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Bolsonaro anuncia ajuda e convida Temer para chefiar missão brasileira no Líbano

Ele participou de uma teleconferência organizada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e transmitiu o encontro pelas redes sociais
Presidente Jair Bolsonaro e ex-presidente Michel Temer em 2019 | Foto: Alan Santos/PR
Presidente Jair Bolsonaro e ex-presidente Michel Temer em 2019 | Foto: Alan Santos/PR

Ele participou de uma teleconferência organizada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e transmitiu o encontro pelas redes sociais

Bolsonaro - Temer
Presidente Jair Bolsonaro e ex-presidente Michel Temer em 2019 | Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro anunciou neste domingo, 9, o envio de uma ajuda humanitária ao Líbano para auxiliar no combate às consequências da explosão na região portuária de Beirute, que matou mais de 150 pessoas.

Em conferência com outros chefes de Estado, Bolsonaro anunciou que convidou o ex-presidente Michel Temer, que é descendente de libaneses, para chefiar a missão brasileira ao país árabe.

Ele destacou que o Brasil é lar da maior diáspora libanesa do mundo.

“Por essa razão, tudo que afeta ao Líbano, nos afeta como se fosse o nosso próprio lar e a nossa própria pátria”, afirmou o presidente.

Ele afirmou que dez milhões de brasileiros de ascendência libanesa formam uma comunidade “trabalhadora, dinâmica e participativa”, que contribui com o Brasil.

Bolsonaro participou de uma teleconferência organizada pelo presidente da França, Emmanuel Macron, e transmitiu o encontro pelas redes sociais.

Na ocasião, o presidente brasileiro disse que uma união internacional é necessária para enfrentar as consequências da explosão e que “neste momento difícil, o Brasil não foge à sua responsabilidade”.

Arroz, insumos e medicamentos

O Brasil anunciou na reunião o envio de medicamentos e insumos básicos médicos em um avião da Força Aérea Brasileira.

Pelo mar, o país prometeu destinar quatro mil toneladas de arroz para atenuar os efeitos da perda de cereais. Bolsonaro também afirmou que negocia com o governo libanês o envio de uma equipe técnica para colaborar na perícia que investiga a explosão.

A explosão devastou parte da cidade, deixou ao menos 158 mortos e 300 mil desabrigados e causou prejuízos estimados em US$ 15 bilhões.

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21 comentários

  1. Muito bom! Enquanto os lacradores usam as 100 mil mortes por Covid pra fazer demagogia barata e politicagem de quinta, o governo age novamente pra socorrer outras vítimas.

  2. Apesar de tudo os casos escabrosos de Temer ele foi o unico que desde o inicio pedia que deixasem o bozo trabalha ele nunca atacou o presidente e nunca quiz se juntar aos lacradores, podem apostar a esquerda vai cair em cima do PR por esse convite

  3. Merecida honraria, afinal Temer é o único ex presidente que elogia as ações governamentais do presidente Bolsonaro, e reconhecidamente grande representante da família libanesa no Brasil. Independente de seu estranho passado politico, fez muito nos poucos mais de 2 anos de governo, boicotado pelo STF, mas soube contorna-lo como sábio conhecedor do Direito Constitucional , fajuta e forjada delação premiada da familia Joesley e do esquisito Janot, homologada pelo indefinido Fachin .

    1. Concordo com você Antônio Carlos. O governo Temer estava indo bem até o episódio Joesley. Temer , um homem culto, inteligente e conciliador. No Brasil “imundo” ele sobreviveu com muita habilidade. Seus desatinos, todos sabemos, poderiam ser evitados. Essa mancha não vai deixá-lo. Procurou e procura ajudar JB. Talvez, o peso da idade ajudou no possivel arrependimento (parcial, talvez). JB acertou em cheio. E poderá trazer a parte melhor do MDB para o seu lado. Honrou, de fato, o ex-presidente, e agiu como um grande estadista, desprovido de ódio.

  4. Bolsonaro da exemplo de grandeza diante de Macron e de reconhecimento dos acertos de Temer, infelizmente interrompidos pela conspiração dos irmãos Joesley e Wesley, incentivador por Janot e Facchin.

  5. Excelente escolha. Apesar de tudo o presidente Temer é um homem à altura desta empreitada e pode ser um grande aliado para a governabilidade do presidente Bolsonaro. Na minha opinião ninguém conhece e negocia melhor com o congresso brasileiro do que Temer.

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