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Eleições: Deputada quer fim da cota de gênero

Parlamentar do PSL apresenta proposta para mudar a Lei Eleitoral
Caroline não quer regra para que partidos tenham um mínimo de candidatas | Foto: PABLO VALADARES/CÂMARA DOS DEPUTADOS
Caroline não quer regra para que partidos tenham um mínimo de candidatas | Foto: PABLO VALADARES/CÂMARA DOS DEPUTADOS | caroline de toni - eleições - cota de gênero

Parlamentar do PSL apresenta proposta para mudar a Lei Eleitoral

caroline de toni - eleições - cota de gênero
Caroline não quer regra para que partidos tenham um mínimo de candidatas | Foto: PABLO VALADARES/CÂMARA DOS DEPUTADOS

Acabar com a cota de gênero em partidos políticos em casos de candidaturas para os cargos de vereadores e deputados. É assim que a deputada federal Caroline de Toni (PSL-SC) define o Projeto de Lei (PL) de sua autoria que modifica ponto da legislação eleitoral vigente no país. Isso porque a proposta apresentada por ela extingue a obrigação para que siglas tenham pelo menos 30% de mulheres entre as candidaturas apresentadas para essas funções.

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De acordo com a parlamentar, tal regra faz com que legendas partidárias praticamente implorem para que mulheres aceitem se lançar candidatas a algum cargo público. “É inegável que infelizmente apenas uma parcela muito pequena das mulheres se interessa por atividade político-partidária”, avalia a deputada federal, conforme noticiado pela Agência Câmara. Ou seja: ela se coloca como exceção à regra.

Problema

Nesse sentido, Caroline de Toni chama a atenção para um fato. Caso uma candidata a vereadora de São Paulo pelo PSL desista da candidatura, por exemplo, é capaz de toda a chapa do partido ser anulada pela Justiça Eleitoral — caso esse movimento faça a sigla não atingir os 30% de mulheres candidatas à função.

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5 comentários

  1. Ela tem razão.
    O sistema de cotas, de uma forma geral, institui e prolanga o coitadismo.
    Devem ser discutidas e utilizadas outras formas de correção de distorções.

  2. É evidente que a cota de gêneros em qualquer assunto da vida pública só tem sentido para favorecer a esquerdopatia em razão da necessidade de divisão da sociedade em segmentos para que ela, a esquerda, se aproveite indevidamente e inescrupulosamente.
    Me perdoem a redundância!

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