Cármen Lúcia cobra governo, sobre suposta ajuda a Flávio

Abin e GSI teriam produzido documentos para orientar a defesa do senador no caso das "rachadinhas"
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Ministra mandou o caso para o plenário | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF
Ministra mandou o caso para o plenário | Foto: Rosinei Coutinho/SCO/STF | Cármen Lúcia

Abin e GSI teriam produzido documentos para orientar a defesa do senador no caso das “rachadinhas”

Cármen Lúcia
O ministro do GSI, Augusto Heleno, garantiu que os tais documentos são inexistentes
Foto: Rosinei Coutinho//STF
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A ministra do Supremo Tribunal Federal Cármen Lúcia cobrou explicações do governo federal. A juíza deu 24 horas para que a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) prestem informações acerca de supostos relatórios de caráter duvidoso. Os documentos teriam sido produzidos para orientar a defesa do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) no caso das “rachadinhas”, conforme noticiou a Revista Época. De acordo com a matéria, a papelada contém pistas de como encerrar o imbróglio jurídico.

Segundo a magistrada, o caso “é grave” e o tribunal tem entendimentos consolidados que proíbem o uso de órgãos públicos para fins pessoais. Em nota conjunta, a Abin e o GSI informaram que vão “aguardar a notificação e responder dentro do prazo estipulado”. O ministro do GSI, general Augusto Heleno, garantiu que os tais documentos são inexistentes. O diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, pediu à Advocacia-Geral da União que apresente uma interpelação judicial contra a reportagem da publicação do Grupo Globo.

Leia também: “Além de Flávio, rachadinha na Alerj abarca PT e outras siglas”

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