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Clã Bolsonaro não está envolvido no caso Marielle, informa delegado

"Não há participação da família nesse evento, muito menos do presidente da República", garantiu Antônio Ricardo Nunes
O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos | Foto: ROBERTO JAYME/ASCOM/TSE
O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos | Foto: ROBERTO JAYME/ASCOM/TSE | O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos | Foto: ROBERTO JAYME/ASCOM/TSE

“Não há participação da família nesse evento, muito menos do presidente da República”, garantiu Antônio Ricardo Nunes

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O presidente Jair Bolsonaro e seus filhos | Foto: ROBERTO JAYME/ASCOM/TSE

O diretor do Departamento Geral de Homicídios e Proteção à Pessoa da Polícia Civil do Rio, Antônio Ricardo Lima Nunes, descartou hoje a participação do presidente Bolsonaro e sua família na morte da vereadora Marielle Franco (Psol-RJ). Ela e seu motorista, Anderson Gomes, foram assassinados em 2018.

No ano passado, em meio às investigações, a declaração de um porteiro do condomínio Vivendas da Barra, onde vivem o presidente e familiares, pôs o nome do clã presidencial no olho do furacão. O episódio ficou conhecido como “Seu Jair”.

Segundo o profissional, Élcio Queiroz (um dos acusados de matar a vereadora) entrou no local para visitar a casa de Jair Bolsonaro — posteriormente, descobriu-se que o então deputado estava em Brasília no dia do homicídio. Contudo, o suspeito foi à casa de Ronnie Lessa.

Em depoimento à Polícia Federal, o porteiro reconheceu o erro. Portanto, afirmou que se confundiu ao registrar o acesso de Élcio no livro da portaria do condomínio. Em síntese, cai por terra a afirmação segundo a qual o presidente e seu clã teriam participado do crime.

“Não há participação da família Bolsonaro neste evento, muito menos do presidente da República. Não temos indício de participação da família. Isso foi apurado, pois um funcionário do condomínio fez essas declarações. O funcionário pode ter caído em alguma contradição”, constatou Antônio Nunes.

Bombeiro preso

O bombeiro Maxwell Simões Correa foi preso na manhã desta quarta-feira, 10, suspeito de participar do assassinato de Marielle. Correa é alvo da Operação Submersus 2, realizada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ).

Segundo a Justiça, ele teria emprestado o carro para ocultar as armas usadas por Ronnie Lessa, suspeito de efetuar os disparos contra as vítimas.

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