Bolsonaro define novo ministro da Educação

O escolhido é Renato Feder, secretário de Educação e Esporte do Paraná. Confirmação foi feita no Twitter da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), vice-líder do governo no Congresso
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O secretário da Educação e do Esporte do Paraná, Renato Feder, foi escolhido por Bolsonaro para assumir o Ministério da Educação
Foto: Dálie Felberg/Assembleia Legislativa do Paraná
O secretário da Educação e do Esporte do Paraná, Renato Feder, foi escolhido por Bolsonaro para assumir o Ministério da Educação Foto: Dálie Felberg/Assembleia Legislativa do Paraná

O ministro da Educação será Renato Feder, secretário de Educação e Esporte do Paraná. Confirmação foi feita no Twitter da deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), vice-líder do governo no Congresso

renato feder - ministro da educação
O secretário da Educação e do Esporte do Paraná, Renato Feder (ao centro), foi escolhido por Bolsonaro para assumir o Ministério da Educação Foto: Dálie Felberg/Assembleia Legislativa do Paraná

A “bolsa de apostas” para o sucessor do Ministério da Educação continua a todo vapor. Muitos nomes foram ventilados, alguns ainda são estudados, mas o presidente Jair Bolsonaro chegou a uma conclusão. A deputada federal Bia Kicis (PSL-DF), vice-líder do governo no Congresso, afirma que o escolhido é Renato Feder, secretário de Educação e Esporte do Paraná.

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Pelo Twitter, a deputada foi taxativa ao comentar a escolha do futuro ministro. “Presidente Jair Bolsonaro define nome para o MEC. Renato Feder, secretário de educação do Paraná”, declarou.

Análise

O secretário de Educação do Paraná chegou a ter o nome ventilado antes da escolha do professor Carlos Decotelli. Após suspender a nomeação de Decotelli, Bolsonaro analisou uma dezena de nomes. Um deles foi o do reitor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), Anderson Ribeiro Correia. Até os últimos dois dias, era visto como o mais cotado.

Oeste conversou com interlocutores de Feder, que, contudo, não cravam a informação de Bia Kicis. Antes da escolha de Decotelli, Feder estava em Brasília, mas voltou a concentrar esforços em suas atribuições no Paraná.

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7 comentários Ver comentários

  1. Feder fede à tucanagem. No MEC somente vale quadro com excelência em cultura, educação, e política, suficientes para repor políticas educacionais em território pátrio com base nos valores fundantes da civilização ocidental judaíco-cristã, e desconstruir, paralelamente, o aparelho político-ideológico implantado pelas falanges esquerdistas no desastroso sistema educacional brasileiro.

  2. Esse é tipo de informação que eu não concordo. Articulações apenas para vender noticias. Quando vamos ter noticias concretas no jornalismo brasileiro? Esse tipo de noticia deveria ser ignorada pela redação da revista.

  3. A BIA POSTOU O NOME E A REJEIÇÃO FOI TOTAL! Não conheço a vida pregressa do Feder, mas A BANCADA VIRTUAL SIM.
    JÁ TEM UMA CAMPANHA CONTRA A INDICAÇÃO. O FEDER É PROGRESSISTA, LIGADO AO LEMANN, AO MBL E AO DORIA. Até curitibanos rejeitam o nome. Deu ruim!

  4. Meu voto é o reitor do ITA. Seria um interessante embate com reitores das ifes, quase todos piçolistas ou comunistas mesmo. O Feder será sistematicamente atacado. Pode não se sustentar.

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