 comentários

  1. pessimo candidato, ja provou que onde põe a mão, só atrapalha, não entende nada de administrar, faz uma politica de comunista da decada de 40.

  2. Adora desapropriar casas, comercios, suas entrevistas expõe esta vontade de sempre quebrar quem constroi algo com esforço, tipico comunista incopetente, faz um verdadeiro terror com estas propostas terroristas.

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