Bolsonaro volta a dizer que atua ‘dentro das quatro linhas’ da Constituição

'Quem segura o Brasil para não caminhar rumo à Venezuela é o chefe do Executivo', afirmou o presidente
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O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que atua respeitando os limites da Constituição
O presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que atua respeitando os limites da Constituição | Foto: Valter Campanato/Agência Brasil

Desta vez sem citar abertamente nomes de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), o presidente Jair Bolsonaro voltou a dizer que atua dentro dos limites da Constituição e deu a entender que há integrantes de outros Poderes da República que não fazem o mesmo.

As declarações foram dadas nesta quarta-feira, 2, durante cerimônia no Palácio do Planalto sobre mudanças e modernizações na Prova de Vida, do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).

“Geralmente, quem leva um país para a ditadura é o chefe do Executivo. No Brasil, é o contrário: quem segura o Brasil para não caminhar rumo à Venezuela é o chefe do Executivo”, afirmou Bolsonaro. “Tem muita gente consciente nos outros Poderes. Alguns poucos, não sei o que pensam”, completou.

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O chefe do Executivo disse ainda que o governo segue fazendo “sua parte”. “Vamos cada vez mais fazer valer a força da nossa Constituição. Nós jogamos dentro das quatro linhas. Vamos cada vez mais exigir que o outro lado, alguns poucos do outro lado, pouquíssimos, joguem dentro das quatro linhas”, afirmou Bolsonaro.

Na semana passada, o ministro Alexandre de Moraes, do STF, determinou que o presidente deveria comparecer à sede da Polícia Federal (PF) para prestar depoimento no âmbito do inquérito sobre ataques hackers contra o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 2018.

Como noticiado mais cedo por Oeste, a PF concluiu que houve crime no vazamento dos dados durante uma live de Bolsonaro, mas não indiciou o presidente.

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5 comentários Ver comentários

  1. Se jogasse realmente dentro das 4 linhas, teria dado posse ao Superintendente da PF escolhido por ele. Ali mostrou que o STF poderia ultrapassar as 4 linhas. Estava fraco na época? Sim. Mas continua fraco? Essa é a pergunta. Ninguém vota em um líder fraco. Não pode querer colocar a culpa em idiotas que vão votar em em um ladrão e nem em um juiz traíra e raivoso. Tem que mostrar a constituição cada vez que saírem das 4 linhas porque o Senado não o fará. Mostre a constituição como um padre ou pastor mostra a Bíblia. Envie de volta o exemplar que recebeu de Rosa Webber, dizendo que tem a original.

  2. Senhores da Oeste, ao que parece a revista está copiando os mesmos erros que a ala esquerdopata que gerencia o site da Jovem Pan ao dar a notícia.
    Não foi a PF que concluiu que houve crime no vazamento de dados. Foi uma delegada da PF, lotada no “stf” e escolhida a dedo pelo careca desgraçado.
    O título da notícia que a Oeste deveria ter publicado é: Delegada da PF concluiu que houve crime….
    Óbviamente, fica a pergunta, onde está o superintendente da PF para dar um cala boca nessa imbecil?

    1. Alguns jornalistas têm medo de terem o carimbo de fake news na testa. A Amanda Klein, por exemplo, fica orgulhosa quando carimbam fake news naquela cara porque ela o faz pela “causa”. Pensa que se vier o globalismo, ela vai sentar na janelinha junto com Miriam Leitão.

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