Augusto Aras amplia benefício para procuradores

Portaria ainda não foi publicada, mas a gratificação prevê um terço do salário dos servidores, fixado em R$ 33,6 mil
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O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL
O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL | O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL

Portaria ainda não foi publicada, mas a gratificação prevê um terço do salário dos servidores, fixado em R$ 33,6 mil

muda senado
O procurador-geral da República, Augusto Aras | Foto: DIDA SAMPAIO/AGÊNCIA BRASIL
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Circula entre os integrantes do Ministério Público Federal (MPF) uma mensagem do procurador-geral da República, Augusto Aras, informando ter assinado uma portaria que define critérios para o recebimento do benefício por acúmulo de função. De acordo com o jornal O Estado de S. Paulo, a gratificação é um terço do salário dos procuradores, fixado em R$ 33,6 mil.

Caso a gratificação seja adotada dentro dos termos originalmente propostos, o número de membros que recebem o benefício no MPF pode aumentar em até 70%. Os subprocuradores-gerais passariam a ganhar mais, na prática.

Segundo a reportagem, Aras afirmou em mensagem que garante a paridade com os magistrados, que já são beneficiados pelo penduricalho.

A portaria assinada pelo PGR ainda não foi publicada. O MP é apontado pela reportagem como um dos órgãos que tiveram dificuldade em cumprir o teto de gastos estabelecido. Procuradores ouvidos pelo Estadão afirmaram que o anúncio da PGR em plena pandemia e a demora da publicação foram recebidos com surpresa. Apesar de não haver clareza sobre os motivos do impasse, acredita-se que está sendo feita uma reavaliação para evitar o descumprimento da lei.

Outros órgãos

Em paralelo à portaria, outros atos normativos concederam aumentos aos integrantes da Advocacia-Geral da União (AGU) e do Tribunal de Contas da União (TCU). Isso ocorre no momento em que o Parlamento pressiona para que membros dos Poderes sejam incluídos na proposta de reforma administrativa. Após a repercussão negativa, a AGU suspendeu na última semana a promoção dos seus 607 servidores.

O Ministério Público junto ao TCU abriu pedido de fiscalização de órgãos e entidades públicas que concedem progressões de carreira. O pedido será analisado pelo plenário do TCU. Cada ministério e cada órgão podem estabelecer suas regras. Segundo o jornal, esses episódios recentes acabaram por alimentar o debate sobre a necessidade de aprovação de reforma.

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3 comentários

  1. Esse é o motivo que pagamos tanto imposto! Difícil manter a realeza.
    Judiciário assim como outros ministérios estão fora da realidade do país.

  2. Esse desgraçados só pensam em assaltar o Estado. Trabalhar é para o pobre do brasileiro assalariado. A justiça brasileira é um dos grandes entraves do desenvolvimento do País.

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