CPI da Covid ganha sobrevida em formato de ‘frente parlamentar’

Colegiado se prepara para votar relatório
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Senador Marcos Rogério afirma que investida é para desgastar o governo
Senador Marcos Rogério afirma que investida é para desgastar o governo | Foto: Pedro França/Agência Senado

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19 vai se tornar uma frente parlamentar formal. Trata-se de um colegiado que terá quatro funções: 1) acompanhar e fiscalizar os desdobramentos da investigação; 2) cobrar a responsabilização efetiva de todos acusados pelo agravamento da crise sanitária e social; 3) receber novas informações e denúncias sobre irregularidades e erros no combate à pandemia; 4) propor “alterações legislativas” que ajudem o Brasil a fortalecer o Sistema Único de Saúde e a se preparar para novas epidemias.

O martelo foi batido na segunda-feira 11 pelo “G7” da CPI. O objetivo é dar sobrevida aos trabalhos do colegiado. Inicialmente, a frente parlamentar será composta de senadores, mas poderá ter integrantes de “organizações da sociedade civil”. Depois de a CPI encerrar oficialmente, com a apresentação e a votação do relatório, seus membros poderão usar as dependências do Senado para reuniões do colegiado. Segundo o senador Marcos Rogério (DEM-RO), o objetivo dessa nova investida é desgastar o presidente Jair Bolsonaro.

Leia também: “A CPI virou um monstro”, artigo de Silvio Navarro publicado na Edição 72 da Revista Oeste

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