Revista Oeste - Eleições 2022

‘Banqueiros precisam me julgar por minhas ações, e não assinar cartinha’, diz Bolsonaro

Presidente também criticou a ascensão da esquerda no Chile e na Colômbia
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Presidente Jair Bolsonaro, durante promulgação da PEC dos benefícios | Foto: Reprodução/TV Senado
Presidente Jair Bolsonaro, durante promulgação da PEC dos benefícios | Foto: Reprodução/TV Senado

Durante um evento na Federação Brasileira de Bancos (Febraban), em São Paulo (SP), o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse nesta segunda-feira, 8, que os banqueiros deveriam julgá-lo por suas atitudes, e não assinar “cartinhas”. O chefe do Executivo se referia ao manifesto elaborado pela Universidade de São Paulo e assinado por banqueiros e políticos.

“Vocês têm que olhar na minha cara, ver minhas ações e me julgar por aí. Não assinar cartinha, não vai assinar cartinha”, disse Bolsonaro. “Alguém recontrataria empregado que roubou sua empresa no passado? Penso que não. Alguns pensam que o canalha preso vai voltar para não continuar o que estava fazendo.”

O presidente também criticou a ascensão da esquerda no Chile e na Colômbia. Além de citar a crise econômica na Argentina. “Como banqueiros estão se sentindo na Argentina?”, interpelou o chefe do Executivo. Bolsonaro ainda afirmou que nunca agiu contra a democracia e que a “ditadura” não está no Poder Executivo.

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Em sua defesa, o presidente enfatizou a criação do auxílio emergencial, do Benefício Emergencial de Manutenção do Emprego e da Renda e do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte. E também garantiu que seu governo é formado por pessoas “quase santas”, com “raras exceções”.

“Me chamem de qualquer coisa, até de incompetente. Agora, tenho caráter. Minha vida é vasculhada 24 horas e não se acha nada”, afirmou Bolsonaro.

Também participaram do evento Octavio de Lazari Junior, presidente do Bradesco; Milton Maluhy, CEO do Itaú Unibanco; Roberto Sallouti, CEO BTG Pactual; Mário Leão, CEO do Santander Brasil e Marcelo Marangon, CEO do Citibank.

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6 comentários Ver comentários

  1. Hipócritas.
    Falar em democracia e prestigiar quem apoia regime cubano, venezuelano, etc.
    Na realidade os banqueiros não apoiam ninguém.
    Só pensam em agiotagem e em se locupletarem.
    O Brasil e o povo que se danem.

  2. Isso é um bando de ienas famintas, que se banqueteam da miséria do cliente, nunca
    vão aceitar a implantação do PIX, tirou bilhões de lucro pelo pagamento do famigerado “TED”, além de caro demorava de 1 dia para cair o crédito na conta, são insensíveis não
    tem nenhuma consideração com os clientes, somente no Brasil existe taxas de 150%
    ao ano.

  3. Tenho minhas dúvidas se esta plateia de banqueiros fazem suas avaliacoes pensando no bem Brasil, que a longo prazo é o bem deles mesmos, ou se deixam cair na tentação do lucro fácil, rapido, abundante e promíscuo oferecido pelo corrupto mor.

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