Bolsonaro reitera que vacinação não será obrigatória

Presidente deve liberar hoje R$ 20 bilhões para compra de imunizantes; quem tomar, terá de assinar termo de responsabilidade
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O presidente Bolsonaro: contra o noticiário sobre a "falsa privatização" do SUS | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil
O presidente Bolsonaro: contra o noticiário sobre a "falsa privatização" do SUS | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil | presidente jair bolsonaro - falsa privatização do sus - revogação de decreto

Presidente deve liberar hoje R$ 20 bilhões para compra de imunizantes; quem tomar, terá de assinar termo de responsabilidade

bolsonaro reitera que vacinação
“A responsabilidade é sua”, afirmou o chefe do Executivo | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

O presidente Jair Bolsonaro deve assinar nesta terça-feira, 15, a medida provisória que libera R$ 20 bilhões para a compra de vacinas contra o coronavírus. Interpelado ontem, na saída do Palácio da Alvorada, sobre a obrigatoriedade, reiterou que a imunização será facultativa. “Não é obrigatória. Vocês vão ter que assinar o termo de responsabilidade, se quiserem tomar. A Pfizer é bem clara no contrato: ‘Não nos responsabilizamos por efeito colateral’. Tem gente que quer tomar, então toma. A responsabilidade é sua. Para quem está bem fisicamente, não tem que ter muita preocupação. A preocupação é o idoso, quem tem doença”, acrescentou o presidente.

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Você é obrigado a tomar vacina? Saiba mais na reportagem especial que ‘Oeste’ publicou sobre o assunto

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4 comentários

  1. Muito feliz com posição do nosso Presidente deixando muito claro vc tem direito de tomar a vacina e será responsável por isso, e por outro lado quem preferir não tomar terá esse direito. Parabéns.

  2. Também concordo com a oposição à vacinação compulsória. Porém, infelizmente com o andar da carruagem, quem decidirá sobre isso será o STF. Afastem as crianças e deixem os adultos deliberarem.

  3. Vacinação obrigatória com um imunizante ainda em testes é algo muito perigoso, tanto para a população quanto para o Estado.
    Quem quiser tomar tem estar disposto a assumir riscos. Nenhum laboratório fabricante dará garantias e o Estado, caso obrigue o administrado, terá que arcar com possíveis imprevistos sanitários.

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