Câmara derruba quarentena eleitoral para juízes, militares e policiais

Discussão sobre a matéria deverá ser retomada na próxima terça-feira, 14
-Publicidade-
Plenário da Câmara dos Deputados | Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados
Plenário da Câmara dos Deputados | Foto: Najara Araújo/Câmara dos Deputados

O plenário da Câmara dos Deputados derrubou ontem, quinta-feira 9, a proposta de estabelecer uma quarentena eleitoral de cinco anos para juízes, integrantes do Ministério Público, militares e policiais.

A medida havia sido incluída na reforma eleitoral, mas os deputados retiraram os artigos que estabeleciam as novas regras por meio de destaques do PSL. O deputado Major Vitor Hugo, líder do PSL na Câmara, comemorou a vitória nas redes sociais: “Conseguimos vencer hoje ao reconhecer o valor de policiais, militares, juízes e promotores na votação do Código Eleitoral”.

Os deputados também retiraram da reforma trecho que permitiria a eleição de políticos que renunciaram ao mandato para fugir de um processo de cassação. Com isso, a Lei da Ficha Limpa foi alterada, uma vez que, hoje, prevê a inelegibilidade de oito anos neste caso.

A discussão sobre a matéria deverá ser retomada na próxima terça-feira, 14.  

Confira outras mudanças aprovadas no Código Eleitoral: “Câmara dos Deputados aprova texto-base do novo Código Eleitoral”

Telegram
-Publicidade-
* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais.

1 comentário

  1. A Câmara poderia aprovar lei de forma a dar maior confiança ao resultado eleitoral. Como? Não precisa de voto impresso. A única coisa que precisa se fazer para ter confiabilidade de 95% no resultado da eleição é a votação paralela em 2% das urnas nos termos que o TSE já faz em apenas 100 urnas, mas com os seguintes procedimentos adicionais: UM, escolha aleatória das urnas auditadas por meios não eletrônicos em cada zona eleitoral; DOIS, filmagem em baixa resolução ou transmissão ao vivo da inserção do conjunto de votos simulados na urna auditada por entidades civis sem vínculo com o TSE; TRÊS, utilização emprestada da biometria dos eleitores para a inserção da votação simulada; QUATRO, proibição ao TSE para que seja efetuada qualquer inserção de código de controle na urna auditada, de forma a tornar impossível que a urna “saiba” que esteja sob procedimento de votação paralela. Pronto, isso se chama ciência estatística e ninguém levantou essa lebre.

Envie um comentário

Conteúdo exclusivo para assinantes.

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Revista OESTE, a primeira plataforma de conteúdo cem por cento
comprometida com a defesa do capitalismo e do livre mercado.

Meios de pagamento
Site seguro
Gostou da Leitura?

Seja nosso assinante!
Tenha acesso ilimitado a todo conteúdo por apenas R$ 19,90 mensais.

Meios de pagamento
Site seguro