Barroso se reúne com deputados que analisam o voto auditável

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral mostrará como funciona a urna eletrônica
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Barroso, durante cerimônia do TSE, em 2018
Barroso, durante cerimônia do TSE, em 2018 | Foto: Antonio Augusto/Ascom/TSE

Parlamentares da comissão que analisa a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) do voto auditável se reunirão na tarde desta segunda-feira, 21, com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, ministro Luís Roberto Barroso. O magistrado irá mostrar aos congressistas o funcionamento da urna eletrônica, a qual, segundo ele, não é passível de fraude.

“Especialista levanta dúvidas sobre a segurança das urnas eletrônicas”

A PEC do voto auditável prevê a impressão do comprovante do voto. Dessa forma, o eleitor poderá checar em quem votou. Na sequência, o documento cai em uma caixa, sem contato direto com a pessoa. Futuramente, os concorrentes da eleição podem pedir a auditoria das urnas, caso apontem que houve fraude no pleito.

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Leia também: “O que você precisa saber sobre o voto impresso”, reportagem publicada na Edição 54 da Revista Oeste

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9 comentários

  1. Uma urna eletrônica é um tipo de microcomputador que se comporta segundo o software que é carregado. Só isso já mostra que tem que existir uma forma simples e direta de verificar se o que entra é igual ao que saí!

  2. o problema não é entender como as urnas eletrônicas funcionam, mas entender como o sistema eleitoral como um todo pode ser fraudado – impressiona que um sujeito vaidoso, exibicionista e sem noção das coisas seja o presidente do TSE e ministro do STF – assim dizia um notável tirano comunista nos tempos da velha União Soviérica: “Quem vota, como vota, em quem se vota, tudo isso nada conta; quem conta os votos é o que realmente importa” – quem quiser saber o mínimo sobre o quanto inseguro é o nosso sistema de votação, procure no YouTube vídeos em que dois especialistas no assunto (Diego Aranha e Amílcar Brunazo) expõem claramente que, do jeito como está hoje, não se tem como auditar e isso já foi mostrado ao distinto público quando o PSDB contratou uma equipe de especialistas para auditar a apuração dos votos na eleição presidencial de 2014 e conclusão foi simplesmente a seguinte: além de ter sido negado aos “código fonte” do sistema informatizado, não foi possível auditar o sistema como um todo – isso é uma aberração.

  3. O Problema é que você não vê ninguém da midia podre nem da esquerda defender o voto impresso e auditável, e ainda vê o ministro Barroso e o Facchin que soltou numa canetada o bandido não defender algo que daria transparência ao pleito, então ninguém é idiota, eles sabem que é possível fraudar as eleições e eles querem usar isto este é o plano deles, eles sabem que a popularidade do presidente é alta e que em uma eleição normal eles não vão recuperar o ´poder para poderem voltar a roubar a vontade, porem eles podem causar uma guerra civil aqui pois não vamos aceitar esta palhaçada não, e basta ver ontem as manifestações da esquerda eles também não vão então estes senhores precisam parar com isto.

  4. Fiquei muito curioso com essa demonstração do “Iluminado” com relação a essa urna eletrônica. Será que esses congressistas sairão de lá, finalmente convencidos que a tal urna é segura? O “Iluminado” enfim provará por a+b que entende a fundo do assunto e que esses congressistas são um bando de débeis mentais? É bem capaz, não duvido nem um pouco disso.

  5. Esse advogado, ora ministro, está querendo passar atestado de IMBECIL ao povo. Como se não soubéssemos, após anos de utilização dessa arapuca, ser possível viola-la. Deixe de dizer asneira. O real motivo da relutância do voto auditável? Safadeza a vista!

  6. Qual a credibilidade de um iluminado que tenta enganar que o voto impresso é um retrocesso como se voltássemos a cédula eleitoral, que custa caro como se fossem rigorosamente austeros com os recursos públicos esquecendo do famoso AUXILIO MORADIA que durou 4 anos através de uma liminar, e que poderá criar fraudes no sistema eleitoral?

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