Bolsonaro: governo dará ‘ênfase total’ a emprego e combate à inflação

'Muitas medidas foram tomadas e outras estão em vias de serem externadas', declarou o presidente
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Presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Estevam Costa/PR
Presidente da República, Jair Bolsonaro | Foto: Estevam Costa/PR

O presidente da República, Jair Bolsonaro, afirmou nesta sexta-feira, 28, que o governo federal dará “ênfase total” à geração de empregos e ao combate à inflação em 2022.

A declaração foi dada na cerimônia de lançamento do Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário, no Palácio do Planalto, feito por medida provisória (MP), assinada mais cedo.

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Em parceria com o “Sistema S”, o programa, com duração prevista até 31 de dezembro deste ano, visa a oferecer vagas de emprego e cursos de qualificação para jovens entre 18 e 29 anos e trabalhadores acima de 50 anos.

De acordo com nota enviada à imprensa pela Secretaria-Geral da Presidência, os municípios que optarem por aderir ao Programa Nacional de Serviço Civil Voluntário são responsáveis pela organização das atividades.

Durante seu discurso, Bolsonaro relembrou medidas tomadas pelo Executivo, como o auxílio emergencial e a prorrogação da desoneração da folha de pagamentos de 17 setores da economia.

“Muitas medidas foram tomadas e outras estão em vias de serem externadas”, declarou o presidente. “O Brasil não está bem, mas, estando bem, todos estaremos.”

“Há pouco tempo, era comum você ter dois ou três escândalos de corrupção na área do governo federal em nosso Brasil. Hoje, nós temos duas ou três ações excepcionais por semana em nosso governo”, disse Bolsonaro.

No palco da cerimônia, estava o presidente do novo partido de Bolsonaro, o PL, Valdemar Costa Neto, que foi condenado e preso no escândalo do mensalão petista.

No discurso, Bolsonaro também fez um rápido histórico do seu governo e disse que o Poder Executivo sofreu as mais variadas “interferências”.

A declaração foi dada pouco antes de ele não ir à Polícia Federal (PF) prestar depoimento, conforme havia determinado o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.

“Enfrentamos também outras atribulações. Interferências no Executivo, as mais variadas possíveis. Sempre, da nossa parte, jogando com aquilo que nós temos e com aquilo que nós juramos respeitar por ocasião da nossa posse, a nossa Constituição.”

Com informações do Estadão Conteúdo

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