Bolsonaro planeja vender 11 estatais e fechar duas até 2022

Governo debita na conta da esquerda dificuldades para privatizar
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| Foto: Marcos Corrêa/PR
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Governo debita na conta da esquerda dificuldades para privatizar

bolsoaro planeja vender 11
Até o momento, o ministro Paulo Guedes não conseguiu se desfazer de nenhuma estatal de controle direto da União | Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro quer acelerar a agenda de privatizações até 2022. De acordo com dados publicados na quarta-feira 2 pelo Programa de Parceria de Investimentos, a meta do governo é vender 11 estatais, incluindo os Correios e a Eletrobras, e fechar duas até o fim do primeiro mandato. Dessa forma, 23% do número de empresas públicas federais terá sido reduzido. O Executivo vem enfrentando dificuldades no Congresso Nacional para repassar essas companhias à iniciativa privada.

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Até o momento, o ministro da Economia, Paulo Guedes, não conseguiu se desfazer de nenhuma estatal de controle direto da União. De acordo com ele, há “acordos políticos de esquerda” no Legislativo que impedem o enxugamento do Estado brasileiro. Guedes luta para conseguir quatro grandes privatizações até o fim do governo: Correios, Eletrobras, Porto de Santos e PPSA (estatal do pré-sal), empresas consideradas “joias da coroa” pelo alto interesse público e valores envolvidos na negociação.

Saiba também por que não é fácil vender estatais no Brasil na reportagem especial que a Revista Oeste publicou sobre o assunto

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7 comentários Ver comentários

  1. E no acordo de esquerdas leia-se o STF.
    O Lewan por exemplo nem esconde seu viés e alinhamento político.
    Os contrários só desconsideram que Bolsonaro foi eleito pra seguir essa agenda de privatizações.

  2. Se dependesse da maioria, eu incluído, todas essas estatais seriam extintas e ou vendidas. Esse negócio de estatal é coisa de comunista, a meu ver. Porém, sinto informar que não conseguirá esse intento, não venderá ou extinguirá sequer uma dessas empresas, pois as esquerdas, juntamente com o funcionalismo público transbordado de comunistas, jamais permitirão.

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