CUT lança campanha na imprensa contra a reforma administrativa

Entidade sindical garante que a medida provoca desigualdade social e põe fim ao serviço público
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Em linhas gerais, a reforma administrativa põe fim aos chamados "penduricalhos" dos servidores
Em linhas gerais, a reforma administrativa põe fim aos chamados "penduricalhos" dos servidores | Foto: Divulgação/CTB

Depois de liderar uma iniciativa midiática contra as privatizações, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) mirou a artilharia na direção da reforma administrativa. A entidade sindical está veiculando peças publicitárias em veículos de comunicação da grande imprensa com a finalidade de mostrar os supostos malefícios da medida. “Como ficaria sua vida sem os serviços públicos?”, interpela um ator, na propaganda transmitida pelas emissoras SBT, Band, Globo e TVT (essa última, vinculada à CUT). As imagens mostram profissionais da saúde que estão na linha de frente do surto de covid-19. “É o funcionário público que faz tudo isso, mas estão tentando destruir esse trabalho mantendo privilégios para os mais ricos e cortando direitos dos mais pobres. Diga ‘não’ à reforma administrativa”, conclui o vídeo.

Em linhas gerais, a reforma administrativa põe fim aos chamados “penduricalhos” dos servidores. Hoje, a classe possui estabilidade, regime previdenciário diferenciado e salários incompatíveis com os da iniciativa privada. O Ministério da Economia garante que essas distorções provocam aumento dos gastos públicos e amplia a desigualdade social. Os principais benefícios que acabarão: 1) a licença-prêmio (a cada cinco anos, o servidor tem três meses de folga); 2) aumentos retroativos (nenhum aumento pode ter efeitos a períodos anteriores); 3) férias (são superiores a 30 dias); 4) incorporação ao salário de valores referentes ao exercício de cargos e funções; 5) aposentadoria compulsória como punição. As novas regras, se aprovadas, valerão para servidores dos três Poderes, Estados e municípios.

Veja o vídeo

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10 comentários Ver comentários

  1. Os bons funcionários públicos deveriam apoiar essa reforma, pois é a chance de tirarem os maus funcionários públicos, que dão essa fama a todos eles

    1. Esses bandidos não querem perder seus fiéis colaboradores, o funcionalismo público. Esses chupins da CUT vivem da exploração dos trabalhadores.

  2. O que é o sindicalismo em essência senão a dependência ao que é determinado pelos patrões? São especialistas em greve e muito adeptos ao quebra-quebra. Então a dependência ao estado (esse controlado por eles e pelo comunismo, lógico).

    1. Necessidade de serviços públicos é uma coisa. Vagabundagem e excessos de beneficios injustos pagos com o dinheiro de impostos é outra completamente diferente. Que venha a reforma. Profunda.

  3. Uma fake dessas a Globo, CNN e STF não combatem? Elas são incendiárias e desonestas porque enganam o sentimento da população mais sofrida. Reforma administrativa é para melhor empregar os recursos públicos nacionais e eliminar fraudes e impurezas.
    O que não dá para entender é como essas entidades sindicais tem recursos para desenvolver e publicar em tão importantes, caros, tradicionais e decadentes meios de desinformação. Virão de dízimos=rachadinhas de seus militantes alocados em cargos públicos ou em estatais? Atenção PGR e COAF com possíveis movimentações atípicas desses elementos. Ajudem a maioria da população brasileira sem saneamento básico, segurança, trabalho, saúde e com fome, a SANEAR o ESTADO brasileiro.

  4. Para surpresa de ninguém… vemos alguns órgãos governamentais com militância e apaninguados com salários altíssimos!!! Os únicos órgãos que deveriam sobrar são escolas e hospitais o resto deveria acabar com tudo… A entrevista do Pazuello, nos deu a idéia de como funciona esses lugares. Aliás a Receita Federal deveria passar um “pente fino” nas contas desta gente….

  5. Bando de vagabundos, tem um monte de comércio fechando, um monte de desempregados, esses lixos preocupados com a reforma administrativa , é brincadeira.

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