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Eleição da Câmara: petistas são derrotados no STF

Trio de deputados do PT pedia votação remota para as definição da mesa diretora
Plenário da Câmara, onde petistas terão de votar na eleição de presidente da Casa legislativa
Plenário da Câmara, onde petistas terão de votar na eleição de presidente da Casa legislativa | Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

A disputa pela presidência e demais funções da mesa diretora da Câmara dos Deputados fez com que petistas recorressem ao Supremo Tribunal Federal (STF) na tentativa de realizar votação remota para a sessão programada para ocorrer na próxima segunda-feira, 1º de fevereiro. Em nova decisão divulgada nesta quarta-feira, 27, a ministra Rosa Weber negou esse recurso. Assim, a eleição da Casa será feita somente de modo presencial.

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O pedido da vez pela votação remota foi feita por três deputados federais do PT: Frei Anastácio (PB), Professora Rosa Neide (MT) e Rui Falcão (SP). Antes de negar a solicitação do trio de parlamentares, Rosa, que é vice-presidente do STF e está à frente do plantão da Corte, já havia analisado caso similar em ação movida pelo PDT. Assim como petistas, o partido de Ciro Gomes pleiteou a votação on-line. Em ambos os casos, a saúde dos congressistas foi usada como argumento. A magistrada, entretanto, entende não haver risco. Além disso, reforçou que o Poder Judiciário não pode interferir em decisões do Legislativo.

PT e PDT aparecem no bloco de apoio à candidatura de Baleia Rossi (MDB-SP) à presidência da Câmara. Aliado do atual ocupante do cargo, Rodrigo Maia (DEM-RJ), Rossi já foi rival da esquerda brasileira — principalmente do PT. Em 2016, já na função de deputado federal, ele votou a favor da abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff. Foi chamado de “golpistas” pela alta cúpula do Partido dos Trabalhadores.

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