Bolsonaro fala em armas como ‘garantia’ de preservação da democracia

'Nossa democracia e nossa liberdade são inegociáveis', disse o presidente da República
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Presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/TV Brasil
Presidente Jair Bolsonaro | Foto: Reprodução/TV Brasil

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a defender nesta terça-feira, 17, o armamento “para o cidadão de bem”, que, segundo ele, além de uma segurança pessoal para as famílias, também é a garantia de que a democracia será preservada.

Bolsonaro também disse que a “nossa democracia e nossa liberdade são inegociáveis” e afirmou que “não interessam os meios” que porventura sejam usados. As declarações foram dadas durante inauguração de trechos da BR-101, em Propriá, em Sergipe.

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“Nós defendemos o armamento para o cidadão de bem porque entendemos que arma de fogo, além de uma segurança pessoal para as famílias, também é a segurança para nossa soberania nacional e, a garantia de que a nossa democracia será preservada, não interessam os meios que um dia porventura tenhamos que usar. Nossa democracia e nossa liberdade são inegociáveis”, disse.

Bolsonaro também fez um aceno a profissionais da segurança pública, que pressionam por uma reestruturação das carreiras prometida pelo governo. “Lamentamos o poder aquisitivo dos servidores públicos, mas tenho certeza que brevemente isso será recuperado. Em especial nossa Polícia Rodoviária Federal, que está nos acompanhando neste momento”, afirmou.

Em Sergipe, o presidente fez elogios ao senador Fernando Collor (PTB-AL), presente à cerimônia, chamando-o de “grande aliado no Parlamento”. Ele também disse ver “cada vez mais o interesse de vocês pelo destino da nação e se libertando cada vez mais da velha política brasileira”.

O chefe do Executivo federal também afirmou que seu governo colocou “um fim ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). “Botamos um fim no movimento do MST, porque quando passamos a titular terras eles conseguiram a sua independência e a sua liberdade. Demos dignidade ao homem do campo. Hoje o antigo assentado é proprietário da sua terra e parceiro do fazendeiro ao seu lado, não mais pratica atos de invasão.”

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7 comentários Ver comentários

  1. Só um estúpido para falar sobre isso,comprar armamento, tem gente passando fome, disputando ossos, mal comprar dá para comprar alimentos, energia elétrica nas alturas, gás e combustível, e ainda inflação de dois dígitos e não fala em renda e emprego que tantos precisamos, só fala no que interessa a manter no cargo. Esse estúpido não sabe quanto custa uma arma, e se ele já comprou em alguma loja autorizada, em média uma arma de porte médio a partir de 6.500 e mais a munição que não é barata, quero ver o país em ascensão econômica e emprego em plena expansão.

  2. Um povo armado jamais será escravizado ! Eu vi os exemplos da Suíça, Nova Zelândia e EUA que nunca foram invadidos ! Nem o doido do Hitler teve coragem ! Perguntem aos cubanos ,venezuelanos ,chineses e norte-coreanos se eles deporiam os seus ditadores se pudessem ter armas ! Foi a esse fato que o Jair Bolsonaro se referiu !

  3. O governo federal tem que dar o curso e doar as armas e munições. Se os desgovernos estaduais que são responsáveis ou irresponsáveis da segurança não fazem o trabalho de proteção. Nós pagamos impostos em demasia. Vamos fazer a obrigação dos desgovernadores gratuitamente, que pelo menos nos deem os meios.
    70% da população mal paga a água e energia, muitos desviam, salário mínimo vai comprar arma? No máximo 5% da população que tem condições de adquirir armas.

  4. Pois é, a esquerda é assim, impitimou ele por causa de um Fiat Elba, por sinal com o impeachment dele, mas defende um LADRAO e CORRUPTO DE TRILHÕES DE REAIS E TÁ AÍ SOLTO CANDIDATO A PRESIDÊNCIA, FALANDO UM MONTE DE SANDICES E BESTEIRAS.

  5. Defendo a liberação da posse de armas para defesa pessoal, de sua propriedade e de sua família e é só. Agora, que papo é esse de uso de armas para defesa da democracia, não está indo longe demais? Isso é função das FFAA ou o Bolsonaro já não acredita nelas? Vamos parar com essa conversa torta aí, não sei onde ele quer chegar com isso.

    1. Prezado Paulo Renato, no meu humilde entendimento, a intenção do presidente é afirmar que um povo armado jamais será escravizado, ou seja, ajuda as FFAA em manter a democracia, smj.

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