Cármen Lúcia autoriza coronel Helcio Bruno a ficar em silêncio na CPI da Covid

Ele foi convocado para depor amanhã, terça-feira 10, como testemunha
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Cármen Lúcia é ministra do Supremo Tribunal Federal
Cármen Lúcia é ministra do Supremo Tribunal Federal | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal, concedeu ao coronel da reserva Helcio Bruno de Almeida, do Instituto Força Brasil, o direito de ficar em silêncio e não produzir provas contra si mesmo em depoimento à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19.

Helcio Bruno foi convocado para depor amanhã, terça-feira 10, como testemunha. Por isso, segundo a decisão da magistrada, o coronel terá de comparecer e dizer a verdade sobre fatos que não o incriminem. Cármen Lúcia negou o pedido da defesa para que o militar fosse autorizado a não comparecer na CPI.

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De acordo com a Medical Supply, suposta intermediária da AstraZeneca no Brasil, Helcio Bruno intermediou um encontro entre os executivos da empresa e o então secretário-executivo do Ministério da Saúde, coronel Elcio Franco. Na ocasião, teriam discutido a compra de 400 milhões de doses da vacina produzida pelo laboratório anglo-sueco.

Leia também: “Circo Parlamentar de Inquérito”, reportagem de Silvio Navarro e Afonso Marangoni publicada na Edição 61 da Revista Oeste

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